Fragmentos Humanos (32/50)

(Betto Gasparetto)

XXXII – O Maldito Vigésimo Dia do Quarto Mês

By Dall E-3

I

No vigésimo dia do quarto mês,
o destino se fez presente,
Um marco na memória,
um momento que ainda se sente.
Foi o dia em que o céu escureceu,
as estrelas perderam o brilho,
Um suspiro de desespero,
um grito que ecoou no trilho.

II
O maldito vigésimo dia do quarto mês trouxe consigo a dor,
Uma sombra que pairou,
um peso que se fez senhor.
Foi o dia em que o tempo parou,
as horas se arrastaram sem fim,
Um vazio profundo,
uma ausência que deixou cicatriz em mim.

III
Naquele vigésimo dia do quarto mês,
as lágrimas caíram em pranto,
Um lamento na alma,
um luto que se estendeu pelo canto.
Foi o dia em que o coração se partiu,
 os sonhos desmoronaram,
Uma tristeza infinita,
um adeus que os lábios nunca pronunciaram.

IV
O maldito vigésimo dia do quarto mês deixou marcas profundas,
Um silêncio ensurdecedor,
uma saudade que arde nas ondas.
Foi o dia em que o mundo se tornou sombrio,
a esperança se dissipou,
Um destino cruel,
um destino que nenhum consolo encontrou.

V
Mas no vigésimo dia do quarto mês,
mesmo entre sombras e dor,
Há uma luz que brilha,
um amor que permanece com fervor.
É a lembrança dos momentos vividos,
das risadas compartilhadas,
Um legado de amor eterno,
onde a memória não será apagada.

VI
Assim, no maldito vigésimo dia do quarto mês,
aprendemos a persistir,
A honrar a vida que partiu,
a lembrar com carinho e sorrir.
Porque mesmo na tristeza mais profunda,
há a promessa da paz,
Um recomeço possível,
um amanhã que virá,
trazendo a luz que se desfaz.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

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