Apelos Melancólicos de um Andarilho Ateu IV
Telas Desalentas
Tenho saudades de tuas costas macias,
Conhecia tua geografia,
Chantillys, cerejas, martinis,
O que importa sofrer,
Ficar pintado nestes quadros,
Tenta-se,
Briga-se,
Se quero voltar…
Não assim em farrapos,
Mas ciente dos meus passos,
Que equilibrados poderão
Seguir e vícios de andadores,
Pelos corredores estreitos,
Pelas praças reveladoras
Sem guarida!
Sem preservativos!
Numa romaria
Dos desalentos…
(Jan: 04, 2008)
16 de janeiro de 2008 às 10:52
Saudade. O que faz a saudade ao coreção de um poeta.
Estou amando esta romaria 😉