Cena 1: Perfectum Est
-Atenção: Ação!!!
………………………………….
Travei muitas lutas em busca de El Dourados e ficções spielberguianas, e criei levantes com meus pares pelas caminhadas vandreanas…
Não imaginava que pudesse ouvir os rufares de morricones pairando minhas próprias trilhas incidentais. Muitos pelos caminhos não entenderam realmente o que se estava procurando, ou pelo menos tentaram isso (…)! Mas o que se queria de fato era, metodologicamente instruir aqueles desarrazoados encontrados pelas encostas.
Foi meio em vão!
Só observei misérias, contestações, entretenimentos hostis, volúpias e paisagens subliminares, que construidamente me fizeram crer nessa leitura chauvinista, que profetas mercantis também amam, e se amam, professam seus quereres matemáticos, por mais absurdas que sejam seus pensares!
Aluá à todos!!!
Criamos um elemento ideográfico pelas andanças. Não estávamos certos de que tínhamos encontrado a Sépala Sagrada, que as matinés nos brindaram na puberdade. Não, absolutamente não!
O que tínhamos encontrado era o elixir da ignorância eterna! Ora, ora, que estupidez rebelde!
Primeiro: flagramos a criação de uma neo-cruzada mercantil.
Segundo: os parques das revoluções industriais criaram uma sociedade flatulenta.
Terceiro: na era das incertezas não se pode errar!
Quarto: os absolutistas são relativamente idiotas.
Quinto: querem standartizar os açumis!
Outros, acadêmicos, cientistas, intelectos, viram-se à deriva sobrevivendo apenas seus acrostólios!
Quem diria! Analisei depois que eu era o único a relatar andarilhos flexípedes a se esforçarem a conquistar o El Dourado!
Sobreviver aos jihads, talvez!
Travar novas lutas, ou neo-lutas, neo-quereres, neo-utopias???
Eu me vi coadjuvante no contexto: Perfectum Est!!!
……………………………………
-Coooorta!!!!!!
(Mar: 05,2007)
Deixe um comentário