O espelho da educação começa na pública e termina na privada. (Ago: 14,1985)
Arquivo para 6 de dezembro de 2007
Redes
Posted in Pensamentos on 6 de dezembro de 2007 by Prof GasparettoO que seria do silêncio se os pensamentos falassem? (Jun: 12,1986)
Avaro
Posted in Pensamentos on 6 de dezembro de 2007 by Prof GasparettoEntão pensei:
“O ábaco que te ostentas este laudo!”
Cartão Demérito
Posted in Crônicas on 6 de dezembro de 2007 by Prof GasparettoOntem acreditei que meus créditos foram perdidos!
Analisei então, preocupado com o fato, de que minhas necessidades
não são tão fiduciárias…
Me perdi em razonetes, softwares contábeis, e me entretive na minha única
solução: HP-12C!
Foi sim meu pretérito mais que perfeito, mas acontece com qualquer analista!
(…)
Abri gavetas Cardex. entulhei-me em FACITs, pensando ser fácil…
mas no final das contas, me livrei dos embaraços alfandegários, clipes, almofadas
e liberações!
Andei em cordas bambas, me desequilibrei nos balanços.
Fui deficitário em pensar que calcular os nossos sonhos, poderiam te fazer minha RAZÃO.
Foi demonstrativo de mais o que fiz.
Então pensei:
“O ábaco que te ostentas este laudo!”
Tuas laudas,
tuas perícias,
teus avais,
tuas rubricas,
teus rascunhos, cadernetas…
nossas vidas não passam de meros cálculos publicados na internet.
Imprecisos talvez, mas imprecisos!
Tornamo-nos logaritmos perdidos, num mundo on-line,
virtualizados, binários ( 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1), e quero
acreditar que meus créditos se esgotaram
graças às pendências digitais ou das próprias inteligências artificiais que te fizeram.
(Por favor não me leve ao mau!)
Saúdo todos os saldos positivos!
Exorcizo todos os negativos…
Sou os teus UMs,
e tu serás meus eternos ZEROs!
Isso foi ontem! É pretérito! Já passou!
Hoje, acreditei que meus créditos estão carentes de ti!
Eumesmo
Posted in Pensamentos on 6 de dezembro de 2007 by Prof GasparettoAh! quem me deras de repente um nefente à nênia cotidiana
que nicles é tão necedade num ról tartárico e esdrúxulo…
Mas tú que admiras dimirindo dissentes e não sentes,
mas disséptico e faz-me diprosopético
é a dopsomania que dúbio perco a dúlia
deste teu ente douto, de um mero ente!
Sois vós a eletriz sentinela
que faz cantinela na emanação do eu o elfo!
(Jul: 30, 1999)