Arquivo para 11 de janeiro de 2024

EM TANTOS MARES QUE NAUFRAGUEI, SEMPRE NAVEGUEI BUSCANDO EM DELIRIOS O TEU CORPO SEGURO (Almas Marinhas em 13 partes)

Posted in Sem categoria on 11 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Parte IV: Içando Horizontes Íntimos

Foto por Splash of Rain em Pexels.com

I

Nos horizontes íntimos, descobri constelações de prazer, onde as estrelas eram os gemidos que ecoavam na vastidão do nosso êxtase. Cada toque era uma promessa cumprida, uma jornada que se desdobrava em terras inexploradas de êxtase compartilhado.

II

Nos horizontes íntimos, onde o céu e o mar se unem em uma sinfonia celestial, encontrei os contornos suaves da tua presença. Cada amanhecer revelava um novo capítulo, onde as nuances do nosso amor se desenhavam nas cores vibrantes que tingiam o céu da nossa cumplicidade.

III

Os horizontes íntimos eram como uma tela em branco, aguardando a pincelada delicada dos nossos momentos compartilhados. As estrelas, agora testemunhas silenciosas do nosso entrelaçar, cintilavam como diamantes na vastidão do nosso espaço íntimo, onde segredos eram sussurrados ao vento e desejos eram entrelaçados como fios de seda.

IV

Nesse horizonte privado, descobrimos que as marés da paixão podem ser suaves como carícias, e os ventos do compromisso sopram constantes, guiando-nos por mares de harmonia. Cada onda que beijava a costa da nossa intimidade trazia consigo histórias entrelaçadas, registros eternos de um amor que navegava por águas tranquilas.

V

Nos horizontes íntimos, nossos corpos se tornavam navegadores destemidos, explorando terras desconhecidas de prazer e descoberta. Cada toque era um mapa que guiava nossas mãos por caminhos secretos, e a comunhão dos nossos corpos criava um espetáculo celestial no palco da nossa alcova.

VI

O sol poente, como um artista generoso, pintava o céu com pinceladas douradas, celebrando a beleza dos nossos momentos íntimos. Nas sombras da noite, encontrávamos refúgio nas constelações do desejo, onde os gemidos e sussurros eram estrelas cadentes a iluminar a escuridão.

VII

Na quietude dos horizontes íntimos, descobrimos que a verdadeira entrega é uma dança sutil entre o dar e o receber. Cada respiração compartilhada era um pacto renovado, uma promessa selada pelos beijos que ecoavam como ecos suaves no crepúsculo do nosso entendimento mútuo.

VIII

Assim, nos horizontes íntimos, os nossos mundos se fundiam, criando uma geografia única de afeto e paixão. Os suspiros se tornavam ventos que sopravam suavemente, acariciando as velas da nossa jornada conjunta. Era nesse horizonte, onde as estrelas cintilavam como testemunhas eternas, que descobrimos que o verdadeiro amor não conhece fronteiras, e nossas almas dançavam juntas sob o manto celestial da nossa intimidade compartilhada.

(Betto Gasparetto – v-x)

EM TANTOS MARES QUE NAUFRAGUEI, SEMPRE NAVEGUEI BUSCANDO EM DELIRIOS O TEU CORPO SEGURO (Almas Marinhas em 13 partes)

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(Betto Gasparetto)

Parte III: Respostas, Tempestades do Coração

Foto por GEORGE DESIPRIS em Pexels.com

I

Sob tempestades do coração, os relâmpagos do desejo iluminavam as águas agitadas, enquanto as lágrimas salgadas se misturavam às águas salgadas do mar. Cada rajada de vento carregava consigo a intensidade dos sentimentos, e meu barco, frágil diante das tormentas, persistia na busca insaciável pelo abrigo dos teus braços.

II

Sob os céus carregados de nuvens, mergulhei nas tempestades do coração, onde os relâmpagos do desejo iluminavam as águas agitadas do sentimento. As marés tumultuosas, impulsionadas pela energia elétrica da paixão, quebravam contra as rochas do meu ser, deixando marcas profundas de intensidade e volúpia.

III

As tempestades do coração eram como um frenesi de emoções, um turbilhão de sentimentos que se desencadeava com a força de um vento descontrolado. Cada raio era um arrepio que percorria a espinha, um eco vibrante que ressoava nas cavernas do meu ser, enquanto o trovejar do desejo ecoava como uma sinfonia de paixão incontida.

IV

Em meio às tempestades, teu olhar tornou-se meu farol, uma luz ardente que cortava as trevas. Os ventos da incerteza, porém, sacudiam as velas da confiança, fazendo-me navegar por mares desconhecidos, onde o único farol visível era a luz fugaz dos teus olhos.

V

Cada gota de chuva era um beijo roubado pelo vento, uma carícia que caía do céu para selar o pacto entre o coração e a tormenta. Nos abraços das tempestades, despi-me das defesas, entregando-me ao tumulto de sentimentos que se chocavam como ondas enfurecidas.

VI

No coração da tempestade, encontrei o abrigo da tua presença, onde o caos se transformava em uma dança apaixonada. Os trovões, como tambores de guerra, marcavam o compasso acelerado do meu peito, enquanto a chuva salgada misturava-se às lágrimas da entrega, formando um rio que fluía em direção à profundidade do nosso amor.

VII

As tempestades do coração eram um teste de resistência, uma prova de que o amor verdadeiro é capaz de sobreviver à fúria dos elementos. A cada rajada de vento, a cada rajada de emoção, eu me agarrava à certeza de que, no olho do furacão, encontraríamos a serenidade que só os amores tempestuosos podem conhecer.

VIII

E assim, nas tempestades do coração, aprendi que a paixão é como um vendaval que desarruma as certezas e desafia os limites. Enfrentei os ventos furiosos da dúvida, mas, ao mesmo tempo, experimentei a emoção indomável que se ergue das profundezas, moldando uma história intrépida e apaixonante, onde as tempestades são prelúdios para os momentos de quietude que se seguem.

(Betto Gasparetto – v-x)

EM TANTOS MARES QUE NAUFRAGUEI, SEMPRE NAVEGUEI BUSCANDO EM DELIRIOS O TEU CORPO SEGURO (Almas Marinhas em 13 partes)

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(Betto Gasparetto)

Parte II: Arpões, Rastros de Esperança

Foto por Anatolii Kiriak em Pexels.com

I

Na dança caótica das marés, encontrei rastros de esperança que se desenhavam como constelações fugidias. Teus olhos, qual estrelas cadentes, guiavam-me através das trevas, e os suspiros do vento revelavam promessas sussurradas nas dobras do horizonte, onde o desconhecido se entrelaçava com a promessa de um porto seguro.

II

Nas águas revoltas da jornada, entre os escombros dos naufrágios iniciais, busquei os rastros de esperança que flutuavam como cintilantes estrelas fugidias. Os ventos, agora mais amenos, carregavam o suave perfume da possibilidade, enquanto as ondas, embora ainda inquietas, pareciam sussurrar promessas de encontros iminentes.

III

Ao seguir os rastros de esperança, como um marinheiro orientando-se por estrelas antigas, percebi que cada cicatriz dos naufrágios anteriores era uma carta náutica, um aprendizado que me conduzia na direção certa. As estrelas, agora mais próximas, eram faróis a iluminar o caminho incerto, e o horizonte se tornava uma tela onde o destino pintava suas paisagens.

IV

Em meio aos destroços das minhas expectativas, encontrei a beleza dos recomeços. Os rastros de esperança, como pegadas na areia da praia, indicavam que o oceano vasto da paixão ainda guardava segredos a serem revelados. Cada passo em direção aos rastros era uma renovação de fé, uma aceitação de que, mesmo nos mares tempestuosos, a esperança se manifesta como uma luz guia.

V

Os contornos do teu ser tornavam-se mais nítidos à medida que eu avançava, como se os rastros de esperança fossem trilhas desenhadas pelas mãos do destino. A cada passo, a cada respiração salgada do oceano, sentia-me mais próximo do teu porto seguro, onde as tempestades passadas cediam lugar a uma calmaria anunciada nos gestos de ternura que se delineavam na imaginação.

VI

Nessa busca, os sentimentos assumiam a forma de ondas suaves, carregando consigo a promessa de uma terra firme onde poderíamos ancorar nossos sonhos compartilhados. As estrelas, agora cúmplices confidentes da minha jornada, pareciam conspirar a favor do encontro iminente, alinhando-se no céu como testemunhas silenciosas da construção de uma nova narrativa.

VII

E, entre os rastros de esperança, percebi que a beleza da busca não estava apenas no destino final, mas nos momentos de descoberta ao longo do caminho. Cada rastro marcado pelo tempo e pelas marés era uma história, uma lembrança que ecoava como uma canção suave, embalando-me na travessia emocional em direção ao teu corpo seguro.

VIII

Assim, nos rastros de esperança, encontrava a força para continuar a jornada, ciente de que, mesmo nas águas tumultuadas da vida, há um roteiro de luz desenhado pelos corações que anseiam por se encontrar. Cada passo era uma promessa renovada, um convite ao desconhecido, onde os rastros se entrelaçavam em danças de possibilidades infinitas.

(Betto Gasparetto – v-x)

EM TANTOS MARES QUE NAUFRAGUEI, SEMPRE NAVEGUEI BUSCANDO EM DELIRIOS O TEU CORPO SEGURO (Almas Marinhas em 13 partes)

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(Betto Gasparetto)

Parte I: Mares, Naufrágios Iniciais

Foto por Ray Bilcliff em Pexels.com

I

Mares, Oh, em tantos mares, naveguei e naufraguei nas ondas turbulentas do destino, buscando, em delírios profundos, o farol de teu corpo seguro.

Ares que me beijam a pele.

Reparei com todas as forças. Mesmo que o oceano, testemunha silenciosa dos meus tormentos, refletia a complexidade dos meus anseios, enquanto as estrelas, como cúmplices cósmicos, traçavam mapas incertos nos céus, não desistir em te buscar…

Incertos mares?

II

Numa noite onde o oceano se estendia como um manto negro, comecei meus naufrágios iniciais. As águas, agitadas pela incerteza, refletiam as sombras dos meus anseios. O céu, coberto por nuvens traiçoeiras, sussurrava segredos inaudíveis enquanto eu me aventurava pelas ondas desconhecidas em busca do teu corpo seguro.

III

Os ventos, como testemunhas silenciosas da minha jornada, carregavam consigo o eco de promessas não ditas. As estrelas, pontilhando o firmamento com sua luz distante, eram faróis que me guiavam através do labirinto tumultuado do mar, onde a esperança e o medo dançavam uma dança eterna.

IV

Entre as cristas das ondas, buscava as pistas deixadas pelo destino. A cada naufrágio, as marés arrastavam consigo fragmentos dos meus sonhos desfeitos, como destroços de um navio que já não suportava o peso da tempestade interior. A busca pelo teu corpo seguro era, naquelas águas revoltas, uma odisseia de emoções entrelaçadas.

V

As estrelas, como olhos cintilantes no rosto da noite, observavam meus passos incertos sobre as águas inexploradas. Sob o véu do desconhecido, eu persistia, ansioso por desvendar os mistérios que envolviam o teu ser. Cada estrela parecia sussurrar promessas, como se a resposta para a minha busca estivesse escrita nas constelações celestiais.

VI

À deriva, permiti-me ser guiado pela sinfonia do oceano, pelos acordes melancólicos das suas canções que embalavam os suspiros da minha alma errante. Os recifes, como sentinelas submersas, guardavam segredos que apenas o tempo revelaria, e eu avançava, mergulhando cada vez mais fundo nas águas do mistério.

VII

Nesse labirinto de emoções, encontrei-me perdido entre a fascinação e a apreensão. Cada onda era um capítulo não escrito, uma página em branco aguardando a tinta da descoberta. Em meio às águas revoltas, busquei as marcas do teu corpo seguro, como um tesouro escondido nas profundezas do oceano da existência.

VIII

Ao longo das noites, sob a luz pálida da lua, os sentimentos fluíam como correntezas, levando-me para longe da costa segura da razão. As estrelas, agora confidentes do meu desatino, pareciam sorrir com benevolência, como se compreendessem a busca desesperada por um porto seguro no horizonte distante.

IX

E assim, nos primeiros naufrágios, a semente da paixão e da incerteza germinou. Cada onda quebrada era um suspiro da minha alma em busca do teu corpo seguro. Neste início turbulento, eu me lançava ao mar, entregando-me à tempestade do amor que se desenhava no horizonte, sabendo que cada naufrágio era apenas o prelúdio de uma história ainda por se desdobrar.

(Betto Gasparetto – v-x)