Escritores da Liberdade

(à Patrícia)

 

São raros escritores, com palavras livres

A liberdade passa em salas meio rústicas

E lágrimas furtivas às vezes me oprimem

Os dias vão passando em minha voz telúrica!

 

A solidão castiga feito bomba atômica,

Vai corroendo risos, no meu riso estúpido

Com lágrimas e choros num efeito cáustico

Não tenho mais palavras, sentimentos últimos…

 

 

Além dos escritores existe liberdade

Com asas de algodão, de um pseudo ícaro,

Que não consegue ver o que se assinalou…

 

Condeno os poetas a escrever verdades

Que falem do patrícios e patrícias ítalos,

Talvez minhas desculpas sejam dísticos!

                                                                      (Dez: 04, 2007)

 

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