Arquivo para 16 de julho de 2024

Fragmentos Humanos (15/50)

Posted in Sem categoria on 16 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XV – Um Passo em Falso

By Dall E-3

Um passo em falso, um deslize no caminho incerto,
O chão que se desloca sob os pés inseguros.
É a falha que ecoa como um trovão silente,
Um momento de fraqueza, um instante de desventura presente.

Em cada movimento errático, uma lição se insinua,
Um aprendizado doloroso, uma experiência crua.
É o tropeço que nos lembra da fragilidade humana,
E da imperfeição que habita na jornada cotidiana.

Um passo em falso, onde a confiança se esvai,
O coração que acelera, a mente que não cai.
É o medo que se instala, a dúvida que se infiltra,
E a alma que busca uma saída, uma resposta infinita.

Em meio ao abismo do erro, buscamos redenção,
Um recomeço, uma nova direção.
É a luta interna contra a sombra do equívoco,
E a busca por luz no túnel escuro e provoco.

Um passo em falso, um tropeço na estrada estreita,
A incerteza que se intensifica, a visão que se enfeita.
É o teste da resiliência, a prova do caráter,
E a oportunidade de crescer, de amadurecer e se prover.

Assim, no momento de um passo em falso,
Encontramos a força para seguir adiante, sem atraso.
É a humildade que nos ensina, a sabedoria que se adquire,
E a determinação que nos leva a um futuro que se ergue e respire.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Fragmentos Humanos (14/50)

Posted in Sem categoria on 16 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XIV – No Canto Direito dos Lábios

By Dall E-3

No canto direito dos lábios, um sorriso se esconde,
Um segredo guardado, um mistério que responde.
É um arco sutil, uma curva do destino,
Que revela a alegria ou esconde o desatino.

Nesse pequeno espaço, uma história é traçada,
Em cada riso genuíno, uma jornada é desenhada.
No canto direito dos lábios, há uma dança de emoções,
Um ballet de sentimentos, tristezas e paixões.

Às vezes, um sorriso breve, um lampejo de luz,
Que aquece o coração, que alegra e seduz.
Outras vezes, um sorriso melancólico se forma,
Uma sombra de tristeza, uma lágrima se torna.

No canto direito dos lábios, o tempo se desenha,
Em rugas suaves, em linhas que enfeita.
É um mapa de experiências, de vivências acumuladas,
Onde cada sorriso conta as histórias gravadas.

Em cada rincão do sorriso, uma expressão se desata,
Um código indecifrável, uma arte que desparta.
No canto direito dos lábios, há um universo vasto,
Onde os sentimentos se entrelaçam, onde o tempo foi nefasto.

Assim, no canto direito dos lábios, a vida se revela,
Um espelho da alma, uma tela que vela.
É um símbolo de esperança, um reflexo de amor,
Onde os sonhos se encontram, onde se faz resplendor.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Fragmentos Humanos (13/50)

Posted in Sem categoria on 16 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XIII – Janelas Fechadas

by Dall E-3

Entre janelas fechadas, o mundo se ausenta,
Um silêncio denso, uma quietude lenta.
O vidro embaçado reflete a solidão,
Enquanto lá fora, a vida segue em profusão.

Por trás das cortinas cerradas, há um mistério oculto,
Histórias não reveladas, segredos em tumulto.
Cada janela fechada é um portal para o desconhecido,
Onde sonhos se desfazem e anseios são perdidos.

No silêncio das janelas fechadas, ecoa o vazio,
Um vácuo de emoções, um mar de desafio.
É um universo isolado, onde o tempo se engana,
E o presente se dissolve na névoa que emana.

Em cada persiana abaixada, uma barreira se ergue,
Separando o dentro do fora, onde a luz se da dor se negue.
Mas por trás das janelas fechadas, há uma espera,
Um anseio pelo toque suave da primavera.

Nas molduras das janelas, a nostalgia se insinua,
Memórias presas, lembranças que a mente flua.
É um mural de sentimentos, pintado em tons de saudade,
Onde a melancolia dança, em sua eterna serenidade.

Oh, janelas fechadas, guardiãs dos segredos íntimos,
Testemunhas silenciosas dos momentos ínfimos.
Cada batida de coração, um eco no vidro fosco,
Cada suspiro retido, um murmúrio no espaço tosco.

Assim, entre janelas fechadas, a vida se reflete,
Um espelho de almas, onde a verdade se conecte.
E no silêncio que permeia, nas entrelinhas desenhadas,
Encontramos o reflexo da alma nas janelas fechadas.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Fragmentos Humanos (12/50)

Posted in Sem categoria on 16 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XII – Torturas Labiais

By Dall E-3

Oh, torturas labiais, suspiros de angústia e dor,
Expressões que ocultam o sofrer interior.
Sob o véu dos lábios, escondem-se tormentos,
Em cada palavra não dita, em cada lamento.

És um espetáculo de silêncio, de palavras caladas,
Onde a dor se manifesta em formas disfarçadas.
Cada sorriso forçado é um grito contido,
Um eco de sofrimento, um lamento perdido.

Oh, torturas labiais, vossos movimentos revelam,
Histórias não contadas, que o coração apela.
Em cada curva dos lábios, uma ironia oculta,
Um paradoxo de dor, que a alma culta.

Nos lábios trêmulos, há uma história amarga,
Um conto de desilusões, um fado que se alarga.
És um poema de melancolia, de palavras sem língua,
Onde o silêncio sufoca, onde o tormento apazigua.

Oh, torturas labiais, vossas marcas são profundas,
Cicatrizes de batalhas perdidas, memórias fecundas.
Cada expressão é um campo de batalha, uma arena,
Onde a dor se exibe, onde a alma se desdobra em pena.

Em vossos movimentos, há uma dança de dor,
Um ballet de emoções, onde o sofrer sobrepõe.
Oh, torturas labiais, sois poetas malditos,
Que descrevem em silêncio, os tormentos em gritos.

Assim, em vossas linhas tortuosas, vejo a verdade,
Um retrato da vida, da sua crueldade.
Oh, torturas labiais, em vossos gestos, há uma poesia,
Que narra o drama humano, a sua melancolia.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Fragmentos Humanos (11/50)

Posted in Sem categoria on 16 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XI – Pelos Sorrisos Tortos

By Dall E-3

Pelos sorrisos tortos, traços de uma vida emaranhada,
Caminhamos nós, seres de uma jornada desnorteada.
Em cada riso forçado, um eco de melancolia,
Um reflexo das batalhas travadas, da alma vazia.

Por trás dos sorrisos tortos, há histórias não contadas,
Cicatrizes invisíveis, dor que se esconde, amargurada.
É um espetáculo de máscaras, um teatro de ilusões,
Onde os sorrisos escondem as profundas aflições.

Pelos sorrisos tortos, navegamos em mares de incerteza,
Emoções entrelaçadas, esperanças em desfaleça.
É um jogo de sombras, onde a luz se dissipa,
E os corações batem ao ritmo de uma dança atípica.

Em cada sorriso mal traçado, há um grito silencioso,
Um pedido de resgate, um apelo tenebroso.
Por trás dos lábios curvados, há um mundo em desatino,
Onde a verdade se esconde, emaranhada em destino.

Pelos sorrisos tortos, buscamos o consolo fugaz,
Um alento no abraço, um conforto no cais.
É um desafio constante, manter a máscara erguida,
Enquanto por dentro, a alma se debate, ferida.

Em cada expressão forçada, há um suspiro contido,
Um desejo de liberdade, de ser entendido.
Pelos sorrisos tortos, trilhamos um caminho obscuro,
Onde a luz da verdade se perde no escuro.

Mas por vezes, nos sorrisos tortos, encontramos beleza,
Uma força oculta, uma rara clareza.
Pois neles reside a verdade crua e honesta,
De uma jornada humana, profunda e intensa.

Assim, pelos sorrisos tortos, aprendemos a aceitar,
Que a vida é um emaranhado de dor e de se apaixonar.
É um eterno balanço entre o riso e a dor,
Onde os sorrisos tortos contam nossa verdade interior.

(Betto Gasparetto – ii/xx)