Sonetos Imperfeitos de Um Beijar Distante

(Betto Gasparetto -xii-23)

Oh, brisa que ecoa na alma e no ser,

Num sorriso franco, a expressão da alegria,

Na pesquisa do riso, o coração a bater,

Satisfação pura, em doce melodia.

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Improvisa a dança, o corpo em movimento,

Na conquista da graça, a arte em seu lugar,

Visa-se o contentamento, o belo sentimento,

No caminho da felicidade, o doce estar.

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Na mente que analisa, a alma te ilumina,

Desliza suavemente na pureza da vida,

Desavisa-me do peso, a alma me refina.

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Na divisa do riso, a pureza consentida,

E em cada sorriso, a essência é percebida,

Num riso eterno, a vida pela vida.

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Oh, poetisa que a mente anseia encontrar,

Na busca incessante, a verdade se revela,

Satisfação na conquista, no agir a sonhar,

Visa-se a esperança, na jornada singela.

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Na pesquisa do ser, cada mistério desvenda,

Improvisa-se a vida, em cada passo a seguir,

Na divisa do destino, a alma se entenda,

No caminho da fé, um futuro a tecer.

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Ah, mente que analisa com olhar profundo,

Lisa, a trajetória que nos conduz ao mundo,

Desavisa-te do medo, segue a tua sina.

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Na promessa do amanhã, um eterno enredo,

E em cada aurora, o sonho é sempre cedo,

Na promessa da vida, a alma se ilumina.

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Vem revisa, nome que a história carrega,

Na doçura do som, uma melodia,

Avisa ao mundo a graça que não se nega,

Na tua essência, uma doce poesia.

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Na pesquisa dos nomes, significados mil,

Satisfação no simbolismo que traz consigo,

Improvisa-se o afeto, um amor gentil,

Na divisa do carinho, um abraço amigo.

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Oh, mente que analisa, na palavra se encerra,

Brisa, a beleza do nome que acalma e aterra,

Desavisa-te da pressa, aprecia a rotina.

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Vem revisa, a alma encontra a serenidade,

E em cada traço, uma eterna verdade,

No nome que ecoa, uma história divina.

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Na guisa singela, a vida se desenha,

Na mente que analisa, cada movimento,

Satisfação na jornada, cada beijo se empenha,

Visa-se a felicidade em cada momento.

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Na pesquisa do eu, o ser se revela,

Improvisa-se o caminho, passo a passo a trilhar,

Na divisa da alma, a essência se revela,

Encontrando a paz, um destino a almejar.

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Oh, mente que analisa com tanta clareza,

Beijo-te na face, oh quão doce surpresa,

Desavisa-te da angústia, um beijo contamina?

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Na guisa da existência, a vida se enlaça,

E em cada etapa, a alma te abraça,

Na guisa do amor, a essência me ilumina.

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Nas imagens da mente, o saber te incita,

Na busca constante, a verdade a encontrar,

Satisfação na pesquisa que não se dissipa,

Visa-se o conhecimento, sem nunca parar.

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Poetisa da alma, o eu se desvenda,

Improvisa-se a jornada, um eterno aprender,

Na divisa do ser, a essência recomenda,

Na poesia da busca, um saber a tecer.

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Oh, mente que analisa e desvenda o véu,

Amor que a estrada te percorre ao céu,

Desavisa-te da inércia, segue tua sina.

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Na poesia perene, o saber se amplia,

E em cada descoberta, a alma se guia,

Oh poetisa eterna, a sabedoria te ilumina.

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Ó serenata ao amor, doce melodia,

Encanto suave que ao coração suspira,

No véu da noite, a saudade arrepia,

Lembranças doces, alma que delira.

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O encanto da aurora, qual estrela brilha,

Na promessa do sol, no anseio persistente,

Melodia que embala, alma que trilha,

Sussurros do passado, amor se fez presente.

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Oh, doce romance, em cada suspiro,

Sinto a brisa da paixão, eterno giro,

Recordações, perfume da devoção.

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No encanto da noite, a nostalgia aflora,

E em cada acorde, a alma se enamora,

Serenata ao amor, eterna emoção.

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Lembrança suave, doce como aurora,

Saudade que envolve, como um véu sereno,

Na melodia antiga, eterna ancora,

Suspiros no peito, paixão por inteiro.

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O perfume das rosas, amores etéreos,

Eternos portões que o tempo não leva,

Encanto das tardes, sonhos, mistérios,

Sussurros secretos, num beijo revela.

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Oh, lembrança que o coração enlaça,

Chocolates em beijos, doçuras em graça,

Sentimento antigo, harmonia plena.

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Na nostalgia do amor, lágrima aflora,

E em cada verso, a alma se enamora,

Lembranças eternas, nas almas amenas.

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Ó suspiro suave que o peito embala,

Encanto fugaz que a alma acaricia,

Na brisa da noite, a saudade exala,

Lembrança doce, na alma se inicia.

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O aroma da aurora, amor que perdura,

Promessa sussurrada ao longo do tempo,

Melodia do coração, doçura pura,

Sussurros do passado, eterno alento.

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Ah, doce suspiro, suspenso no ar,

Encanto do sol, tarde a cintilar,

Sentimento antigo, cumplicidade.

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Na nostalgia que em cada tarde mora,

E em cada escada, a alma se enamora,

Suspiro etéreo, à ti felicidade.

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Saudade, doce aroma que perdura,

A brisa de uma tarde, o suspiro ecoa,

No véu da memória, a lembrança se aventura,

Lembranças ternas, a alma em mim destoa.

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A tarde é curta com promessas raras,

Melodia suave ressoa no ar,

Sussurros do passado, histórias tão caras,

Suspiros do coração, não sinto teu pulsar.

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Oh, saudade que habita o peito humano,

Encanto antigo, em cada ano,

Sentimento que não se cansa.

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Na nostalgia que a alma explora,

E em cada verso, a alma chora,

Saudade eterna, que em mim avança.

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Encanto sutil que a alma envolve,

Doce lembrança que o coração guarda,

No véu da saudade, o amor resolve,

Lembrança eterna, na noite tarda.

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A aurora brilha com o nascer de linda planta,

Melodia suave, ecoa no peito,

Sussurros que contam a história que encanta,

Suspiros do passado, amor se faz perfeito.

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Oh, encanto que o tempo não desfaz,

Promessa que o coração sempre traz,

Harmonia eterna, nos braços se condói.

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Na nostalgia que em cada verso aflora,

E em cada tarde, a alma se enamora,

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(Betto Gasparetto -xii-23)

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