Arquivo para 29 de dezembro de 2023

SEQUESTRAS-TE-ME UM BEIJO FRANCÊS NA GALERIA DE ARTES

Posted in Sem categoria on 29 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Em uma sala repleta de memórias guardadas,
Onde livros sussurram segredos do passado,
Onde páginas desdobram amores e jornadas,
Ali, a história de um beijo francês foi desenhada.
*
Sequestras-te-me um beijo, furtivo e terno,
No canto silencioso daquela sala antiga,
Entre prateleiras que guardam o eterno,
Eternizando um momento em sua cantiga.
*
Teus lábios, feito pétalas de rosa em flor,
Roubaram-me um instante de sonho e calor,
Enquanto o tempo cessava seu vigor,
Registrando esse gesto de puro amor.
*
O cenário, um palco de histórias a contar,
Testemunha silente desse doce beijar,
Onde o presente se une ao eterno a pulsar,
Naquele momento, não havia mais lugar.
*
Assim, em meio às páginas do destino,
Nossa história se tece, num sussurro divino,
Sequestrando um beijo francês, sem ser clandestino,
Na sala de histórias, onde o amor são os olhares e vinhos…

(Betto Gasparetto)

GOSTARIA DE TE TRADUZIR EM FRANCÊS

Posted in Sem categoria on 29 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Ah, os beijos, especialmente o tão cobiçado beijo francês. Essa expressão de carinho, desejo e intimidade é um verdadeiro ballet de emoções. A mente é transportada para um mundo onde a conexão humana se manifesta de maneira sublime.

Imaginação à solta, as sensações se materializam. É como se estivesse ali, no limiar do momento, sentindo a tensão crescente, os corações batendo em uníssono e a eletricidade estática que precede o toque dos lábios. A ansiedade se mistura com a expectativa, uma antecipação que preenche o espaço entre os dois.

Os lábios se aproximam num balé coreografado pela química entre duas almas. Cada movimento é calculado, cada respiração é compartilhada. Há um sussurro mudo que paira entre eles, uma narrativa silenciosa de paixão e desejo.

Mas nesse conto de sonhos não realizados, o ápice nunca é alcançado. O momento, tão próximo e ainda assim tão distante, se desvanece na brisa do quase. Fica a memória do que poderia ter sido, a sensação doce do quase toque, uma lembrança que persiste na mente, provocando suspiros de nostalgia.

O beijo francês não dado se transforma em um ícone de possibilidades perdidas, um tesouro guardado na gaveta das memórias não vividas. É um capítulo inacabado, uma história que aguarda seu desfecho, um fragmento de uma jornada não concluída.

No entanto, mesmo na ausência desse beijo, há beleza. Há uma magia no desejo não consumado, uma chama que continua acesa na espera do momento certo para se manifestar. É a promessa de um futuro encontro, onde o beijo francês será mais do que uma fantasia, será a realidade mais doce e aguardada.

(Betto Gasparetto)