Última Cruzada
Quem pode sorrir hoje
Poderá então gritar não?
Sair no silencio sorrir
Varrendo respeito que tem
No fazer sobrar lembranças
Canto ultima nota sim!
Olhar fantasia, apenas disfarça…
Triste morrer sozinho também!
Querer na vida tudo
Arrastar esperança quando vem…
Uma tardia, presença muda
Solidão? Corrida… fingida rota!
Nas sombras vozes loucas
Mentes largas sentem presenças
Que tangem pois, atentam,
Brotam mudas quando fogem…
Somente restos gritos sem
Passados orvalhados de risos,
e restam doentes somente
Zombam… gotas? simples amadores
São rastros esculpindo pedras
Homens perdidos, mortes polidas
Que deixam simplesmente e nos
Furtam! deprimidos afogamos poços
Que nos tédios agora
Dos ciúmes caídos rimos,
Imundos feitos querendo querer
Ferem! Ignorantes! tememos? morrer!
(Nov: 11, 2004)
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