Clausuras
a chuva a cair
não posso sair
que no teu lado invade!
fingir que não vou
um sonho voou
começo fazer alarde!
Os ventos nos dizem
Qu’os rostos se brisem
De muita felicidade!
Beijando tua boca
Um corpo sem roupa
tento fugir muito tarde!
Lembranças de
De quando parti
Parecem eternidades!
Caminhos de pedra
Cantigas dos Vedas
Vão retornando as idades!
Quem sabe lutar
Na luz do luar
Como trazer a verdade?
Feriram meu corpo
Deveras escopo
Sinto perder a metade!
Já fui teu escravo,
Covarde ou bravo,
Roubaste o meu estandarte!
Corri pelos montes
Pintei horizontes,
Onde está o amor? Quem sabe?
Olhei os teus olhos
Vertentes de ódio…
Numa face não se bate!
Erramos amantes,
Iguais diamantes…
Pedras comuns sem quilates!
(Dez: 30, 2007)
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