23 MOTIVOS PARA ENTENDER O “ATÉ QUANDO VOU VIVER TE AMANDO EM SEGREDOS?” E 2 SONETOS PRA PODER DIZER “EU TE AMO”!
(Betto Gasparetto)

I. A Sombra do Silêncio
Até quando viverei nas sombras do silêncio, ocultando os suspiros do meu coração, que pulsa em segredos que apenas as estrelas testemunham?
II. As Estrelas como Confidentes
Até quando as estrelas serão minhas confidentes, ouvindo os segredos que sussurro em meio à noite, revelando um amor que permanece velado aos olhos do mundo?
III. O Manto do Mistério
Até quando me envolverá o manto do mistério, ocultando as páginas escritas em tinta invisível, onde te amo em palavras que nunca ousam ser ditas?
IV. O Sabor do Segredo
Até quando provarei o sabor do segredo, como um fruto proibido, saboreando o doce amargor de um amor que floresce nas sombras da discrição?
V. A Dança dos Desejos Velados
Até quando dançarei nos salões dos desejos velados, onde nossos olhares se entrelaçam como bailarinos que sussurram promessas de paixão em passos silenciosos?
VI. O Silêncio das Palavras Não Ditas
Até quando o silêncio será meu aliado, guardando as palavras não ditas que ecoam nos recantos do meu peito, palavras que delineiam o amor que se mantém em segredo?
VII. A Arte do Olhar Cúmplice
Até quando a arte do olhar cúmplice será meu refúgio, onde cada piscar de olhos é um código indecifrável, mas repleto de mensagens que proclamam um amor sutil?
VIII. O Oculto nas Páginas do Coração
Até quando o coração será o livro em que guardo os capítulos secretos de um amor proibido, cujas páginas são lidas apenas por olhos que entendem o idioma do afeto velado?
IX. As Sombras que Abraçam o Amor
Até quando as sombras serão testemunhas silenciosas, abraçando o amor que se esconde nas dobras da noite, onde os suspiros são confidências sussurradas ao vento?
X. A Melodia do Segredo
Até quando a melodia do segredo ecoará nos cantos da minha alma, como uma canção triste que ressoa na penumbra, contando a história de um amor que permanece oculto?
XI. Os Beijos Roubados pela Escuridão
Até quando a escuridão será cúmplice dos beijos roubados, onde nossos lábios se encontram em um ballet de sombras, dançando uma coreografia de desejos entrelaçados?
XII. A Pintura do Afeto Escondido
Até quando pintarei a tela do meu coração com as pinceladas de um afeto que se esconde nas entrelinhas, formando um quadro que somente eu posso decifrar?
XIII. O Jogo das Mãos que Não se Tocam
Até quando jogarei o jogo das mãos que não se tocam, onde a proximidade é uma ilusão, mas os dedos dançam no ar, traçando linhas imaginárias de um toque proibido?
XIV. A Perfumada Discrição do Amor
Até quando respirarei a perfumada discrição do amor, onde o aroma das emoções compartilhadas flutua no ar, mas apenas corações atentos podem decifrar seu doce segredo?
XV. Os Sonhos que Murmuro em Silêncio
Até quando murmurarei os sonhos em silêncio, como segredos confiados às estrelas, onde a noite é testemunha da profundidade do meu amor oculto?
XVI. As Promessas Seladas em Pensamentos
Até quando selarei promessas em pensamentos, juramentos que ecoam no vasto silêncio, mas que permanecem invisíveis aos ouvidos alheios?
XVII. A Sinfonia dos Sentimentos Camuflados
Até quando a sinfonia dos sentimentos camuflados ressoará, como uma orquestra invisível, tocando as notas de um amor que se entrelaça nas entrelinhas do cotidiano?
XVIII. O Brilho Escondido nos Olhos
Até quando o brilho escondido nos olhos será a chama que arde discretamente, como uma estrela solitária na vastidão do céu, testemunhando a intensidade do meu amor silencioso?
XIX. O Silêncio que Grita Verdades
Até quando o silêncio gritará verdades não pronunciadas, como um eco que reverbera nas paredes do meu ser, clamando por um amor que transcende o ato de falar?
XX. A Dança do Tempo que Espera
Até quando dançarei com o tempo que espera pacientemente, enquanto nossos destinos se cruzam e se afastam, mas o amor persiste, aguardando o momento propício?
XXI. Os Juramentos Sussurrados ao Vento
Até quando sussurrarei juramentos ao vento, palavras que se dispersam na vastidão, mas que carregam consigo o compromisso eterno de um amor que transcende as barreiras do entendimento?
XXII. O Silêncio como Testemunha
Até quando o silêncio será testemunha de um amor que se constrói em suspiros não ditos, mas que ecoam no espaço que separa os corações entrelaçados em segredo?
XXIII. O Até Quando que Permanece Incerto
Até quando viverei te amando em segredos? O “até quando” é uma incógnita, uma jornada de mistério que apenas o destino desvelará, revelando ou ocultando o desfecho desse amor que persiste no domínio das sombras.

SONETO Nº 1
Nos ares sutis, onde a brisa dança,
Uma razão surge, suave e divina,
Em versos que o coração alcança,
Eu digo “eu te amo, vida minha”.
*
Como pétalas que acariciam a face,
Teu amor é como a brisa, serena,
Em cada suspiro, encontro de enlace,
Um laço que em meu peito ressoa amena.
*
Nas asas do vento, levo a canção,
“Eu te amo, vida minha”, proclamo,
Como melodias abraçam-me então…
*
Entre sussurros que o vento declama,
Minha razão é clara quando eu clamo,
No sopro do amor que a brisa inflama.
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SONETO Nº II
Sob o manto celeste, no crepúsculo brando,
Minha razão para amar, brisa acariciante,
É como a dança das folhas no campo,
No murmúrio do vento, declaro, constante.
*
Tu és a brisa que afaga minha pele,
Um beijo suave que o ar me oferece,
No “eu te amo”, promessa que se revela,
Como fragrância que o coração apetece.
*
Entre árvores que sussurram segredos,
Ecos de amor, na brisa se entrelaçam,
“Eu te amo, brisa minha”, em devaneios.
*
Nas alvoradas, quando o sol se desperta,
A brisa testemunha, enquanto abraçam,
Os ventos, nosso amor, em eternos beijos.
(Betto Gasparetto – vi-vi)
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