À TI AMADA SENHORA, MEUS FÔLEGOS DE SAUDADES TE PERTENCEM!
(Betto Gasparetto)
Ó nobre senhora, os fôlegos de saudades, tema que ecoa pelos recônditos do coração, são como o suave vento que traz à mente lembranças douradas de tempos passados, memórias que acariciam a alma com a doçura da melancolia.
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São como cânticos suaves entoados pela lira da memória, despertando a nostalgia pelos momentos que já se foram, mas que persistem vivos na morada interna da recordação.
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As saudades, como brisas nostálgicas, trazem à mente a imagem de momentos amados, qual estrelas cintilantes em céu sereno, imortalizadas no tecido do tempo.
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Oh, como são preciosas, essas saudades, a recordação viva do que um dia foi, daquilo que fez pulsar o coração em tempos idos, tecendo a tapeçaria das experiências que enriquecem a jornada da vida.
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Oh, quão profundos são os anseios que entrelaçam o peito do ser, como as águas serenas de um rio antigo, fluindo na eternidade dos dias idos!
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Os fôlegos de saudades, suaves como pétalas de rosa acariciadas pela brisa do crepúsculo, são como o eco das lembranças que dançam na alma, tecendo um manto de emoções que ecoam pelos séculos.
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Ah, como se derramam essas lembranças, como um bálsamo que, ao mesmo tempo, acalma e aflige, extraindo lágrimas de alegria por tempos passados, revivendo com ardor a chama da vivência em um tempo já esvanecido.
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É um tesouro inestimável, essa saudade, a musa que inspira a jornada e embeleza os dias com os tons saudosos da memória, criando um vínculo intemporal com o que um dia foi e jamais deixará de existir na tessitura do ser.
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Expressar amor é algo tão belo! Permita-me senhora amor meu, ecoar a ternura desse sentimento:
…
“Meu afeto por ti é como o universo, vasto e sem fim. Em cada batida do coração, teço uma constelação de carinho que ultrapassa fronteiras e se perde na imensidão do infinito.
És a luz amada senhora que guia meus passos em meio à escuridão, o calor que aquece minha alma nos dias frios. Que nossa jornada seja marcada por esse amor que transborda, cresce e se renova a cada instante, erguendo-se além dos limites do tempo e do espaço, mesmo que em alguma noite eu escale as muralhas do teu castelo, até chegar à varanda do teu quarto. E quando estiveres dormindo, um sono angelical, eu possa beijar os teus lábios, teu corpo, oh amada minha, deixando meu perfume e meu suor na geografia do teu corpo em brisa…”
(Betto Gasparetto)
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