Construímos nossos temas lado a lado
Objetivando sustentar nossos andaimes
Na necessidade…
Venho, conheço vários caminhos,
Vozes caladas!
Vozes vorazes!
E há quem reclame?
Sempre colocamo-nos à prova!
Questionando e sem respostas…
Corpo, luz, gestos e saídas!
E os resultados?
E os exames?
Não temo ficar só?
Nem temo sofrer a busca?
Só temo morrer perdido
Num coração que me estranhe!
Solfejei meus gritos insanos,
Nas galerias, esgotos e praças…
Quem poderia chamar-me?
Que exclame!
Quem se perdeu em videiras?
Champagnes?
Quem requer o amor?
Que conclame!
Eu te amei insanamente em teclados…
Que tu então, me pianes!
(Dez: 19, 2007)
