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O MENSAGEIRO NÃO ME AVISOU QUE O ÚLTIMO TREM PARTIRIA HOJE!

Posted in Sem categoria on 4 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

AVISOS E DECLARAÇÕES
*
No aviso sutil do tempo, o mensageiro se ausentou,
E o derradeiro trem partiu sem anunciar sua partida,
Na estação deserta, meu coração se viu só,
Entre trilhos vazios, a saudade agora se erguida.
*
A pressa dos segundos não se compadeceu,
E o eco do silêncio preencheu os vagões vazios,
Oh, mensageiro, por que não alertou o que aconteceu?
Partiu o derradeiro trem, sem acenos, sem desvios.
*
Agora, só resta o eco de lembranças que não voltam, Nas curvas da memória, o último trem se desvanece, o Tempo diria, talvez, que “só o amor constrói”,
Mesmo quando o mensageiro, distraído, esquece.
*
Mas, oh, destino impiedoso que nos trama assim,
Deixa-me aqui, entre linhas férreas, um eco a clamar,
Que o mensageiro revele, por fim,
Se outro trem virá, para o amor resgatar.
*
A ESTAÇÃO FECHOU OS PORTÕES
*
Os portões cerrados, a estação silenciou,
O eco dos passos, agora, ecoam sem direção,
Na penumbra dos trilhos, a esperança se esgotou,
E a saudade ecoa na alma, sem explicação.
*
A estação, testemunha do adeus sem aviso,
Guarda em suas paredes a história do que passou,
Os bancos vazios, vestígios de um compromisso,
De um trem que partiu, de um amor que ficou.
*
Ah, estação que acolhe segredos e lamentos,
Teus trilhos testemunham desencontros e aflições,
Os portões fechados, guardam desalentos,
Enquanto a alma espera por novas emoções.
*
Mesmo com portões cerrados, ainda há espaço,
Para sonhos que aguardam por um novo trem,
Que a estação, com seus mistérios, faça compasso,
E traga um novo mensageiro, um novo além.
*
O PÁTIO CENTRAL FICOU TRISTE E VAZIO
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No pátio central, o vazio se instalou,
Onde antes dançavam as sombras e luzes,
As locomotivas, em silêncio, repousam, então parou,
E o eco dos suspiros preenche os ares difusos.
*
Onde outrora se erguiam máquinas imponentes,
Agora paira a melancolia, um cenário sereno,
A fumaça não mais se ergue aos horizontes,
O pátio vazio, testemunha de um destino ameno.
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As linhas retas dos trilhos, agora inertes,
Revelam um passado de viagens e trajetos,
No pátio, um silêncio que ecoa em desertes,
Guardando segredos, saudades, afetos.
*
O vazio que se expande, imenso e profundo,
Não apaga a esperança de um novo amanhecer,
No pátio central, mesmo calado, ainda fecundo,
Anseia-se pelo trem que há de renascer.
*
Que os trilhos se agitem, que o pátio desperte,
Com novas histórias, abraços e canções,
Que o vazio se preencha, que a vida concerte,
E novos trens partam, entre emoções.
*
AS FLORES, A CAIXA DE BOMBONS E O CONVITE MARCARAM UMA PASSAGEM

Entre trilhos e desejos, as flores perfumadas,
Embalaram um afeto, um gesto de ternura,
Na caixa de bombons, doçura compartilhada,
Marcaram a passagem com doçura e doçura.
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O convite, um chamado para um destino incerto,
Ergueu pontes entre almas, entre olhares sedutores,
Em cada pétala, em cada sabor descoberto,
A passagem se fez, entre sorrisos e amores.
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Assim, as flores, a caixa de bombons em tons diversos,
Junto ao convite, desenharam um caminho a percorrer,
Na estação da vida, marcas de afetos dispersos,
Ecos de momentos que se anseiam reviver.
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Cada presente, uma porta entreaberta para o futuro,
Um convite à dança no palco das emoções,
Marcaram uma passagem, um laço seguro,
Entre os trilhos do tempo, entre os corações.
*
Que as flores desabrochem, que os bombons adoçem,
Que o convite perdure como um laço a unir,
Que a passagem marcada, na memória repouse,
E inspire novos destinos a se descobrir.

(BettoGasparetto)

DANÇA DAS MÃOS

Posted in Sem categoria on 4 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Onde estão as talentosas mãos tecelãs que desempenham seu papel na tecelagem deste rico cenário íntimo de abordagem rústica?
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Talvez perpetuaram cada momento sentimental, como mapeando os apertos secretos por mãos habilidosas…
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Talvez por contribuir em uma trama única e singular que compõe a caminhada dos corações entrelaçados em busca de romper as fronteiras da solidão…
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Resolvam oh insensatos críticos ao verdadeiro amor que tecem esta complexa e dolorosa paixão…
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Resolvam oh insensatos perseguidores de sentimentos particulares,  quão tenebrosos são os medos que lançam sombras aos amantes, que contrastam com a luz radiante do amor e da paixão o distanciamento…
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Resolvam oh insensatos predadores dos desejos esculpidos nos corações platônicos, o que representam os céu das emoções?
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Talvez ao perderem-se em cada emoção, um fio distinto nas mãos de talentosas tecelãs pudessem tecer na trama da existência, um beijo afagado e venturoso na criação de uma obra majestosa que é a vivência de um grande amor, repleta de brilhos, cores, nuances, aromas e profundas emoções.
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Talvez neste script, o ser humano se encontrasse, e pudesse se  entreter…
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Talvez o desvendar-se, neste crônico e imerso momento na trama infindável das relações em que se vive, o amor, a paixão, os medos e os desejos entoassem em um requiem perfeito, harmonioso, tal como uma melodia eterna que justifique a experiência humana jogando os pesares no pretérito mais que perfeito!

(Betto Gasparetto)

DANÇA DOS DESEJOS

Posted in Sem categoria on 3 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(BettoGasparetto)

Quem poderia com os desejos, que se comportam como astros reluzentes, e trazem em suas malas de andante, um porque adornado de razões?
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Quem no firmamento da paixão, pode conduzir os passos apaixonados de um andarilho, que através da imensidão do horizonte Mendiga oportunidades?
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Talvez um ardente desejo de poder querer mesclar-se no abraço do amado ser, e por isso vai além das fronteiras da timidez que o próprio medo impôs…
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Talvez alimentando o âmago com promessas inimagináveis e inebriantes do encontro, se faça romper o segredo enclausurado no doar-se integralmente sós.
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Talvez pela impetuosa queixa, como uma brisa suave, afasta as sombras tão amargurados e inquietantes, que erguendo-se como farol que ilumina os caminhos do coração, possa com su espada Subtrair o peso da distância algoz..

Me perdoe pelos desejos que resplandecem os olhares na constelação da paixão, pois orientando os passos no trajeto rumo ao intimo afeto, transcenda as barreiras da solidao impostas pelo partir…

(BettoGasparetto)

DANÇA DOS MEDOS

Posted in Sem categoria on 3 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Quantas vezes oscilamos em cordas bambas que traídos pelo sutil dos medos, como sombras varrendo os risos e choros em contínuo movimento?
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Quantas vezes pecamos, cercados pelo amor avassalador, tecendo teias das mais profundas incertezas e dúvidas nos recônditos mais íntimos da alma?
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Talvez inseguranças e receios se ocultassem nas sombras mais íngremes e obscuras do tão esquecido coração…
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Talvez criamos o temor, a fragilidade que o amor sempre buscou de amparo…
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Talvez o perigo iminente de uma entrega surpreendentemente plena…
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Quais são os objetivos finais do silenciar dos medos?
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Provavelmente como sentinelas atentas, que vigiam os portões do afeto, ou ainda, erguendo muralhas que buscam proteger-se da vulnerabilidade adormecida…
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Ou quem sabe, do risco íntimo de interpretar por completo o outro…
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Quem sabe nas fissuras mais secretas daquelas ligadas à emoção…
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Onde estão esses temores que a volúpia tomou conta em que dançam, lançando silhuetas sobre a luz radiante do amor, enaltecendo a clareza desse sentimento sublime.

(BettoGasparetto)

DANÇA DAS INCERTEZAS

Posted in Sem categoria on 3 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(BettoGasparetto)

Onde estão esses sentimentos distintos, entrelaçados nos pensamentos no tecido do humano?
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Quem envolve-se em uma dança etérea, onde os fatídicos medos, como sombras esculpidas, desenham perplexas hesitações nos recônditos mais profundos do ser?
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Talvez as incertezas e temores que se agitam, semeando dúvidas na senda do amor, ou onde a entrega total se choca com o receio da imperfeita vulnerabilidade.
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Talvez os desejos, como estrelas cintilantes que no firmamento da paixão, iluminam os céus da existência…
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Talvez guiando os passos apaixonados por um universo de possibilidades…
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Talvez nas miríades do afeto, que transpõem a timidez dos medos, nutrindo o coração da inocência a promessa do arqyitetado encontro, da sublime entrega plena…
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Talvez, nesta dança intricada entre amor, paixão, medos e desejos, por coincidência, desvela-se a redoma complexa da experiência humana…
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Talvez cada fio dessas máscaras possam desempenhar seu papel no grande tabuleiro artesanal que na tapeçaria da vida, adorna com os matizes indeléveis do profundo sentimento mais nobre: o genuíno amor.. .

(BettoGasparetto)