DEPOIS DA CHUVA
Por L. M. LEYREBERG
(…)
Após o tumulto líquido do céu, quando as nuvens exauridas derramaram suas lágrimas, o mundo se vestiu de um silêncio sereno. O aroma do solo umedecido pairava no ar, envolvendo cada detalhe da paisagem em um véu de frescor renovado. Sob os vestígios da chuva, os reflexos nas poças d’água ecoavam a dança dos raios de sol, como uma sinfonia de prata e ouro. E ali, no alvorecer pós-chuva, os corações se encontraram, nutridos pela pureza da natureza, enquanto cada gota deixava o palco para o romance florescer sob o éter celestial.
“Na metamorfose efêmera entre a tempestade e o renascimento, a essência do encontro humano pós-chuva revela-se como um eco da resiliência, onde a interseção entre a natureza e os corações se torna um palco efêmero, porém poderoso, para a conexão e a renovação social.”
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