I – Distancias Que Não Amenizam
Oh, brisa que ecoa na alma e no ser,
Num sorriso franco, a expressão da alegria,
Na pesquisa do riso, o coração a bater,
Satisfação pura, em doce melodia.
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Improvisa a dança, o corpo em movimento,
Na conquista da graça, a arte em seu lugar,
Visa-se o contentamento, o belo sentimento,
No caminho da felicidade, o doce estar.
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Na mente que analisa, a alma te ilumina,
Desliza suavemente na pureza da vida,
Desavisa-me do peso, a alma me refina.
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Na divisa do riso, a pureza consentida,
E em cada sorriso, a essência é percebida,
Num riso eterno, a vida pela vida.
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II – Entradas e Saídas: Meros Sinais
Oh, poetisa que a mente anseia encontrar,
Na busca incessante, a verdade se revela,
Satisfação na conquista, no agir a sonhar,
Visa-se a esperança, na jornada singela.
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Na pesquisa do ser, cada mistério desvenda,
Improvisa-se a vida, em cada passo a seguir,
Na divisa do destino, a alma se entenda,
No caminho da fé, um futuro a tecer.
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Ah, mente que analisa com olhar profundo,
Lisa, a trajetória que nos conduz ao mundo,
Desavisa-te do medo, segue a tua sina.
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Na promessa do amanhã, um eterno enredo,
E em cada aurora, o sonho é sempre cedo,
Na promessa da vida, a alma se ilumina.
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III – Quem Revisa Quem
Vem revisa, nome que a história carrega,
Na doçura do som, uma melodia,
Avisa ao mundo a graça que não se nega,
Na tua essência, uma doce poesia.
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Na pesquisa dos nomes, significados mil,
Satisfação no simbolismo que traz consigo,
Improvisa-se o afeto, um amor gentil,
Na divisa do carinho, um abraço amigo.
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Oh, mente que analisa, na palavra se encerra,
Brisa, a beleza do nome que acalma e aterra,
Desavisa-te da pressa, aprecia a rotina.
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Vem revisa, a alma encontra a serenidade,
E em cada traço, uma eterna verdade,
No nome que ecoa, uma história divina.
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IV – À Guisa do Amor
Na guisa singela, a vida se desenha,
Na mente que analisa, cada movimento,
Satisfação na jornada, cada beijo se empenha,
Visa-se a felicidade em cada momento.
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Na pesquisa do eu, o ser se revela,
Improvisa-se o caminho, passo a passo a trilhar,
Na divisa da alma, a essência se revela,
Encontrando a paz, um destino a almejar.
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Oh, mente que analisa com tanta clareza,
Beijo-te na face, oh quão doce surpresa,
Desavisa-te da angústia, um beijo contamina?
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Na guisa da existência, a vida se enlaça,
E em cada etapa, a alma te abraça,
Na guisa do amor, a essência me ilumina.
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V – Poetisa dos Meus Poemas
Nas imagens da mente, o saber te incita,
Na busca constante, a verdade a encontrar,
Satisfação na pesquisa que não se dissipa,
Visa-se o conhecimento, sem nunca parar.
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Poetisa da alma, o eu se desvenda,
Improvisa-se a jornada, um eterno aprender,
Na divisa do ser, a essência recomenda,
Na poesia da busca, um saber a tecer.
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Oh, mente que analisa e desvenda o véu,
Amor que a estrada te percorre ao céu,
Desavisa-te da inércia, segue tua sina.
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Na poesia perene, o saber se amplia,
E em cada descoberta, a alma se guia,
Oh poetisa eterna, a sabedoria te ilumina.
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VI – Serenata Sublime
Ó serenata ao amor, doce melodia,
Encanto suave que ao coração suspira,
No véu da noite, a saudade arrepia,
Lembranças doces, alma que delira.
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O encanto da aurora, qual estrela brilha,
Na promessa do sol, no anseio persistente,
Melodia que embala, alma que trilha,
Sussurros do passado, amor se fez presente.
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Oh, doce romance, em cada suspiro,
Sinto a brisa da paixão, eterno giro,
Recordações, perfume da devoção.
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No encanto da noite, a nostalgia aflora,
E em cada acorde, a alma se enamora,
Serenata ao amor, eterna emoção.
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VII – Lembranças Escritas com Giz
Lembrança suave, doce como aurora,
Saudade que envolve, como um véu sereno,
Na melodia antiga, eterna ancora,
Suspiros no peito, paixão por inteiro.
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O perfume das rosas, amores etéreos,
Eternos portões que o tempo não leva,
Encanto das tardes, sonhos, mistérios,
Sussurros secretos, num beijo revela.
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Oh, lembrança que o coração enlaça,
Chocolates em beijos, doçuras em graça,
Sentimento antigo, harmonia plena.
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Na nostalgia do amor, lágrima aflora,
E em cada verso, a alma se enamora,
Lembranças eternas, nas almas amenas.
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VIII – Suspiro
Ó suspiro suave que o peito embala,
Encanto fugaz que a alma acaricia,
Na brisa da noite, a saudade exala,
Lembrança doce, na alma se inicia.
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O aroma da aurora, amor que perdura,
Promessa sussurrada ao longo do tempo,
Melodia do coração, doçura pura,
Sussurros do passado, eterno alento.
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Ah, doce suspiro, suspenso no ar,
Encanto do sol, tarde a cintilar,
Sentimento antigo, cumplicidade.
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Na nostalgia que em cada tarde mora,
E em cada escada, a alma se enamora,
Suspiro etéreo, à ti felicidade.
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IX – Saudade em Preto e Branco
Saudade, doce aroma que perdura,
A brisa de uma tarde, o suspiro ecoa,
No véu da memória, a lembrança se aventura,
Lembranças ternas, a alma em mim destoa.
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A tarde é curta com promessas raras,
Melodia suave ressoa no ar,
Sussurros do passado, histórias tão caras,
Suspiros do coração, não sinto teu pulsar.
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Oh, saudade que habita o peito humano,
Encanto antigo, em cada ano,
Sentimento que não se cansa.
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Na nostalgia que a alma explora,
E em cada verso, a alma chora,
Saudade eterna, que em mim avança.
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X – Encantos e Silêncios
Encanto sutil que a alma envolve,
Doce lembrança que o coração guarda,
No véu da saudade, o amor resolve,
Lembrança eterna, na noite tarda.
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A aurora brilha com o nascer de linda planta,
Melodia suave, ecoa no peito,
Sussurros que contam a história que encanta,
Suspiros do passado, amor se faz perfeito.
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Oh, encanto que o tempo não desfaz,
Promessa que o coração sempre traz,
Harmonia eterna, nos braços se condói.
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Na nostalgia que em cada verso aflora,
E em cada tarde, a alma se enamora,
Encanto eterno, só o amor constrói!
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(Betto Gasparetto -xii-23)