Arquivo para 6 de janeiro de 2024

A SOFRÍVEL SOLIDÃO DE ESTAR SÓ

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

por Scarleth Honney

Na quietude do coração humano, ecoa a sofrível solidão de estar só. Dentro de cada alma, há um anseio por conexão, um clamor por união com o todo. A solidão, essa sombra que paira sobre muitos, não é apenas a ausência de companhia física, mas a sensação de separação, o vazio que habita o âmago quando os laços do entendimento se desfazem.

A verdadeira solidão não reside na ausência de outros seres, mas na desconexão consigo mesmo e com o universo que nos cerca. É na compreensão de nossa essência e na busca por compaixão mútua que encontramos a cura para esse mal. A jornada para transcender essa solidão começa com o autoconhecimento, a aceitação e o amor próprio.

Voraz de ter coragem de fugir do medo voraz!

Foto por Jeswin Thomas em Pexels.com

É imperativo entender que a conexão genuína não se limita ao contato físico, mas floresce na empatia, na compreensão e na vontade de compreender o próximo. A solidão é uma ilusão que se dissipa quando abraçamos a humanidade como uma família interligada, quando buscamos entender e amar sem reservas.

Assim como a noite cede espaço à aurora, a solidão pode ser superada quando escolhemos abrir nossos corações para o entendimento mútuo, para a compaixão e para a busca da unidade com todos os seres. É na união de propósitos nobres e na compreensão de que somos todos parte de um todo maior que encontramos a verdadeira cura para a sofrível solidão de estar só.

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NÔMADES

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

por Post Scriptum

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IMPETUS
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Nos desertos da vida, onde o sol queima inclemente e o horizonte se estende em uma vastidão sem fim, as estradas se estendem como veias ancestrais da terra, traçando linhas na areia que ecoam histórias silenciosas.
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HABITUS
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O deserto, um lugar de quietude e solidão, é onde a alma encontra seu eco mais profundo. Sob o olhar impiedoso do sol, os grãos de areia dançam ao sabor do vento, revelando a dança eterna do tempo. É aqui, neste vasto vazio, que a jornada se desdobra diante dos passos incertos dos viajantes.
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INSULTUS
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As estradas, como serpentes sinuosas, entrelaçam-se nos desertos como veias pulsantes, conectando o presente ao desconhecido. Cada curva, cada reviravolta, conta uma história própria, marcada pelas pegadas daqueles que ousaram desbravar o desconhecido.
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PROPOSITUM
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No deserto da existência, as estradas se tornam metáforas de escolhas e destinos. Às vezes, se estendem à nossa frente como promessas de aventura, convidando-nos a seguir em frente, apesar do desconhecido. Outras vezes, se dissipam no horizonte, desafiando nossa coragem e determinação.
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Foto por Sebastian Palomino em Pexels.com

MENTECAPTUS
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Assim como o viajante enfrenta o deserto com coragem e resiliência, enfrentamos os desertos da vida. A cada passo dado, descobrimos mais sobre nós mesmos, sobre a força que reside no âmago de nossa própria essência. Nas estradas que percorremos, deixamos nossas pegadas, nossas histórias, nossos sonhos.
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INSOLITUS
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Nos desertos da existência, as estradas são mais do que meros caminhos de areia e pedra. São símbolos de perseverança, de esperança e de busca incessante pela verdade que se esconde nas profundezas de nossa alma. Nos desertos e estradas, encontramos não apenas um caminho a seguir, mas a nós mesmos, desvendando os segredos mais profundos que residem dentro de nós.