Arquivo para 3 de janeiro de 2024

DANÇA DOS DESEJOS

Posted in Sem categoria on 3 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(BettoGasparetto)

Quem poderia com os desejos, que se comportam como astros reluzentes, e trazem em suas malas de andante, um porque adornado de razões?
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Quem no firmamento da paixão, pode conduzir os passos apaixonados de um andarilho, que através da imensidão do horizonte Mendiga oportunidades?
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Talvez um ardente desejo de poder querer mesclar-se no abraço do amado ser, e por isso vai além das fronteiras da timidez que o próprio medo impôs…
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Talvez alimentando o âmago com promessas inimagináveis e inebriantes do encontro, se faça romper o segredo enclausurado no doar-se integralmente sós.
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Talvez pela impetuosa queixa, como uma brisa suave, afasta as sombras tão amargurados e inquietantes, que erguendo-se como farol que ilumina os caminhos do coração, possa com su espada Subtrair o peso da distância algoz..

Me perdoe pelos desejos que resplandecem os olhares na constelação da paixão, pois orientando os passos no trajeto rumo ao intimo afeto, transcenda as barreiras da solidao impostas pelo partir…

(BettoGasparetto)

DANÇA DOS MEDOS

Posted in Sem categoria on 3 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Quantas vezes oscilamos em cordas bambas que traídos pelo sutil dos medos, como sombras varrendo os risos e choros em contínuo movimento?
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Quantas vezes pecamos, cercados pelo amor avassalador, tecendo teias das mais profundas incertezas e dúvidas nos recônditos mais íntimos da alma?
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Talvez inseguranças e receios se ocultassem nas sombras mais íngremes e obscuras do tão esquecido coração…
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Talvez criamos o temor, a fragilidade que o amor sempre buscou de amparo…
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Talvez o perigo iminente de uma entrega surpreendentemente plena…
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Quais são os objetivos finais do silenciar dos medos?
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Provavelmente como sentinelas atentas, que vigiam os portões do afeto, ou ainda, erguendo muralhas que buscam proteger-se da vulnerabilidade adormecida…
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Ou quem sabe, do risco íntimo de interpretar por completo o outro…
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Quem sabe nas fissuras mais secretas daquelas ligadas à emoção…
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Onde estão esses temores que a volúpia tomou conta em que dançam, lançando silhuetas sobre a luz radiante do amor, enaltecendo a clareza desse sentimento sublime.

(BettoGasparetto)

DANÇA DAS INCERTEZAS

Posted in Sem categoria on 3 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(BettoGasparetto)

Onde estão esses sentimentos distintos, entrelaçados nos pensamentos no tecido do humano?
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Quem envolve-se em uma dança etérea, onde os fatídicos medos, como sombras esculpidas, desenham perplexas hesitações nos recônditos mais profundos do ser?
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Talvez as incertezas e temores que se agitam, semeando dúvidas na senda do amor, ou onde a entrega total se choca com o receio da imperfeita vulnerabilidade.
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Talvez os desejos, como estrelas cintilantes que no firmamento da paixão, iluminam os céus da existência…
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Talvez guiando os passos apaixonados por um universo de possibilidades…
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Talvez nas miríades do afeto, que transpõem a timidez dos medos, nutrindo o coração da inocência a promessa do arqyitetado encontro, da sublime entrega plena…
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Talvez, nesta dança intricada entre amor, paixão, medos e desejos, por coincidência, desvela-se a redoma complexa da experiência humana…
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Talvez cada fio dessas máscaras possam desempenhar seu papel no grande tabuleiro artesanal que na tapeçaria da vida, adorna com os matizes indeléveis do profundo sentimento mais nobre: o genuíno amor.. .

(BettoGasparetto)

REVOADAS

Posted in Sem categoria on 3 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Onde está Pegasus de vitrais içando voo esplêndido e graciosamente, que vai tecendo palavras e mesmo ao sussurro do coração?

Onde está o amor, qual véu límpido de artifício supremo, que constrói os fios invisíveis do paralelo destino, entrelaçando corpos, olhares, suores, almas que se encontram vividamentes emaranhadas na abóbada celeste?
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Talvez na regência magnífica dos sentidos, as paixões despontam como uma labareda devoradora que nutre, arde em fogos que se avivam num beijo…
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Talvez na essência, como o braseiro que vai aquecendo os leitos, os  póros,  a alma em seu ápice intimamente flamejante…

(Betto Gasparetto)