Arquivo para janeiro, 2024

À MARGEM DO TALVEZ INESPERADO, GANHASTES MEU CORAÇÃO NA TRAVESSIA!

Posted in Sem categoria on 9 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Uma história em 12 capítulos)

(Betto Gasparetto – i-xii)

Capítulo I: O Encontro Providencial

Foto por Maegan White em Pexels.com

No dourado outono de Florença, sob o brilho efêmero do sol, encontramo-nos por acaso. Teus olhos, como safiras reluzentes, capturaram meu coração no primeiro instante. Era um encontro predestinado, forjado pelos momentos nas dobras do destino.

A cidade pulsava com sua beleza renascentista, e eu, caminhando pelas vielas de paralelepípedos, não poderia prever o espetáculo que o destino me reservava. Foi então, entre ruas ornamentadas por artistas e o aroma de especiarias no ar, que vislumbrei a tua figura, uma visão que encantou até mesmo a própria Vênus.

Nossos olhares se cruzaram num instante mágico, como se o tempo congelasse para testemunhar o nascimento de algo grandioso. Tuas feições refletiam a pureza de uma madona, e teus lábios delineavam um sorriso que acendeu chamas de curiosidade em minha alma.

Foi ali, naquela encruzilhada de destinos, que o cosmos conspirou a favor do amor, entrelaçando nossas histórias numa tapeçaria de possibilidades infinitas. E assim, naquele primeiro encontro providencial, o universo selou nosso destino com a tinta dourada da esperança.

(Betto Gasparetto – i-xii)

…SÓ O AMOR CONSTRÓI (a construção de uma História)

Posted in Sem categoria on 8 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Em um mundo onde os alicerces do tempo são forjados pelas mãos do afeto, é o amor que ergue os monumentos etéreos da História.
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Como um habilidoso arquiteto do destino humano, o amor tece os fios do destino e dá forma às sagas imortais que ecoam através das eras.
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Das antigas crônicas à efêmera existência, é o amor que edifica os pilares sobre os quais repousam os feitos grandiosos.
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É ele, em sua sublime essência, que molda os corações e os transforma em artefatos eternos na vastidão do tempo.
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Por entre guerras e tréguas, tristezas e alegrias, é o amor que ergue muralhas intransponíveis contra o esquecimento, e a bandeira do Eu Te Amo é hasteada com glória e louvor.
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Pois é no tecido das relações, nas alianças entrelaçadas e nos gestos mais singelos, que se forja a narrativa de uma humanidade unida pela beleza e pela compaixão.
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Assim, ó viajantes do tempo, recordai sempre: na cadência das eras e na construção dos anais, é o amor, e só o amor, que verdadeiramente ergue os monumentos da História.

(Betto Gasparetto)

DEPOIS DA CHUVA

Posted in Sem categoria on 8 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

Por L. M. LEYREBERG

(…)

Após o tumulto líquido do céu, quando as nuvens exauridas derramaram suas lágrimas, o mundo se vestiu de um silêncio sereno. O aroma do solo umedecido pairava no ar, envolvendo cada detalhe da paisagem em um véu de frescor renovado. Sob os vestígios da chuva, os reflexos nas poças d’água ecoavam a dança dos raios de sol, como uma sinfonia de prata e ouro. E ali, no alvorecer pós-chuva, os corações se encontraram, nutridos pela pureza da natureza, enquanto cada gota deixava o palco para o romance florescer sob o éter celestial.

“Na metamorfose efêmera entre a tempestade e o renascimento, a essência do encontro humano pós-chuva revela-se como um eco da resiliência, onde a interseção entre a natureza e os corações se torna um palco efêmero, porém poderoso, para a conexão e a renovação social.”

POR UN CORAZÓN DESPEDAZADO

Posted in Sem categoria on 8 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

Por Marietta Navarro

En el eco silencioso de la noche, yace un corazón despedazado.
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Sus suspiros se mezclan con el viento, llevando consigo los retazos de un amor roto.
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Cada latido es un eco de la melancolía que anida en lo más profundo, recordando los momentos de alegría convertidos ahora en espinas que hieren cada pensamiento.
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Las grietas en el alma reflejan los recuerdos que se desvanecen lentamente, como hojas secas llevadas por la corriente de un río.
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El dolor se convierte en compañero constante, tejiendo su presencia en cada momento, recordando la fragilidad de lo que una vez fue un amor sólido y lleno de promesas.
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Sin embargo, en medio de la oscuridad, el corazón roto busca sanar.
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Con cada amanecer, intenta recomponerse, juntando pedazos dispersos con la esperanza de encontrar una nueva luz.
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Las cicatrices se convierten en testigos de la fortaleza interior, un recordatorio de la capacidad de amar y de renacer después de la tormenta.
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Así, entre susurros de esperanza, el corazón despedazado sigue latiendo, aprendiendo a vivir con las grietas, pero sin dejar de palpitar con la ilusión de un mañana donde el amor vuelva a florecer.

CÓMO SOBREVIVIR A UN AMOR ROTO

Posted in Sem categoria on 8 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

Por Miguel Arrivera

El corazón es como un jarrón frágil, una vez roto, parece imposible recomponerlo por completo.
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El amor, ese sentimiento que nos eleva a lo más alto, también puede desgarrarnos hasta lo más profundo.
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La tristeza inunda el alma, las lágrimas se convierten en compañeras y el dolor se convierte en un peso difícil de sobrellevar.
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Sin embargo, en medio de la oscuridad, encontramos la fuerza para recoger los pedazos.
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Aprendemos a sanar poco a poco, permitiendo que el tiempo sea nuestro aliado más fiel.
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Nos aferramos a los recuerdos felices como destellos de luz en la tormenta.
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La clave para sobrevivir a un amor partido está en el autocuidado.
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Reconstruirnos desde adentro, nutrir nuestras pasiones, rodearnos de amor propio y apoyo de aquellos que nos quieren.
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Aceptar que está bien sentirse vulnerable y permitirnos vivir el duelo.
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Con el paso de los días, las grietas en el corazón comienzan a cicatrizar.
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Descubrimos que somos más fuertes de lo que creíamos y que el amor propio es el cimiento sobre el cual construir un nuevo mañana.
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Aunque la herida perdure, aprendemos a llevarla con dignidad, convirtiendo el dolor en un testimonio de nuestra resiliencia.