Arquivo para janeiro, 2024

23 MOTIVOS PARA ENTENDER O “ATÉ QUANDO VOU VIVER TE AMANDO EM SEGREDOS?” E 2 SONETOS PRA PODER DIZER “EU TE AMO”!

Posted in Sem categoria on 11 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Foto por Inzmam Khan em Pexels.com

I. A Sombra do Silêncio

Até quando viverei nas sombras do silêncio, ocultando os suspiros do meu coração, que pulsa em segredos que apenas as estrelas testemunham?

II. As Estrelas como Confidentes

Até quando as estrelas serão minhas confidentes, ouvindo os segredos que sussurro em meio à noite, revelando um amor que permanece velado aos olhos do mundo?

III. O Manto do Mistério

 Até quando me envolverá o manto do mistério, ocultando as páginas escritas em tinta invisível, onde te amo em palavras que nunca ousam ser ditas?

IV. O Sabor do Segredo

 Até quando provarei o sabor do segredo, como um fruto proibido, saboreando o doce amargor de um amor que floresce nas sombras da discrição?

V. A Dança dos Desejos Velados

 Até quando dançarei nos salões dos desejos velados, onde nossos olhares se entrelaçam como bailarinos que sussurram promessas de paixão em passos silenciosos?

VI. O Silêncio das Palavras Não Ditas

 Até quando o silêncio será meu aliado, guardando as palavras não ditas que ecoam nos recantos do meu peito, palavras que delineiam o amor que se mantém em segredo?

VII. A Arte do Olhar Cúmplice

Até quando a arte do olhar cúmplice será meu refúgio, onde cada piscar de olhos é um código indecifrável, mas repleto de mensagens que proclamam um amor sutil?

VIII. O Oculto nas Páginas do Coração

 Até quando o coração será o livro em que guardo os capítulos secretos de um amor proibido, cujas páginas são lidas apenas por olhos que entendem o idioma do afeto velado?

IX. As Sombras que Abraçam o Amor

 Até quando as sombras serão testemunhas silenciosas, abraçando o amor que se esconde nas dobras da noite, onde os suspiros são confidências sussurradas ao vento?

X. A Melodia do Segredo

 Até quando a melodia do segredo ecoará nos cantos da minha alma, como uma canção triste que ressoa na penumbra, contando a história de um amor que permanece oculto?

XI. Os Beijos Roubados pela Escuridão

Até quando a escuridão será cúmplice dos beijos roubados, onde nossos lábios se encontram em um ballet de sombras, dançando uma coreografia de desejos entrelaçados?

XII. A Pintura do Afeto Escondido

 Até quando pintarei a tela do meu coração com as pinceladas de um afeto que se esconde nas entrelinhas, formando um quadro que somente eu posso decifrar?

XIII. O Jogo das Mãos que Não se Tocam

 Até quando jogarei o jogo das mãos que não se tocam, onde a proximidade é uma ilusão, mas os dedos dançam no ar, traçando linhas imaginárias de um toque proibido?

XIV. A Perfumada Discrição do Amor

 Até quando respirarei a perfumada discrição do amor, onde o aroma das emoções compartilhadas flutua no ar, mas apenas corações atentos podem decifrar seu doce segredo?

XV. Os Sonhos que Murmuro em Silêncio

 Até quando murmurarei os sonhos em silêncio, como segredos confiados às estrelas, onde a noite é testemunha da profundidade do meu amor oculto?

XVI. As Promessas Seladas em Pensamentos

 Até quando selarei promessas em pensamentos, juramentos que ecoam no vasto silêncio, mas que permanecem invisíveis aos ouvidos alheios?

XVII. A Sinfonia dos Sentimentos Camuflados

 Até quando a sinfonia dos sentimentos camuflados ressoará, como uma orquestra invisível, tocando as notas de um amor que se entrelaça nas entrelinhas do cotidiano?

XVIII. O Brilho Escondido nos Olhos

 Até quando o brilho escondido nos olhos será a chama que arde discretamente, como uma estrela solitária na vastidão do céu, testemunhando a intensidade do meu amor silencioso?

XIX. O Silêncio que Grita Verdades

 Até quando o silêncio gritará verdades não pronunciadas, como um eco que reverbera nas paredes do meu ser, clamando por um amor que transcende o ato de falar?

XX. A Dança do Tempo que Espera

 Até quando dançarei com o tempo que espera pacientemente, enquanto nossos destinos se cruzam e se afastam, mas o amor persiste, aguardando o momento propício?

XXI. Os Juramentos Sussurrados ao Vento

 Até quando sussurrarei juramentos ao vento, palavras que se dispersam na vastidão, mas que carregam consigo o compromisso eterno de um amor que transcende as barreiras do entendimento?

XXII. O Silêncio como Testemunha

 Até quando o silêncio será testemunha de um amor que se constrói em suspiros não ditos, mas que ecoam no espaço que separa os corações entrelaçados em segredo?

XXIII. O Até Quando que Permanece Incerto

 Até quando viverei te amando em segredos? O “até quando” é uma incógnita, uma jornada de mistério que apenas o destino desvelará, revelando ou ocultando o desfecho desse amor que persiste no domínio das sombras.

Foto por cottonbro studio em Pexels.com

SONETO Nº 1

Nos ares sutis, onde a brisa dança,

Uma razão surge, suave e divina,

Em versos que o coração alcança,

Eu digo “eu te amo, vida minha”.

*

Como pétalas que acariciam a face,

Teu amor é como a brisa, serena,

Em cada suspiro, encontro de enlace,

Um laço que em meu peito ressoa amena.

*

Nas asas do vento, levo a canção,

“Eu te amo, vida minha”, proclamo,

Como melodias abraçam-me então…

*

Entre sussurros que o vento declama,

Minha razão é clara quando eu clamo,

No sopro do amor que a brisa inflama.

__________________________________________________

SONETO Nº II

Sob o manto celeste, no crepúsculo brando,

Minha razão para amar, brisa acariciante,

É como a dança das folhas no campo,

No murmúrio do vento, declaro, constante.

*

Tu és a brisa que afaga minha pele,

Um beijo suave que o ar me oferece,

No “eu te amo”, promessa que se revela,

Como fragrância que o coração apetece.

*

Entre árvores que sussurram segredos,

Ecos de amor, na brisa se entrelaçam,

“Eu te amo, brisa minha”, em devaneios.

*

Nas alvoradas, quando o sol se desperta,

A brisa testemunha, enquanto abraçam,

Os ventos, nosso amor, em eternos beijos.

(Betto Gasparetto – vi-vi)

EM TANTOS MARES QUE NAUFRAGUEI, SEMPRE NAVEGUEI BUSCANDO EM DELIRIOS O TEU CORPO SEGURO (Almas Marinhas em 13 partes)

Posted in Sem categoria on 11 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Parte XIII: Âncoras e Fortalezas

Foto por Asad Photo Maldives em Pexels.com

I

No crepúsculo dos nossos destinos entrelaçados, descubro que somos âncoras e fortalezas nas mãos de Deus, onde o verdadeiro amor é uma bênção que nos abençoa. É um capítulo sagrado, onde as nossas almas se tornam navios seguros em águas divinas, guiados pelas mãos da providência que tecem os fios invisíveis da nossa história compartilhada.

II

Somos âncoras ancoradas nos planos divinos, cada compromisso firmado é um elo que nos conecta à vontade maior que nos uniu. Nas águas incertas da vida, nossos corações são pontos fixos que resistem às correntes da incerteza, porque o amor que nos une é um decreto divino que nenhum temporal pode desafiar.

III

Em tuas mãos, sinto a força do Criador que moldou nossos destinos. As palmas que acariciam são as mesmas que deram forma à essência do nosso ser. Nas tuas mãos, descubro a arte divina que esculpiu cada traço, cada linha que compõe o livro da nossa existência. Deus, o grande artesão, nos moldou juntos, entrelaçando nossos destinos em uma tapeçaria celestial.

IV

Somos fortalezas, erguidas nas mãos de Deus, cada desafio é uma pedra colocada para fortalecer as fundações do nosso amor. Nas tempestades da vida, somos protegidos pelas torres inabaláveis que Ele construiu. A cada dificuldade enfrentada, percebemos que somos parte de uma construção divina, uma obra-prima de amor e resistência.

V

Nas nossas mãos entrelaçadas, sinto a benção do Alto. O toque singelo dos nossos dedos é uma aliança abençoada, e cada toque é uma comunhão espiritual que celebra a divindade do nosso amor. Deus, o arquiteto celestial, nos uniu não apenas em corpo, mas também em espírito, selando nosso pacto com as bênçãos sagradas do verdadeiro amor.

VI

Cada sorriso compartilhado é um reflexo da luz divina que habita em nós. As lágrimas que secamos são testemunhas da graça que nos sustenta nos momentos mais sombrios. Somos seres abençoados, guardiões de um amor que transcende as fronteiras do terreno, porque nas nossas mãos repousa a benção de Deus que nos protege e guia.

VII

Assim, nas mãos de Deus, somos mais do que meros amantes; somos criaturas abençoadas com a dádiva do verdadeiro amor. Nas suas mãos, encontramos a segurança, a orientação e a certeza de que a nossa jornada é guiada por uma mão divina que escreve a história da nossa união. É a bênção que nos acompanha, como uma luz eterna que brilha nos recantos mais íntimos do nosso amor sagrado.

(Betto Gasparetto – v-x)

EM TANTOS MARES QUE NAUFRAGUEI, SEMPRE NAVEGUEI BUSCANDO EM DELIRIOS O TEU CORPO SEGURO (Almas Marinhas em 13 partes)

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(Betto Gasparetto)

Parte XII: Novamente Teu Porto em Meu Corpo

Foto por Marko Klaric em Pexels.com

I

No crepúsculo dos nossos momentos mais íntimos, descubro a divina confiança em tuas sagradas mãos, onde a entrega se torna um ritual de confiança mútua. É um capítulo onde a vulnerabilidade se transforma em força, e as carícias são uma prece sussurrada nos cantos sagrados do nosso entendimento.

II

Em tuas sagradas mãos, sobrevivi às tempestades da vida. Cada toque é uma bênção que acalma as ondas revoltas do meu ser, como se tuas mãos fossem feitas para domar as tormentas que habitam minha alma. És o guardião que me acolhe nas horas mais sombrias, um farol que guia meu coração de volta à segurança dos teus braços.

III

Cada dedo que traça caminhos suaves sobre minha pele é uma promessa de proteção. O calor das tuas mãos é um abraço que afasta o frio da solidão, uma fonte eterna de conforto que acalma as feridas invisíveis que a vida inscreveu em minha alma. Em tuas sagradas mãos, encontro a fortaleza que me sustenta nos momentos de fragilidade.

IV

Na confluência dos nossos dedos, escrevemos uma história de amor eterno. Cada aperto de mãos é um compromisso renovado, uma aliança que transcende as palavras ditas em votos. O toque suave é um elo que nos conecta nas horas de alegria e nos ampara nos dias de tristeza. Em tuas sagradas mãos, descubro o poder redentor do amor que nos une.

V

O carinho das tuas mãos é uma linguagem silenciosa, um diálogo íntimo que vai além das fronteiras do verbal. Nos gestos delicados, encontramos uma comunicação profunda, onde os sentimentos são traduzidos em afagos, e as emoções se manifestam nos contornos suaves das tuas carícias. As mãos, sábias e gentis, narram a história dos nossos dias juntos.

VI

Em tuas sagradas mãos, percebo que o amor é uma troca constante de energia. Cada toque é uma transferência de calor humano, uma dança energética que nos envolve em uma aura de intimidade. É como se, através das tuas mãos, trocássemos pedaços da nossa essência, criando um laço indissolúvel que transcende as barreiras do físico.

VII

Assim, em tuas sagradas mãos, encontro a sobrevivência e a resiliência que só o verdadeiro amor pode proporcionar. A confiança depositada em teus dedos é uma promessa de que, juntos, somos capazes de superar qualquer desafio. Cada carícia é uma celebração da conexão que nos torna invulneráveis na entrega mútua. Em tuas sagradas mãos, descubro a magia de sobreviver não apenas ao tumulto do mundo, mas também à deliciosa vulnerabilidade de entregar-me completamente ao amor que nos une.

(Betto Gasparetto – v-x)

EM TANTOS MARES QUE NAUFRAGUEI, SEMPRE NAVEGUEI BUSCANDO EM DELIRIOS O TEU CORPO SEGURO (Almas Marinhas em 13 partes)

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(Betto Gasparetto)

Parte XI: Ainda Tens Teu Corpo em Meu Porto

Foto por mododeolhar em Pexels.com

I

No crepúsculo dos nossos desejos, descubro a sagrada geografia do teu corpo em meu porto. É um capítulo em que a entrega se torna uma dança íntima, onde as ondas do prazer acariciam as margens da nossa paixão compartilhada. Teu corpo, como uma terra desconhecida, é o porto seguro onde minha alma encontra ancoragem.

II

A cada toque, desbravo as enseadas e baías que compõem a topografia única do teu ser. Cada curva e cada suave colina são como cartas náuticas que guiam minhas mãos por caminhos secretos, revelando o mapa inexplorado do nosso amor. O toque torna-se o idioma pelo qual nos comunicamos, uma linguagem rica em nuances que só os amantes entendem.

III

O calor da tua pele é a bússola que me orienta, apontando na direção do deleite e da rendição. Em teus braços, encontro um abrigo que transcende as tempestades da vida, onde o oceano dos nossos corpos se funde em uma única correnteza de prazer. Cada beijo é como uma brisa marítima, carregada de promessas sussurradas pelo vento da paixão.

IV

Teu corpo, em meu porto, é um território explorado com devoção e reverência. Cada beijo é um tributo, uma oferta de adoração aos santuários secretos que se revelam na penumbra do desejo. As carícias são preces sussurradas, como mantras que ecoam nos recantos mais profundos do nosso entendimento mútuo.

V

A intimidade compartilhada é um ritual sagrado, onde os gemidos se tornam cânticos que reverberam nas paredes do nosso refúgio aconchegante. O prazer é a oferenda que trocamos, uma celebração dos corpos que dançam em harmonia, como as marés que seguem a cadência da lua. É a comunhão de duas almas que se entrelaçam no altar da entrega mútua.

VI

E, enquanto navego nas águas calmas do teu corpo, descubro que o amor é uma jornada contínua, onde cada toque é uma estação de partida para novas descobertas. O teu corpo em meu porto é a sinfonia da conexão, uma melodia que ressoa nas câmaras silenciosas do nosso entendimento. É a promessa de que, mesmo nas marés incertas da vida, encontraremos abrigo nos braços um do outro.

VII

Assim, o teu corpo em meu porto é mais do que uma fusão de saudade e encontro; é a expressão física da minha viagem. É a constatação de que, neste porto seguro, encontramos a paz, a paixão e a plenitude que só o verdadeiro amor pode proporcionar.

(Betto Gasparetto – v-x)

EM TANTOS MARES QUE NAUFRAGUEI, SEMPRE NAVEGUEI BUSCANDO EM DELIRIOS O TEU CORPO SEGURO (Almas Marinhas em 13 partes)

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(Betto Gasparetto)

Parte X: Intimidades, Eternos Abraços

Foto por Sebastian Voortman em Pexels.com

I

Na eternidade dos abraços, encontramos o porto seguro. Em tantos mares, entre naufrágios e delírios, nossos corpos se tornaram o refúgio um do outro. Navegamos juntos na calmaria dos laços profundos, onde o teu corpo seguro é a bússola que guia minha alma por oceanos de amor sem fim.

II

Na eternidade dos abraços, encontramos um refúgio onde o tempo parece desacelerar e as batidas dos nossos corações se fundem em um compasso único. É um capítulo sublime, onde os momentos se estendem como linhas que contornam o infinito, e cada toque é uma promessa de que o amor pode transcender os limites efêmeros da existência.

III

Os abraços são como portais para um reino atemporal, onde nos perdemos na suavidade das carícias e nos encontramos na segurança dos braços um do outro. Cada enlace é um elo que une nossas almas, criando um laço indissolúvel que resiste à passagem implacável do tempo. Na eternidade dos abraços, descobrimos que o amor é a única constante que perdura.

IV

O calor do abraço é uma chama que queima eternamente, uma centelha que ilumina as sombras da jornada. Em cada toque, desbravamos o território do afeto, explorando as fronteiras da ternura e construindo castelos de segurança nos corações um do outro. É como se, nos braços do amado, encontrássemos um lar eterno.

V

A cada abraço, escrevemos uma nova página na história do nosso amor. Os momentos de ternura compartilhados se acumulam como capítulos de uma epopeia, e, no aconchego mútuo, percebemos que os gestos mais simples são os que contêm a essência mais profunda da nossa ligação. A eternidade dos abraços reside na simplicidade sublime desses gestos de carinho.

VI

Os abraços são testemunhas silenciosas de nossas alegrias e tristezas, de nossos triunfos e desafios. Cada abraço trocado é um contrato tácito de apoio mútuo, uma promessa de que, nos braços um do outro, encontraremos força para enfrentar qualquer tempestade. Na eternidade dos abraços, compreendemos que somos almas que se apoiam mutuamente na jornada da vida.

VII

E, na quietude desses abraços eternos, vivenciamos o milagre de pertencer um ao outro. Os momentos de silêncio, onde apenas os batimentos dos nossos corações falam, são como cálices de eternidade que bebemos juntos. Nos abraços, descobrimos a magia de estar presente, de compartilhar o presente e de construir um futuro que se estende até a eternidade.

VIII

Assim, na eternidade dos abraços, descobrimos que o amor verdadeiro é atemporal. Cada enlaço é um elo que se projeta para além das fronteiras do hoje, criando uma tapeçaria de afeto que se desdobra no horizonte infinito do sempre. Nos abraços, encontramos a promessa de uma ligação que transcende as estações da vida, persistindo como uma constante imutável na eternidade do nosso amor.

(Betto Gasparetto – v-x)