Guerrilhas Urbanizadas / Guerriglieri urbanizati
… fortaleza corte
morte (nobreza)
imensa luta
tristeza imperial!
resta um falar
janelas e pergaminhos
o retrato é sombrio
as sombras são reais!
calam-se os súditos
tronos e trovões
quem pode responder?
quem traz a resposta?
os olhos nobres
pobres olhares
a visão curva-se
turvam-se os corpos
escadas, passos, pastos…
escadarias reais
a espada cai!
a capa real na lama
a mão valente a chorar
o ombro medieval curva-se
o nobre tomba
a tumba é real
lágrimas e ventos
a janela fecha-se
finda-se o cortejo real!
A amada chora
implora armada
amores vitais
o real entra em guerra…
não há realeza,
não há fortaleza,
há somente uma muralha
entre o real e o ideal!
olhos cobertos
olhares incertos
visões de um romance tardio
visões de uma chance perdida
voltar
voltar
voltar
e saber que não haverá um retorno!
a espada na mesa,
as armaduras cansadas,
as bandeiras rasgadas,
quem conhece o desconhecido?
a amada?
a armada?
quem?
—o—
fortezza taglio
morte (nobiltà)
grande lotta
tristezza imperiale!
rimane un discorso
finestre e pergamene
il quadro è fosco
le ombre sono reali!
il silenzio dei soggetti
troni e tuoni
chi può rispondere?
che porta la risposta?
occhi nobile
guarda poveri
visione curve
oscurata organi
scale, passaggi, erba …
real scale
la spada cade!
la copertura reale nel fango
mano brave a piangere
archi spalla medievale
nobile cade
la tomba è reale
lacrime e venti
finestra si chiude
finì nel corteo regale!
Il grido amata
implora armati
ama vitale
entrare nella vera e propria guerra …
(no royalty)
vi è la forza,
c’è solo un muro
tra il reale e l’ideale!
gli occhi coperti
guarda incerta
visioni di un romanzo in ritardo
visioni di una occasione perduta
indietro
indietro
indietro
e sapere che non vi sarà alcun ritorno!
la spada sulla tavola,
armatura stanca
bandiere strappate
chi conosce l’ignoto?
l’amato?
la flotta?
Chi?
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