Inacabadamente
(à Gisele)
Lembranças em painéis desencantando mágicas,
Demarcam silhuetas de escultura única…
Deleitam menestréis em noites matemáticas:
Como é possível não dançar com tua música?
Convicto seqüestro um ósculo silábico,
E murmurando senhas decifrando códigos
Aos teus ouvidos mando uma mensagem rápida:
Qual tempo nos espera nos momentos módicos?
Provamos corpo-a-corpo chocolate arábico
Perfumes, chantili, champagnes e morangos:
Enfeitam a geografia, continent’estranhos…
Na luz dos olhos teus, me cego feito trágico.
Não tragas mais talvez! Nem deixes o teu quando?
Pois sei que em teus braços sou imortal-humano!
( Dez: 04, 2007)
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