Arquivo para 9 de janeiro de 2024

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

Posted in Sem categoria on 9 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo VII: A Confissão Ardente

Foto por Taryn Elliott em Pexels.com

Numa noite enluarada, sob o aroma de rosas, declarei-te meu amor ardente. As palavras fluíram como um rio caudaloso, levando consigo minha devoção inabalável por ti.

Entre as pétalas rubras e o suave perfume que inundava o ar, encontrei coragem para expressar o que habitava em meu peito. As estrelas cintilantes no céu pareciam cúmplices, testemunhando a confissão de minha paixão fervorosa.

Cada frase proferida era um tributo ao sentimento que me consumia, uma declaração fervente que buscava ecoar além das palavras, mergulhando na essência pura e incontida do amor que cultivava por ti. Era como se meu coração, há tempos cativo de teus encantos, finalmente encontrasse liberdade na sinceridade de minhas palavras.

E naquele momento de verdade e entrega, vi em teus olhos a chama correspondente, a confirmação de um afeto mútuo que se entrelaçava como ramos de uma árvore frondosa, prometendo sombra e abrigo em todas as estações da vida.

(Betto Gasparetto – i-xii)

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

Posted in Sem categoria on 9 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo VI: A Provação do Amor

Foto por Jonathan Borba em Pexels.com

Os desafios surgiram, testando a força de nossa união. Mas como o mármore esculpido por um artista renomado, nossa relação resistiu às intempéries, tornando-se ainda mais sólida e bela.

Os ventos tempestuosos da vida nos colocaram diante de obstáculos inesperados. Distâncias, compromissos e adversidades desafiaram nossa jornada. Entretanto, como dois navegadores experientes, enfrentamos as tempestades, sempre confiantes no amor que nos unia.

Cada adversidade fortaleceu nossos laços, como se a provação fosse a argamassa que cimentava os alicerces de nossa relação. Nas horas difíceis, encontramos apoio mútuo, sustentando-nos um ao outro com a determinação de superar qualquer obstáculo.

Nossos corações, como guerreiros resilientes, mantiveram-se firmes perante as tribulações, transformando os desafios em oportunidades de crescimento. Assim, o amor que nutríamos não apenas sobreviveu às provações, mas floresceu, revelando sua verdadeira força e beleza.

(Betto Gasparetto – i-xii)

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(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo V: O Enigma das Estrelas

Colina Fiesole – http://www.florenceitaly.org

No alto da colina de Fiesole, contemplamos as estrelas, procurando respostas nos mistérios celestiais. Em silêncio, entendemos que nossos destinos se entrelaçavam como constelações no firmamento.

Longe das agitações da cidade, encontramos refúgio no sereno silêncio da natureza. Sob o céu estrelado, as constelações eram como histórias antigas escritas nas esferas celestes, e ali, entre suspiros e olhares ternos, encontramos a paz que só o isolamento da agitação urbana poderia oferecer.

Nossas conversas não buscavam respostas místicas, mas sim a compreensão mútua, como se as estrelas fossem testemunhas silenciosas de nossa jornada. O enigma do cosmos nos inspirava a refletir sobre a grandiosidade do universo e a simplicidade de nosso amor.

Foi ali, na quietude da noite, que nos demos conta de que não precisávamos decifrar os segredos celestes para entender a beleza de nossa conexão. Bastava-nos a presença um do outro, sob o vasto e eterno firmamento, para compreendermos a profundidade de nossos sentimentos.

(Betto Gasparetto – i-xii)

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

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(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo IV: A Dança dos Sentimentos

Foto por Pavel Danilyuk em Pexels.com

Numa festa à moda renascentista, dançamos ao som de violinos e flautas. Cada passo, um afago na alma; cada olhar, uma promessa de eternidade. Nossos corações batiam em harmonia com a música dos céus.

Vestidos ricamente ornamentados e trajes que exibiam a nobreza da época adornavam nossos corpos, mas nada brilhava tanto quanto o brilho em nossos olhos ao nos encontrarmos na pista de dança. Sob o esplendor dos candelabros, éramos figuras de um quadro vivo, imersos num redemoinho de emoções.

O toque suave de suas mãos nas minhas, o movimento grácil de nossos passos entrelaçados, pareciam traduzir em gestos o amor que transbordava em nossos corações. Era uma dança cósmica, onde o tempo se desvanecia e éramos apenas duas almas perdidas na beleza do momento presente.

Ao som da música renascentista, celebramos a exuberância da vida e a magia do amor, deixando que nossos corpos expressassem o que as palavras jamais poderiam descrever. Foi naquele baile, entre mesuras e reverências, que nossa conexão se aprofundou como um laço eterno.

(Betto Gasparetto – i-xii)

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

Posted in Sem categoria on 9 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo III: Os Jardins da Paixão

Foto por Maria Orlova em Pexels.com

Os jardins secretos de Medici testemunharam nosso amor florescer. Entre rosas rubras e jasmins perfumados, nossas mãos se encontravam, e nossos suspiros se entrelaçavam na brisa suave da tarde.

Os caminhos sinuosos entre canteiros ornamentados eram nossas trilhas para o paraíso, onde o murmúrio das fontes ecoava harmonias celestiais. Sob a sombra das árvores ancestrais, compartilhávamos sonhos e segredos, cada um revelando uma camada mais profunda de nossa ligação.

Era como se os próprios deuses tecessem uma tapeçaria de amor entre as folhagens exuberantes, pintando cada pétala como um testemunho vivo da intensidade de nossos sentimentos. Os jardins, em sua majestade renascentista, pareciam cúmplices silenciosos de nossa paixão.

No crepúsculo, quando os raios solares se dissipavam sobre as colinas, despedíamo-nos desses jardins encantados, levando conosco o perfume das flores e a memória de momentos que jamais desvaneceriam.

(Betto Gasparetto – i-xii)