Arquivo para dezembro, 2023

Mas a Pior Parte de Tudo: Foi Te Perder!

Posted in Acróstico Vocálico on 18 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto – xii23)

Mesmo que nos termos impossíveis

Não teria outra alternativa senão suspirar…

Distancias que forjam um deserto ateu

Não creio que seria de um adeus ou devaneio!

Agora pecar por pecar em solidões outras

permita-me oh amada na distancia te rogar:

alivia-me no abrir dos portões do agora…

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Ter sede de voltar ao que era imaginável,

perpetua um rosto com beijar sagrado…

quimeras em páginas de querer amar

e amando sempre o vulto que se faz tão dócil!

Que as caravelas possam navegar além do Olimpo,

que quando as praias do encontrar revelem

que o tesouro mais preciso que o ouro é o infinito amar…!

(Betto Gasparetto – xii23)

“O Anseio das Palavras Não Pronunciadas”

Posted in Monólogos with tags , on 17 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto -xii-23)


Em tempos antigos e venturosos, onde os anseios do coração eram guardados como preciosos tesouros, permeava a dúvida cruel que assolava a alma. Ah, quantas palavras repousavam em silêncio nos confins do nosso ser, ansiando por liberdade, ansiando por voz! Como um teatro sombrio, onde o palco se tornava o cárcere das emoções não proferidas, apenas suspiradas nas profundezas da lamentação.

Quantas, ó quão inumeráveis, são as palavras que repousam em nossos corações, tesouros inestimáveis, como pérolas ocultas no seio das águas escuras. E, no entanto, pungentes arrependimentos nos assombram quando, em desalento, não as proferimos! Sentimentos, tão vastos e sublimes, não se enclausuram apenas nas gaiolas das palavras; ecoam através dos olhares, bailam nos gestos, como uma dança silenciosa que o coração realiza.

No afastamento da convivência habitual, paira sobre nós a névoa da incerteza, o temor sutil que tece suas teias ao redor do que outrora foi sólido e conhecido. Ah, a inquietude que devora os alicerces da confiança, questionando se os dias vindouros guardarão a mesma harmonia, se a sinfonia que outrora encantava os ouvidos persistirá em seu eterno compasso.

Porém, há uma verdade indelével que se insinua entre os recantos da dúvida: o fluir do tempo, com sua inexorável marcha, não tolhe a profundidade dos laços verdadeiros. Pois, ainda que distantes em espaço, nossas almas podem convergir na sinfonia dos afetos, nas entrelinhas dos olhares que clamam por reencontro, nas mãos que anseiam pelo calor do toque familiar.

Oh, corações inquietos, ecoai vossos desejos, pois mesmo na quietude das palavras não ditas, a essência do sentimento se ergue como um farol, guiando-nos na busca pela constância no efêmero palco da existência.

(Betto Gasparetto -xii-23)

Sonetos Imperfeitos de Um Beijar Distante

Posted in Sem categoria on 16 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto -xii-23)

Oh, brisa que ecoa na alma e no ser,

Num sorriso franco, a expressão da alegria,

Na pesquisa do riso, o coração a bater,

Satisfação pura, em doce melodia.

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Improvisa a dança, o corpo em movimento,

Na conquista da graça, a arte em seu lugar,

Visa-se o contentamento, o belo sentimento,

No caminho da felicidade, o doce estar.

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Na mente que analisa, a alma te ilumina,

Desliza suavemente na pureza da vida,

Desavisa-me do peso, a alma me refina.

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Na divisa do riso, a pureza consentida,

E em cada sorriso, a essência é percebida,

Num riso eterno, a vida pela vida.

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Oh, poetisa que a mente anseia encontrar,

Na busca incessante, a verdade se revela,

Satisfação na conquista, no agir a sonhar,

Visa-se a esperança, na jornada singela.

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Na pesquisa do ser, cada mistério desvenda,

Improvisa-se a vida, em cada passo a seguir,

Na divisa do destino, a alma se entenda,

No caminho da fé, um futuro a tecer.

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Ah, mente que analisa com olhar profundo,

Lisa, a trajetória que nos conduz ao mundo,

Desavisa-te do medo, segue a tua sina.

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Na promessa do amanhã, um eterno enredo,

E em cada aurora, o sonho é sempre cedo,

Na promessa da vida, a alma se ilumina.

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Vem revisa, nome que a história carrega,

Na doçura do som, uma melodia,

Avisa ao mundo a graça que não se nega,

Na tua essência, uma doce poesia.

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Na pesquisa dos nomes, significados mil,

Satisfação no simbolismo que traz consigo,

Improvisa-se o afeto, um amor gentil,

Na divisa do carinho, um abraço amigo.

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Oh, mente que analisa, na palavra se encerra,

Brisa, a beleza do nome que acalma e aterra,

Desavisa-te da pressa, aprecia a rotina.

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Vem revisa, a alma encontra a serenidade,

E em cada traço, uma eterna verdade,

No nome que ecoa, uma história divina.

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Na guisa singela, a vida se desenha,

Na mente que analisa, cada movimento,

Satisfação na jornada, cada beijo se empenha,

Visa-se a felicidade em cada momento.

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Na pesquisa do eu, o ser se revela,

Improvisa-se o caminho, passo a passo a trilhar,

Na divisa da alma, a essência se revela,

Encontrando a paz, um destino a almejar.

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Oh, mente que analisa com tanta clareza,

Beijo-te na face, oh quão doce surpresa,

Desavisa-te da angústia, um beijo contamina?

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Na guisa da existência, a vida se enlaça,

E em cada etapa, a alma te abraça,

Na guisa do amor, a essência me ilumina.

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Nas imagens da mente, o saber te incita,

Na busca constante, a verdade a encontrar,

Satisfação na pesquisa que não se dissipa,

Visa-se o conhecimento, sem nunca parar.

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Poetisa da alma, o eu se desvenda,

Improvisa-se a jornada, um eterno aprender,

Na divisa do ser, a essência recomenda,

Na poesia da busca, um saber a tecer.

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Oh, mente que analisa e desvenda o véu,

Amor que a estrada te percorre ao céu,

Desavisa-te da inércia, segue tua sina.

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Na poesia perene, o saber se amplia,

E em cada descoberta, a alma se guia,

Oh poetisa eterna, a sabedoria te ilumina.

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Ó serenata ao amor, doce melodia,

Encanto suave que ao coração suspira,

No véu da noite, a saudade arrepia,

Lembranças doces, alma que delira.

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O encanto da aurora, qual estrela brilha,

Na promessa do sol, no anseio persistente,

Melodia que embala, alma que trilha,

Sussurros do passado, amor se fez presente.

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Oh, doce romance, em cada suspiro,

Sinto a brisa da paixão, eterno giro,

Recordações, perfume da devoção.

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No encanto da noite, a nostalgia aflora,

E em cada acorde, a alma se enamora,

Serenata ao amor, eterna emoção.

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Lembrança suave, doce como aurora,

Saudade que envolve, como um véu sereno,

Na melodia antiga, eterna ancora,

Suspiros no peito, paixão por inteiro.

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O perfume das rosas, amores etéreos,

Eternos portões que o tempo não leva,

Encanto das tardes, sonhos, mistérios,

Sussurros secretos, num beijo revela.

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Oh, lembrança que o coração enlaça,

Chocolates em beijos, doçuras em graça,

Sentimento antigo, harmonia plena.

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Na nostalgia do amor, lágrima aflora,

E em cada verso, a alma se enamora,

Lembranças eternas, nas almas amenas.

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Ó suspiro suave que o peito embala,

Encanto fugaz que a alma acaricia,

Na brisa da noite, a saudade exala,

Lembrança doce, na alma se inicia.

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O aroma da aurora, amor que perdura,

Promessa sussurrada ao longo do tempo,

Melodia do coração, doçura pura,

Sussurros do passado, eterno alento.

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Ah, doce suspiro, suspenso no ar,

Encanto do sol, tarde a cintilar,

Sentimento antigo, cumplicidade.

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Na nostalgia que em cada tarde mora,

E em cada escada, a alma se enamora,

Suspiro etéreo, à ti felicidade.

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Saudade, doce aroma que perdura,

A brisa de uma tarde, o suspiro ecoa,

No véu da memória, a lembrança se aventura,

Lembranças ternas, a alma em mim destoa.

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A tarde é curta com promessas raras,

Melodia suave ressoa no ar,

Sussurros do passado, histórias tão caras,

Suspiros do coração, não sinto teu pulsar.

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Oh, saudade que habita o peito humano,

Encanto antigo, em cada ano,

Sentimento que não se cansa.

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Na nostalgia que a alma explora,

E em cada verso, a alma chora,

Saudade eterna, que em mim avança.

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Encanto sutil que a alma envolve,

Doce lembrança que o coração guarda,

No véu da saudade, o amor resolve,

Lembrança eterna, na noite tarda.

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A aurora brilha com o nascer de linda planta,

Melodia suave, ecoa no peito,

Sussurros que contam a história que encanta,

Suspiros do passado, amor se faz perfeito.

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Oh, encanto que o tempo não desfaz,

Promessa que o coração sempre traz,

Harmonia eterna, nos braços se condói.

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Na nostalgia que em cada verso aflora,

E em cada tarde, a alma se enamora,

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(Betto Gasparetto -xii-23)

Sonetos Imperfeitos de Um Olhar Secreto

Posted in Sonetos on 15 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto -xii-23)

Ó brisa que analisa, a ti eu rogo,
Desvenda os segredos do vasto além,
Em cada mistério, em cada fogo,
Desvencilha o véu que encobre o além.

Tu, que avisa ao mundo, és mensageiro,
Revela ao homem seu destino incerto,
Num jogo de acertos, errei primeiro,
No palco da vida, és eterno concerto.

Improvisa, alma, em tua jornada,
Pisa firme sobre a terra e sua dor,
Conquista o amor, molda tua estrada,
Visa o alto céu, tua meta, teu fulgor.

Ah, mente, que me envolve com saber,
Nunca cesse a busca, sempre a crescer.

Na divisa entre o sonho e a realidade,
Frisa-se a linha tênue do ser e do não ser,
Na vastidão do mundo, na imensidade,
Lisa é a estrada que leva a compreender.

Se desfaz o espírito na busca incessante,
Na conquista do saber, na jornada sem fim,
Visa-se horizontes com a alma vibrante,
E na dança da vida, seu eterno clarim.

Oh, mente, em tua pesquisa inquisidora,
Busca a luz no caminho do conhecimento,
Iluminaste os caminhos da tua aurora,
Desavisa-te do erro, seguindo o vento.

Na divisa do saber, a alma me sorri,
Que ruma ao universo, para além de ti.

No sorriso singelo, o mundo te ilumina,
Riso que ecoa na alma, doce melodia,
Em cada expressão, a alegria se destina,
Brisa é a face que revela tal magia.

Doei meu coração na conquista do riso,
No jogo da vida, na dança da emoção,
Visa-se a paz, finda-se todo o improviso,
Na serenidade, reside a redenção.

Ah, mente que analisa, em tua pesquisa,
Descobre no sorriso a essência da verdade,
Na divisa entre dores, a doce premissa,
Deslisa a tristeza, renasce a felicidade.

No sorriso que ilumina o olhar e a vida,
Encontra-se à guisa para a alma ser acolhida.

Na pesquisa incessante, o saber se expande,
Inquisa é a mente que busca a luz do saber,
Cada mistério revela-se, não se esconde,
Lisa é a estrada que nos faz compreender.

Devolva-me o espírito na busca infindável,
Conquista-se a verdade, passo a passo a seguir,
Visa-se o entendimento, objetivo inabalável,
Na jornada do saber, a sabedoria a florir.

Oh, brisa inquisidora, desbravadora de mistérios,
Devoro-te no conhecimento, na vastidão do aprender,
Devoraste-me na busca por novos impérios,
Desavisa-te do erro, para o saber renascer.

Na pesquisa, a alma encontra seu alento,
Emerge do escuro, brilha em seu intento.

Ah, mente precisa, que analisa a fundo,
Satisfação reside no teu saber profundo,
Visa a verdade, conquista cada império,
Na divisa do conhecimento, és um mistério.

O riso se revela na alma que avisa,
Na pesquisa constante, luz que eterniza,
Improvisa caminhos, conquista o saber,
No caminho do aprendizado, vais crescer.

E assim, a vida frisa em cada momento,
Lisa é a jornada, em busca do alento,
Desavisa-te do erro, segue tua sina.

No limiar do saber, a mente se enleva,
Na conquista do entendimento, se eleva,
Na preciosa busca, a sabedoria se ilumina.

Oh, tal brisa que cobre o corpo, a pele,
Na tua simplicidade, um traço singelo,
Avisa ao mundo o gosto do vestuário,
Na tua trama, um mundo inteiro e extraordinário.

Na busca pelo estilo, a mente elabora,
Improvisa-se na escolha, a moda que labora,
Na conquista do visual, uma nova brisa,
Brisa, a aparência que reflete a divisa.

Na pesquisa de cores, de tecidos e fitas,
Satisfação no trajar, um gosto que incita,
Visa-se a elegância, a expressão pessoal.

Na camisa, um pedaço da própria essência,
Veste-se a alma, com toda a sua vivência,
Um simples tecido, um universo genial.

Oh, Brisa é a estrada da vida a seguir,
Na mente que analisa, a busca incessante,
Satisfação na conquista do porvir,
Visa-se o saber, jornada constante.

Na pesquisa da alma, o ser se revela,
Improvisa-se a dança, a alegria se irradia,
Na divisa do sonho, a esperança singela,
Nesta brisa da verdade, a sabedoria.

Na busca do entendimento, a mente frisa,
Sorria, alma, e deslize na jornada lisa,
Desavisa-te do medo, segue a tua sina.

Na preciosa jornada, a luz ilumina,
E em cada passo, a alma se refina,
Na estrada da vida, a mente se alucina.