Arquivo para 22 de dezembro de 2023

Pinturas de Pátios, Beijos e Portões

Posted in Sem categoria on 22 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

___________parte I____________
Oh, doce amor, cuida de ti, minha brisa rara,
Pois meu coração, em fervor, por ti ampara.
A tempestade pode assolar nosso caminho,
Mas em teus olhos vejo o mais doce carinho.

___________parte II____________
Meu amor, tua imagem é meu mais precioso tesouro,
Em meu bem-querer reside meu anseio encontrar-te.
Os olhares rondam, como sombras na noite,
Mas contigo, minha força, minha luz, a vida se faz arte.

___________parte III____________
Ah, bela musa, minha alma se encanta por ti,
Como as estrelas cintilam no firmamento a tarde.
Se a maldade se atreve a tocar tua graça divina,
Lutarei contra ela, em tua defesa, oh, brisa!

___________parte IV____________
Oh, cuida-te, amor, das águas da aflição,
Pois nosso amor resplandece em pura devoção.
Nosso vínculo, qual laço indestrutível e puro,
Há de enfrentar as provações, firmes no apuro.

___________parte V____________
Então, meu amor, seja teu guardião, vigia atento,
Pois és meu mundo, meu farol, meu alento.
Em cada batida, em cada suspiro, eu te amo,
Cuida-te, meu amor, e juntos enfrentaremos todo o engano.

___________parte VI____________
Dos pátios fizemos nossos segredos,
Tardes e olhares saudosos
Os pássaros cantavam sem medo
Pois o beijar se fez um canto amoroso…

___________parte VII____________
Então, amada aos corredores brilha,
Nosso segredo abertos em portões de aço,
Te roubo um beijo, oh amada brisa,
E inocente prendes-me em teus braços…

(Betto Gasparetto)

“A Vontade é de Voltar”

Posted in Sem categoria on 22 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

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I – Alvoradas Vividas

No crepúsculo sutil da memória adormecida,

Reside o anseio de retornar ao passado,

Em cada suspiro, uma jornada vivida,

A saudade em meu ser, um fardo amarrado.

Oh, doce melancolia que me envolve,

Como um véu de tristeza, delicado e sutil,

Os momentos idos, a alma resolve,

Reviver na mente, a nostalgia é o fio condutor.

Na alvorada dos dias que já se foram,

A ânsia de retroceder é real e forte,

Oh, como anelo sentir o que outrora o coração amou,

E caminhar pelas trilhas da lembrança, sem norte.

Mas o tempo, cruel e inexorável senhor,

Não permite retrocessos na sua corrida,

As pegadas deixadas ficam como um louvor,

Memórias que na mente persistem, acolhidas.

Então, ergo-me ante o inexorável destino,

Aceitando que o passado não mais retornará,

Porém, a vontade de voltar é um hino,

Que em meu ser, eternamente ecoará.

Assim, na tessitura da vida em movimento,

A nostalgia permanece como uma canção,

A saudade, um eterno lamento,

Da vontade de voltar, uma doce emoção.

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II – Retornos ao Tempo

Perante o palco da existência, o tempo avança,

Cada cena, um ato, sem direito a revisão,

Mas a vontade de regressar, a lembrança,

Persiste como uma eterna emoção.

Nos recônditos da alma, o passado ecoa,

Cada riso, lágrima ou sorriso, entrelaçado,

Como um livro aberto que o coração entoa,

A vontade de voltar, um desejo acalentado.

Ah, como os dias outrora eram vividos,

Cada aurora, um sonho a ser desvelado,

A saudade, em suspiros, é colorida,

Pela ânsia de voltar ao já passado.

Na tessitura dos dias que fluem adiante,

A lembrança resplandece em cada canto,

O desejo de retornar, constante,

Mesmo que o tempo se mostre implacável e tanto.

E assim, no teatro da vida em movimento,

Persiste a vontade de um retorno à cena,

Um anseio eterno, íntimo sentimento,

A vontade de voltar, em cada pena.

Que as asas da memória possam, então, voar,

Neste poema, um eco do que foi sentido,

A vontade de regressar, sem se apagar,

No palco da vida, um eterno gemido.

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III – Tempo Aclamado

Nos corredores do tempo, o eco ecoa,

Lembranças dançam ao som do passado,

A vontade de retornar, ela abraça,

A vontade de voltar, em fantasia,

Constrói castelos na mente, a cena.

Como um eco eterno, sempre aclamado.

Oh, suave nostalgia, doce melodia,

Que embala os sonhos nas tardes serenas,

Cada rua percorrida, cada rosto lembrado,

É um convite à dança das memórias,

A vontade de retornar, um legado,

Das histórias entrelaçadas em tantas histórias.

Porém, como o vento que não se retém,

O tempo flui em sua própria medida,

A vontade de voltar, um além,

Que na alma se ergue, em despedida.

Assim, que estas linhas sejam o relato,

Da ânsia de retornar ao que foi outrora,

A vontade de voltar, um retrato,

Da alma que anseia por uma antiga aurora.

Que na tapeçaria da vida, este sentir,

Seja um tributo aos dias que se vão,

A vontade de voltar, a persistir,

Como um eco suave, na canção.

Neste poema, um lamento que ecoa,

Da vontade de voltar, intensa e real,

Como uma prece que a alma entoa,

A vontade de voltar é, de fato, real.

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IV – Essências em Suspiros

Nas páginas do tempo, a história se tece,

Cada linha escrita é um suspiro de saudade,

A vontade de retornar, uma prece,

Que ecoa na alma com intensidade.

Oh, como o passado se enraíza fundo,

Na essência do ser, como raiz forte e firme,

A vontade de voltar, um profundo

Desejo que na alma se admira e admite.

As memórias, um caleidoscópio de emoções,

Tecendo um manto de vivências e cores,

A vontade de voltar, em recordações,

Despertando nos olhos antigos amores.

Que estas palavras, como notas de um cântico,

Sejam o eco de um desejo entranhado,

A vontade de voltar, um momento mítico,

Nos anais da mente, eternizado.

Na jornada da vida, o olhar para trás,

Revela o desejo que jamais se esvai,

A vontade de voltar, mesmo em paz,

É o eco de um tempo que não cai.

Assim, no palco das memórias eternizadas,

Reside a ânsia de um retorno incerto,

A vontade de voltar, sempre celebrada,

Num coração que guarda o passado bem perto.

Que estas linhas, como uma ode ao sentir,

Retratem a verdade do anseio que pulsa,

A vontade de voltar, sem se extinguir,

Na essência da alma, como eterna pulsão convulsa.

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V – Andanças Prometidas

Nas estradas do ontem, trilhas se entrelaçam,

Cada passo ecoa o riso e ao amor,

A vontade de voltar, como chama que abraça,

As lembranças que guardo com fervor.

Oh, como o tempo é um tecelão habilidoso,

Entrelaçando fios no tecido da vida,

A vontade de voltar, um verso amoroso,

Que na alma ecoa como prometida.

Nos cantos do coração, o eco persiste,

De momentos vividos com fervor,

A vontade de voltar, que insiste,

Reacendendo o passado em seu fulgor.

Que estas palavras, como um sopro ao vento,

Levem consigo o desejo e a flor,

A vontade de voltar, um sentimento

Que na alma se enraíza com fervor.

Assim, neste poema de lembrança e o fervor,

Reside o eco de um querer que jamais se vai,

A vontade de voltar, eterno clamor,

Na jornada da alma, uma melodia que cai.

Que as páginas do tempo guardem este sentir,

A vontade de voltar, em versos entrelaçados,

Como um suspiro antigo, a persistir,

No coração, nos sonhos, nos dias passados.

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VI – Recordações em Pétalas

Na trama da vida, um desejo se destaca,

A vontade de voltar, como estrela guia,

Pelos caminhos da memória que em mim se embarca,

Recordando histórias, risos e alegrias.

Oh, como o tempo tece a tapeçaria,

Dos dias que vivemos com intensidade,

A vontade de voltar, uma melodia,

Que ecoa na alma, com fidelidade.

Nos jardins da lembrança, flores desabrocham,

Cada pétala, um momento que se vai,

A vontade de voltar, onde se enroscam

Os laços do passado, que ainda cai.

Que estas linhas sejam como um tributo,

Ao desejo que na alma permanece,

A vontade de voltar, um lamento absoluto,

Um canto suave que nunca fenece.

Assim, nas entrelinhas deste poema,

A vontade de voltar é o mote,

Um desejo que na alma esquema,

Os contornos de um passado remoto.

Que este verso, como uma prece entoada,

Traduza o desejo de um coração saudoso,

A vontade de voltar, sempre celebrada,

Como um sentimento tão grandioso.

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VII – O Amor se Constrói

No tecido do tempo, só o amor resplandece,

Como um farol que guia a jornada,

A vontade de voltar, ele aquece,

Nos recantos da alma, morada.

Pois só o amor sustenta tal desejo,

De retornar aos braços do que foi amado,

A vontade de voltar, como um ensejo,

Do afeto eterno, jamais esquecido.

Nos momentos de êxtase, nos laços da paixão,

A vontade de voltar encontra abrigo,

Só o amor, em sua doce dimensão,

Perpetua na alma tal sentido.

Que este poema celebre, pois, o amor,

E sua força para além do tempo e espaço,

A vontade de voltar, como ardente fervor,

No coração, gravada em cada traço.

Pois é só o amor que mantém acesa a chama,

Da vontade de retornar ao que foi caro,

A saudade e o amor, em uma mesma trama,

Entrelaçam-se, formando um laço raro.

Que estas palavras, como um tributo ao sentimento,

Retratem a força do amor que nos liga,

A vontade de voltar, como um fermento,

No coração, onde a memória se abriga.

(Betto Gasparetto)