Elementos
(à Palavras Sussurradas)
Ilhas, ilhas!
minhas trilhas,
minhas sinas,
luz que brilha…
e se aproximas
de minhas ilhas…
não me abominas
de tuas ilhas!
luz que brilha:
nem imaginas
que minha vida
é uma sina
de ser u’a ilha
em teu CORPO ilhado!!!
(Dez: 13,2007)
13 de dezembro de 2007 às 20:32
Olá!
Espero que minha visita não seja invasiva…
Gostei de teus versos/tua rima, que inspirarou o texto:
“…’Estou’ uma ilha,
cercada de angústias e medo,
perdida em sonhos,
perdida em lágrimas.
‘Sou’ uma ilha,
para proteger-me, cerco-me,
muro-me, enclausuro-me,
torno-me inacessível.
‘Serei’ uma ilha,
guardarei meus segredos e suspiros,
escondidas sob a relva
manterei minhas belezas.
‘Terei’ uma ilha,
Jardim do Éden do qual não serei expulsa,
onde nenhum fruto me será negado/proibido,
onde nenhum peso secular terei de levar em minhas costas,
E a ilha?
Continua perdida, esquecida….”
=> Se não apreciares, amigo, podes apagá-lo.
Abraços fraternos!
🙂
15 de dezembro de 2007 às 13:12
Gosto muito desse blog e dos poemas concretos que encontro por aqui. Um abraço!