Arquivo para janeiro, 2024

“PAESAGGI UMANI” (Paisagens Humanas)

Posted in Sem categoria on 8 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

Por Antonella del Vaccinn

Le “paesaggi umani” sono dipinti con le sfumature più variegate dell’umanità. Ogni viso, ogni sorriso o ruga racconta storie di vita vissuta. Le strade trafficate delle città sono come fiumi in movimento, dove le persone fluiscono insieme, creando un intreccio di culture, lingue e tradizioni.
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I mercati vivaci sono quadri dinamici, dipinti con colori brillanti e profumi seducenti, dove la gente si mescola come pigmenti su una tavolozza, creando un’opera d’arte vivente. Nelle campagne tranquille, le mani laboriose dei contadini coltivano la terra, creando paesaggi rurali che raccontano la storia antica e preziosa del legame tra l’uomo e la natura.
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Le spiagge assolate sono teatri di momenti condivisi, dove risate, abbracci e conversazioni si mescolano con l’incessante brusio del mare. Ogni angolo di questo mondo è una tela su cui gli esseri umani dipingono le loro vite, creando paesaggi unici e meravigliosi.

A SOFRÍVEL SOLIDÃO DE ESTAR SÓ

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

por Scarleth Honney

Na quietude do coração humano, ecoa a sofrível solidão de estar só. Dentro de cada alma, há um anseio por conexão, um clamor por união com o todo. A solidão, essa sombra que paira sobre muitos, não é apenas a ausência de companhia física, mas a sensação de separação, o vazio que habita o âmago quando os laços do entendimento se desfazem.

A verdadeira solidão não reside na ausência de outros seres, mas na desconexão consigo mesmo e com o universo que nos cerca. É na compreensão de nossa essência e na busca por compaixão mútua que encontramos a cura para esse mal. A jornada para transcender essa solidão começa com o autoconhecimento, a aceitação e o amor próprio.

Voraz de ter coragem de fugir do medo voraz!

Foto por Jeswin Thomas em Pexels.com

É imperativo entender que a conexão genuína não se limita ao contato físico, mas floresce na empatia, na compreensão e na vontade de compreender o próximo. A solidão é uma ilusão que se dissipa quando abraçamos a humanidade como uma família interligada, quando buscamos entender e amar sem reservas.

Assim como a noite cede espaço à aurora, a solidão pode ser superada quando escolhemos abrir nossos corações para o entendimento mútuo, para a compaixão e para a busca da unidade com todos os seres. É na união de propósitos nobres e na compreensão de que somos todos parte de um todo maior que encontramos a verdadeira cura para a sofrível solidão de estar só.

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NÔMADES

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

por Post Scriptum

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IMPETUS
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Nos desertos da vida, onde o sol queima inclemente e o horizonte se estende em uma vastidão sem fim, as estradas se estendem como veias ancestrais da terra, traçando linhas na areia que ecoam histórias silenciosas.
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HABITUS
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O deserto, um lugar de quietude e solidão, é onde a alma encontra seu eco mais profundo. Sob o olhar impiedoso do sol, os grãos de areia dançam ao sabor do vento, revelando a dança eterna do tempo. É aqui, neste vasto vazio, que a jornada se desdobra diante dos passos incertos dos viajantes.
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INSULTUS
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As estradas, como serpentes sinuosas, entrelaçam-se nos desertos como veias pulsantes, conectando o presente ao desconhecido. Cada curva, cada reviravolta, conta uma história própria, marcada pelas pegadas daqueles que ousaram desbravar o desconhecido.
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PROPOSITUM
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No deserto da existência, as estradas se tornam metáforas de escolhas e destinos. Às vezes, se estendem à nossa frente como promessas de aventura, convidando-nos a seguir em frente, apesar do desconhecido. Outras vezes, se dissipam no horizonte, desafiando nossa coragem e determinação.
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Foto por Sebastian Palomino em Pexels.com

MENTECAPTUS
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Assim como o viajante enfrenta o deserto com coragem e resiliência, enfrentamos os desertos da vida. A cada passo dado, descobrimos mais sobre nós mesmos, sobre a força que reside no âmago de nossa própria essência. Nas estradas que percorremos, deixamos nossas pegadas, nossas histórias, nossos sonhos.
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INSOLITUS
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Nos desertos da existência, as estradas são mais do que meros caminhos de areia e pedra. São símbolos de perseverança, de esperança e de busca incessante pela verdade que se esconde nas profundezas de nossa alma. Nos desertos e estradas, encontramos não apenas um caminho a seguir, mas a nós mesmos, desvendando os segredos mais profundos que residem dentro de nós.

DANÇA DE OLHARES ENTRE O TEMPO E A BRISA (o lado oculto da História)

Posted in Sem categoria on 5 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

FORTALEZA
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Os amores do Tempo com a Princesa Brisa vão tecendo um cenário poético e repleto de segredos pelas escadarias dos céus…
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VERDADES
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Às espreitas, um beijo platônico parece romper as muralhas do medo e do temor. Por serem habilidosos inventores de pátios e portões, Tempo viveu uma história que misturou um grande e sublime amor, tendo como escudo a ousadia dos perplexos olhares dos muitos censores, que envenenavam com comentários invejosos o poder inevitável do singelo amor
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UNIVERSOS
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Em seus corações, aninhavam-se desejos incandescentes contidos num chocolate que convidava a alçar voos jamais imaginados, pelos leitos suados e bravios da paixão…
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FELICIDADES
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Assim sendo, o mais perfeito e inimaginável dos amores de Tempo e a bela Brisa selaram num romântico apreço, o furto de um beijo molhado de hortelã, com abraços esculpidos em suas peles de êxtase e delírios…
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Sim suas paixões brindavam pelas cortinas secretas, o suor que a liberdade trazia e pela possibilidade de voar em outros céus, em outros corredores, em outros pátios, personificadas nas asas de poderem ser livres…
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BENEVOLÊNCIA
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Oh liberdade, porque te fizeram prisioneira dos sentidos óbvios?
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Por que te tratam como objeto de seu anseio mais profundo, se os céus não foram esquartejados?
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NATUREZA
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Onde estão os pensamentos livres que transcendiam as fronteiras terrenas e lhes conferiam a sensação de eternizar a juventude?
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PERDÃO
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Entretanto, o amor entre o Tempo e a bela Brisa, desmedido pelo voo, elevou-os a se amarem pelas redes…
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JURAS
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Envolto na emoção avassaladora que tão arquitetada são as palavras e gestos da bela Brisa, eles desafiaram as tempestades e as advertências dos néscios iconoclastas do magistério profano, por querem brindar com taças de cicuta e mel o distanciamento…
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TRATADOS
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Quem pode negar que os amores do Tempo nunca existiram?
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BENDITOS
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Quem pode cegar os olhares apaixonados da bela Brisa?
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ESPERAS
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Quem nunca sentiu um vazio ao ver sua metade distante?
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PRIVILÉGIOS
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Oh liberdade, pouse rapidamente nos pátios secretos do coração, e com sua força, abra os portões de ferro que separam o “até quando?”…
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SENTIMENTOS
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Que este amor, mesclado com os tempos medievais, e iluminado com a busca renascentista do “ser ou não ser”, possa ensinar ao mundo a importância de um amor equilibrado, que respeite os limites de cada um, e que saiba se elevar com postura empática, sem sucumbir, sem arquear com flechas na intenção de ferir aos anseios desmedidos.
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BEM-ME-QUER
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Entre os campos floridos, Brisa se encantava com o jogo inocente do “bem-me-quer”.
Ela soprava delicadamente as pétalas, sussurrando seu desejo íntimo a cada flor desfolhada.
Era um ritual singelo, mas cheio de significado para ela.
Cada pétala ao chão representava um anseio, um sonho acalentado em seu coração etéreo.
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Por vezes, Brisa se surpreendia com a simplicidade da vida e
como uma brincadeira inocente como aquela podia refletir os anseios mais profundos da alma.
Nos campos, seu “bem-me-quer” chamado Tempo não era apenas uma brincadeira, mas uma forma singela de expressar seus desejos,
suas esperanças e, quem sabe, um amor que pairava no ar, tão fugaz e delicado quanto ela própria.

(Betto Gasparetto)

A VIDA É UMA DANÇA QUE NOS ENSINA OS PASSOS MAJESTOSOS QUE DEVEMOS SEGUIR

Posted in Sem categoria on 5 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Sabe como eu penso?

A vida é um delicado equilíbrio entre momentos intensos e suspiros suaves, uma dança entre alegrias efervescentes e tristezas silenciosas. Como um sopro suave, ela nos toca de maneira fugaz, deixando marcas profundas em nossa jornada, mas também nos lembrando que podemos ser felizes.

Nesse palco efêmero, não sabemos quando sentirão nossas mãos o afago de um beijo, quando será o momento derradeiro de nossas trocas, sorrisos e abraços. A vida, como uma dança, nos ensina a apreciar cada instante, cada riso compartilhado, cada lágrima enxugada. Ela nos convida a valorizar a simplicidade das pequenas coisas, pois são elas que, muitas vezes, carregam a essência mais pura da existência.

A incerteza do amanhã é a tela sobre a qual pintamos nossos dias, e é justamente essa incerteza que empresta à vida seu sabor mais intenso. Como assistir um filme em sala de aula (VEM DANÇAR). É um convite para vivermos de forma plena, para amarmos profundamente, para perseguirmos nossos sonhos com fervor e para abraçarmos cada oportunidade como se fosse única.

Assim, diante do efêmero, somos convidados a viver com gratidão, a saborear cada instante como se fosse um presente precioso. Afinal, a Brisa conseguiu tocar meu coração e pude ter a certeza que quando ela me beijar (num passe de mágica, de repente, num relampejo) com gosto especial de chocolate, ou então, a dança livre de abrir um portão de esperança e de espera… Tenho sim, amada brisa dos meus momentos únicos, sem dúvida alguma, o privilégio de dançar ao ritmo da vida, absorvendo cada suspiro e transformando-os em memórias eternas, abraçando seu belo e perfumado corpo, e apertando suas mãos delicadas de majestosa princesa, num salão nobre chamado FELICIDADE.

(Betto Gasparetto)