Majestosa Mãe (à minha mãe EDIL)
Óh Minha Mãe! Adorada Mãe!
Por teu ventre esvai-me em vida,
Em tuas dores noturnas,
Minha vigília percorria por teu sangue venoso,
póros, suores, fôlegos e pulsares
acariciando-te em sono…
Minha querida Mãe,
Áh! como fui tolo em não saber sofrer,
em não saber saber a hora certa
de minha sábia corda sonora de dor se desatar..
Mas eu chorei! (pelo menos tentei)
E estava lá eu, em seu colo.
Como fui tolo, meu Deus!
Eu não sei o que dizer:
Desculpe-me, Mamãe!!!
Abençoado seja o ventre que te gerou!
(Mar: 11, 2000)
Deixe um comentário