Arquivo para janeiro, 2024

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

Posted in Sem categoria on 9 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo XI: O Bosque dos Segredos

Foto por jasmin chew em Pexels.com

Nos monumentos centenários, diante dos degraus adornados, unimos nossos destinos perante os olhos de Deus e dos transeuntes que por ali passavam. Ali, sob o beijo divino, tornamo-nos um só ser, entrelaçando nossas almas para toda eternidade.

O som suave do canto dos pássaros ecoava pelos corredores da pequena cidade, enquanto nossos passos lentos conduziam-nos ao bosque dos segredos. Os olhares ternos eram votos silenciosos, promessas mútuas de companheirismo, respeito e amor, traçadas nos olhos cúmplices um do outro.

Diante do silencio, proferimos juramentos solenes, selando nossa união com alianças que brilhavam como símbolos de uma ligação indissolúvel. As palavras de compromisso eram como melodias antigas, ressoando pelas catedrais góticas e ecoando no coração de cada presente.

A emoção, repleta de solenidade e beleza, testemunhava a consagração do nosso amor diante da espera. Sob a cúpula abobadada, juramos ser um para o outro, atravessando os altos e baixos da vida lado a lado, como um só coração batendo em uníssono.

E naquele momento sublime, o universo inteiro parecia curvar-se diante da grandiosidade de nossa união, como se as estrelas e os elementos da natureza saudassem a aliança eterna que havíamos celebrado.

(Betto Gasparetto – i-xii)

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

Posted in Sem categoria on 9 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo X: Beijos Roubados

Foto por Mateus Souza em Pexels.com

Após longos meses de espera, o reencontro ocorreu. Na margem do rio Arno, abraçamo-nos como almas famintas, selando com beijos roubados o retorno da nossa sinfonia romântica.

O reflexo do sol dançava nas águas serenas do Arno enquanto nossos olhos se encontravam novamente. O coração acelerado era a trilha sonora que ecoava em nossa reunião tão ansiada. Cada instante era precioso, cada abraço e carícia eram testemunhos de um amor que sobreviveu à distância.

Os dias de espera pareciam desvanecer num piscar de olhos, submersos na alegria de nos termos novamente próximos. Cada palavra, cada olhar, cada gesto, eram como capítulos de um romance que se reescrevia na margem do rio, marcando o início de um novo capítulo repleto de esperança e renovação.

Naquele momento, tudo parecia ter encontrado seu lugar certo no universo. O amor transbordava em cada sorriso compartilhado, reafirmando que, mesmo distantes, nossos corações permaneceram entrelaçados, prontos para retomar a jornada onde a saudade havia deixado um hiato.

(Betto Gasparetto – i-xii)

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

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(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo IX: Palavras Compartilhadas

Foto por Mikael Blomkvist em Pexels.com

Distância imposta pela vida nos lançou ao abismo da saudade. Cartas escritas com tinta carmesim eram nossas âncoras, mantendo viva a chama do amor em meio à separação.

As estradas que nos separavam tornaram-se testemunhas de nossos suspiros, enquanto nossas palavras ganhavam vida nas cartas que cruzavam o espaço entre nossos corações. Cada frase era um sopro de esperança, um abraço escrito que buscava diminuir a distância física que nos mantinha apartados.

A saudade tornou-se uma companheira constante, mas as palavras compartilhadas eram nosso elo inquebrável. Mesmo separados pelo tempo e pela geografia, nosso amor permanecia imaculado, resistindo às adversidades como um farol que brilha mesmo na escuridão mais densa.

Cada carta recebida era um vislumbre de luz, trazendo consigo lembranças e promessas de reencontros futuros. A distância física não enfraqueceu nosso laço; ao contrário, tornou-o mais resistente, transformando a espera em uma jornada de amor e perseverança.

(Betto Gasparetto – i-xii)

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

Posted in Sem categoria on 9 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo VIII: As Promessas Eternas

Foto por Boys in Bristol Photography em Pexels.com

Sob o teto da Capela dos Medici, trocamos juras eternas. Entre os afrescos que contavam histórias antigas, nós escrevemos a nossa própria saga, selando os votos de amor eterno diante dos olhos de Deus e dos homens.

O aroma do incenso impregnava o ar enquanto nossas vozes se uniam em juramentos solenes. Diante do altar majestoso, juramos lealdade mútua, prometendo sustentar e nutrir nosso amor como um jardineiro zeloso que cultiva uma flor rara e preciosa.

O brilho suave da luz filtrada pelas janelas da capela parecia abençoar nossa união, conferindo à cerimônia um ar de sacralidade. Cada palavra proferida era um laço que unia nossas almas, prometendo caminhar lado a lado, enfrentando todos os desafios que a vida nos apresentasse.

E assim, perante os céus e a congregação reunida, juramos amor eterno, transformando um simples momento em uma memória que perduraria através das eras, ecoando como um hino de fidelidade e devoção.

(Betto Gasparetto – i-xii)

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

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(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo VII: A Confissão Ardente

Foto por Taryn Elliott em Pexels.com

Numa noite enluarada, sob o aroma de rosas, declarei-te meu amor ardente. As palavras fluíram como um rio caudaloso, levando consigo minha devoção inabalável por ti.

Entre as pétalas rubras e o suave perfume que inundava o ar, encontrei coragem para expressar o que habitava em meu peito. As estrelas cintilantes no céu pareciam cúmplices, testemunhando a confissão de minha paixão fervorosa.

Cada frase proferida era um tributo ao sentimento que me consumia, uma declaração fervente que buscava ecoar além das palavras, mergulhando na essência pura e incontida do amor que cultivava por ti. Era como se meu coração, há tempos cativo de teus encantos, finalmente encontrasse liberdade na sinceridade de minhas palavras.

E naquele momento de verdade e entrega, vi em teus olhos a chama correspondente, a confirmação de um afeto mútuo que se entrelaçava como ramos de uma árvore frondosa, prometendo sombra e abrigo em todas as estações da vida.

(Betto Gasparetto – i-xii)