Universo de Mulher!
O amor te cobre de brilhos e quimeras!
Quimeras que enaltecem tu’alma singular…
Um dia, quiçá! Encontres-me ao teu lado,
Enquanto me cobrires de esperança!
Estejas bem tranqüila, mulher de todo encanto,
Unindo tuas palavras às minhas…
Eu estarei te servindo infinitos,
Sublimando todos os porquês…
Tratei das carências alheias!
Outorguei minhas necessidades plenas,
Universalizando teus quereres!
Forcei o tempo!
Agonizei nas palavras meu grito…
Zombei da solidão, vagando pelo quarto!
Enganei os fatos, simplesmente!!!
Nada questionei…
Duvidei de muitas questões…
Ouvi como resultado: o meu próprio silêncio!
Ando em silêncio, mesmo assim… reflexivo!
Quase me prendi em passados engavetados!
Universalizei-te mulher!
Incrivelmente, universalizei-te!
(Fev: 02, 2008)
11 de fevereiro de 2008 às 22:38
Gostei desse poema. Bastante sentido!
Grande beijo