DEIXEI MEU CORAÇÃO NO CORAÇÃO DA AMADA

(Betto Gasparetto)

No coração da amada repousei meu ser, lá onde o amor dança, suave como a brisa. Deixei meu coração em doce entrega, um presente de afeto, feito em poesia.
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Nas curvas do seu sorriso, repousei meu riso, no eco dos seus suspiros, encontrei meu abrigo. Deixei meu coração, um tesouro precioso, na melodia do amor, no calor do seu abraco.
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Nos olhos dela, encontrei o infinito, um universo vasto, onde me perco e me acho. Deixei meu coração, nesse espaço sagrado, onde o amor floresce, eterno e apaixonado.
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Assim, entre suspiros e ternuras trocadas, deixei meu coração, na amada, entregue e enamorado, um tesouro guardado, um sentimento eternizado, um amor que perdura, para sempre celebrado.
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Oh, doce amada, guardiã do meu ser, teço versos eternos, em louvor ao teu ser. Deixei meu coração, na fonte dos teus beijos, na doçura do teu toque, nos sonhos mais desejos.
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No pulsar do teu peito, repousei meu querer, na sinfonia dos nossos risos, fiz meu viver. Deixei meu coração, na tua mão segura,
um laço eterno, uma paixão que perdura.
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Ah, amor que transcende, além do tempo, um elo indissolúvel, sublime sentimento. Deixei meu coração, como prova de devoção, na constância do afeto, na eterna canção.
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Assim, no compasso dos dias que se vão, permaneço, na doce entrega do meu coração, na morada da amada, onde encontro razão, de viver este amor, sublime, sem qualquer condição.
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Ah, o beijo francês, sabor de paixão ardente, nos lábios da amada, gesto eloquente. Deixei meu coração nesse enlace de afeto, no toque dos teus lábios, num doce soneto.
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No beijo à moda francesa, encontrei o encanto, um mergulho profundo, um elo, um pranto. Deixei meu coração, na dança dos teus beijos, num bailar de ternura, envolto em desejos.
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Na suavidade desse toque, no calor do instante, deixei minha alma, entregue, vibrante. No beijo que acende chamas, sentimento envolvente, deixei meu coração, na amada, eternamente.
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Assim, entre o sussurro do vento e o luar, permanece o beijo, gesto que não há de cessar, deixei meu coração na arte de te amar, num beijo francês, eterno a ecoar.
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Ah, o beijo de escultura, misterioso e singular, um toque exótico, na forma de amar. Deixei meu coração nesse gesto incomum, no beijo de escultura, tão único e tão comum.
Nesse encontro de culturas, no calor dos trópicos, um beijo diferente, que une sonhos utópicos.
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Deixei meu coração na essência desse afeto, num beijo de escultura, gesto tão completo.
Na dança dos lábios, no enlace que perdura, deixei meu ser, na magia da ternura. No beijo que transcende fronteiras e marés, deixei meu coração, entre risos e prazeres.
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Assim, entre o oriente e o ocidente a se encontrar, o beijo de escultura, um legado a se eternizar, deixei meu coração, na doce arte de amar, num beijo singular, sempre a me encantar.
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Ah, o beijo do pompoir, arte de sedução, na conexão íntima, na união da paixão. Deixei meu coração nesse encontro peculiar, no beijo do pompoir, gesto singular a amar.
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Na harmonia dos corpos, na dança dos desejos, um beijo diferente, que transcende os ensejos. Deixei meu coração nessa troca de prazer, no beijo do pompoir, um modo de querer.
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Na arte oriental, na sensualidade sem par, deixei meu ser, nesse beijo a se entrelaçar. No pompoir que encanta, que une e seduz, deixei meu coração, entregue, a sós com a luz.
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Assim, entre suspiros e afagos a se entregar, o beijo do pompoir, um ritual a ecoar, deixei meu coração, nessa arte de amar, num beijo ímpar, eterno a celebrar.

(Betto Gasparetto)

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