Viveres Genéricos (ou Bueiro dos Loucos)
Não temais
Meu rapaz
Covardia
Foi um dia
Teu presente!
Pelas contas
Já demonstras
Eficácia
Na farmácia
Com doentes!
Entretanto
Não sei quanto
Tu cobraste
Dos seus trastes
Friamente!
Sem pobreza
Sem beleza
Sendo vítima
Das conquistas
Conseqüentes!
Quem me dera
Estivera
Na polícia
Sem malícia
Competente!
E com laço
E abraço
Da justiça
Movediça
Ser correntes!
Quero um dia
Ser teu guia
Ser teu sal
Ser teu mal
Livremente
Não temais
Meu rapaz
Está perto
Descoberto
De repente!
Quem diria
Armadilhas
Encontrastes
Dos seus trastes
Firmemente!
Com certeza
A tristeza
Foi embora
Numa hora
Sem os dentes!
A principio
És um ímpio!
Sem amores,
Sem valores
Evidentes!
São tocaias…
São as saias…
Que armaram,
Revelaram
Descontentes!
Há cobranças
Alianças
São desfeitos
São eleitos
Ferozmente!
Para trás
Satanás!
Com teu jogo
Sem engodo
Aparente!
Sou mais forte
Que a morte
Com palavras
Tudo acaba
Em parêntesis…
(…)
(Jan: 05, 2007)
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