Arquivo para 18 de julho de 2024

Fragmentos Humanos (23/50)

Posted in Sem categoria on 18 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXIII – O Atrevimento (parte 3/5)

By Dall E-3

No atrevimento dos sonhadores, que ousam imaginar um mundo melhor,
Um lugar onde os sonhos se tornam realidade e a imaginação floresce,
Onde cada criança tem oportunidades ilimitadas,
E o amor e a compaixão são a moeda de troca mais valiosa.

No atrevimento dos corações apaixonados, que arriscam tudo por amor,
Que enfrentam o desconhecido com fé e devoção,
Caminhando juntos, mãos dadas, enfrentando tempestades e calmaria,
Para construir um lar onde o amor floresça e a felicidade perdure.

No atrevimento dos viajantes, que exploram terras distantes e culturas exóticas,
Abrindo suas mentes para novas perspectivas e experiências,
Encontrando beleza na diversidade e conexões além das fronteiras,
Descobrindo que somos todos parte de uma única humanidade.

No atrevimento dos lutadores, que enfrentam batalhas internas e externas,
Superando adversidades com força e resiliência,
Encontrando poder na vulnerabilidade e cura na aceitação,
Transformando cicatrizes em ciclos de renovação.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Fragmentos Humanos (23/50)

Posted in Sem categoria on 18 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXIII – O Atrevimento (parte 2/5)

By Dall E-3

No atrevimento dos artistas, que moldam o barro e as cores,
Criando obras que transcendem o tempo e o espaço,
Expressando emoções que não podem ser contidas,
Em esculturas que respiram vida e pinturas que capturam a alma.

No atrevimento dos cientistas, desvendando os mistérios do universo,
Explorando o micro e o macrocosmo com curiosidade incansável,
Descobrindo novos mundos em um microscópio ou telescópio,
Expandindo os horizontes do conhecimento humano.

No atrevimento dos líderes, que enfrentam desafios globais,
Guiando nações através de tempos de incerteza e mudança,
Com visão e determinação, buscando um futuro mais justo,
Onde todos possam prosperar e encontrar paz.

No atrevimento dos revolucionários, que desafiam o status quo,
Levantando suas vozes contra a opressão e a injustiça,
Lutando por liberdade, igualdade e dignidade,
Transformando o mundo com coragem e perseverança.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Fragmentos Humanos (23/50)

Posted in Sem categoria on 18 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXIII – O Atrevimento (parte 1/5)

By Dall E-3

No atrevimento das estrelas, dançando no céu noturno,
O universo se abre em mistério, em segredos que se entrelaçam.
É o brilho fugaz de uma constelação distante,
Um convite à audácia, ao desejo de alcançar o inalcançável.

Nas ondas bravias do oceano, onde os ventos rugem,
A coragem se ergue como uma vela ao vento,
Navegando por mares desconhecidos,
Em busca de tesouros escondidos nas profundezas.

No atrevimento das montanhas, erguendo-se majestosas,
O desafio se revela em cada rochedo íngreme,
Onde os alpinistas desafiam os limites do corpo e da mente,
Para tocar o céu e contemplar a Terra lá embaixo.

No atrevimento das palavras, que ecoam com verdade e paixão,
Os poetas pintam quadros com versos vívidos,
Capturando a essência do amor, da dor, da esperança,
Em linhas que dançam como folhas ao vento.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Fragmentos Humanos (22/50)

Posted in Sem categoria on 18 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXII – O Trem Esqueceu Minhas Malas

By Dall E-3

No trilho da partida, o trem partiu e as malas ficaram,
Abandonadas na plataforma, onde os sonhos se evaporaram.
É o peso do esquecimento, um suspiro de desamparo,
Enquanto o horizonte se afasta, levando consigo o amparo.

Nas malas esquecidas, histórias se desfazem em laços,
Memórias que se perdem no eco dos passos.
É o destino que brinca, que surpreende com sua ironia,
Deixando para trás o que era parte da nossa utopia.

Na plataforma deserta, o eco do adeus ressoa,
Um vazio que se expande, onde a esperança se escoa.
É o lamento silencioso, o eco de um sonho desfeito,
Enquanto as malas esperam, na solidão que as afeita.

No trem que segue adiante, passageiros ignoram o drama,
Enquanto nas malas esquecidas, o tempo derrama.
É a jornada interrompida, um destino que se desfaz,
Enquanto os olhos procuram um último enlace.

Mas nas malas esquecidas, há um silêncio que fala,
Uma história que implora para ser contada, que não cala.
É o encontro com o imprevisto, com o destino em desalinho,
Que nos ensina que mesmo nas malas perdidas, há um caminho.

Assim, no abandono das malas, uma lição se revela,
Que o que se perdeu pode ser o começo de uma nova tela.
É a resignação que se transforma em esperança renovada,
Enquanto o trem esquece as malas, o coração ainda busca a jornada.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Fragmentos Humanos (21/50)

Posted in Sem categoria on 18 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXI – Um Grito, Um Adeus

By Dall E-3

Um grito, um adeus, ecoa pelo vazio da alma,
Um lamento profundo, uma despedida que acalma.
É a voz que se ergue, carregada de emoção,
Despedindo-se do que foi, abraçando a solidão.

No eco desse grito, ressoa a dor do partir,
Uma partida inevitável, um adeus a se cumprir.
É o coração que se desfaz, em fragmentos dispersos,
Enquanto a alma busca paz, entre os versos dispersos.

Um grito, um adeus, entre lágrimas que caem,
Memórias que se entrelaçam, saudades que esmaecem.
É o fim de um capítulo, o fechar de um ciclo,
Onde o amor e a dor se encontram em um único hino triste.

Na despedida, palavras se perdem no vento,
Promessas não ditas, sentimentos em lamento.
É a ausência que se instala, o vazio que se expande,
Enquanto o mundo continua, e a vida segue avante.

Mas no grito, no adeus, há também a esperança,
Um novo horizonte, uma chance que se alcança.
É o renascimento na despedida, a transformação no partir,
E a certeza de que o amor, em algum lugar, irá florir.

Assim, em um grito, em um adeus, encontramos a verdade,
A força para seguir em frente, mesmo na adversidade.
É o ciclo da vida, o eterno dançar dos sentimentos,
Que nos ensina que o adeus, às vezes, é apenas um recomeço.

(Betto Gasparetto – ii/xx)