Fragmentos Humanos (37/50)

(Betto Gasparetto)

XXXVII – Amores Dilacerados

By Dall E-3

I

Amores que se dilaceram,
feridas abertas no peito,
São histórias entrelaçadas,
destinos que se desfazem em leito.
São lágrimas que caem,
como chuva em tempestade,
Fragmentos de um sentimento que desafia a verdade.
Nos cantos desses amores dilacerados,
há uma melodia triste,
O lamento de promessas quebradas,
de um amor que resiste.

II
São os estilhaços de uma paixão,
que uma vez foi ardente,
Agora dilacerada,
uma cicatriz na alma que se sente.
Mas entre os escombros,
há a força de seguir adiante,
A coragem de enfrentar o desconhecido,
apesar do desencanto.

III
É a marca de um amor verdadeiro,
que mesmo dilacerado,
Deixa um legado de aprendizados,
um caminho já trilhado.
E assim, nos amores dilacerados,
encontramos a redenção,
Em aceitar que nem sempre o final é uma perda,
é uma lição.
Entre as dores que persistem e os sonhos que se vão,
Amores que, mesmo dilacerados,
são histórias de superação.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

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