‘stouro nas paredes da memória pública
Traumáticas vivências sem sentido exato!
Lavei a charge que te fez heróica única,
Rabiscos os defeitos são bem-vindos atos!
‘stouro minh’alma num profundo átomo.
Martirizando o gosto de viver em dúvida,
Hasteio mil razões para não ser o último,
Jogando charlatões pelas lixeiras úmidas!
Lancei a falsa chance de sermos heróis,
Vivendo na ilusão de um mund’ insensato,
Na condição de ser a vítima do parto!
Oligarquia gera lenocínio atroz!
Municiadas víboras ostentam lábaros,
Sinfônicos mordentes são reais inaptos!!!
(Out: 27, 2006)