Arquivo para 21 de julho de 2024

Fragmentos Humanos (40/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XL – Como o Engano Enganou o Amor

By Dall E-3

I
Como o engano enganou o amor,
numa dança de ilusão e dor,
Promessas quebradas,
mentiras que roubaram o fulgor.
É a traição disfarçada,
o sorriso falso que esconde a tristeza,
Um jogo de sombras onde a verdade se perde na incerteza.
Nos labirintos do engano,
corações se perdem em desespero,
Entre o que se deseja acreditar e a verdade que se faz austero.

II
É a ferida que sangra,
a confiança dilacerada pela mentira,
Um eco de desilusão que ressoa como uma sina a se cumprir.
Mas entre os escombros do engano,
há a força da verdade revelada,
A redenção das lágrimas derramadas,
uma nova jornada iniciada.
É o despertar da alma,
o aprendizado que vem com a dor,
Mesmo quando o engano engana o amor,
o coração encontra seu valor.

III
E assim, como o engano enganou o amor,
descobrimos a essência,
De reconstruir os laços quebrados com paciência.
Entre o que se perdeu e o que se ganhou,
o amor se reinventa,
Porque mesmo nas sombras do engano,
há uma luz que nunca se ausenta.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

Fragmentos Humanos (39/50)

(Betto Gasparetto)

XXXIX – Quando o Olhar se Tornou Pedra

By Dall E-3

I

Quando o olhar se tornou pedra,
a alma se endureceu,
Entre o que se sente e o que se mostra,
a frieza prevaleceu.
São pupilas que não refletem mais a luz da compaixão,
Um distanciamento que se solidifica,
uma barreira em vão.
Nos abismos desses olhares de pedra, há o vazio do sentir,
A ausência de empatia,
o desapego que se impõe sem partir.

II
São os resquícios de uma conexão que se perdeu no caminho,
Onde antes havia calor,
agora há um gelo que não é mais benigno.
Mas entre os olhares de pedra,
há a memória de um tempo melhor,
De olhares que transmitiam amor,
de conexões que eram calor.
É a nostalgia de um passado de ternura,
de momentos compartilhados,
Mesmo que o olhar se torne pedra,
a esperança não é apagada.
Quando o olhar se tornou pedra,
o mundo perdeu seu brilho,
Reflexos que antes eram vivos,
agora frios como um trilho.

III
A alma se endureceu,
os sentimentos se petrificaram,
Em cada gesto de indiferença,
as emoções se dissiparam.
Nos abismos desse olhar de pedra,
há um eco de solidão,
Onde antes havia compreensão,
 agora há apenas a desilusão.
É o silêncio que grita,
a distância que se impõe sem perdão,
Um vazio que cresce,
uma conexão que se desfaz na escuridão.
Mas entre os escombros do olhar de pedra,
há memórias de um tempo,
De momentos de ternura,
de olhares que eram suaves como o vento.

IV
É a saudade do calor humano,
da empatia que se perdeu,
Mesmo quando o olhar se torna pedra,
o coração ainda bate seu adeus.
E assim, quando o olhar se transforma em pedra,
aprendemos a resignação,
A aceitar que nem todos os laços resistem à erosão.
Entre a frieza que endurece e a esperança que não se perde,
O olhar de pedra ensina que,
mesmo na dor,
há uma jornada que se segue.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (38/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXXVIII – Alianças Partidas Amizades ao Chão

By Dall E-3

I
Alianças que se partem,
amizades que se desfazem ao chão,
São laços que se quebram,
 laços que não suportam a pressão.
São promessas não cumpridas,
confianças que se desgastam,
Fragmentos de uma conexão que se quebram e se desfazem.
II
No peso dessas alianças partidas,
há o peso do desencanto,
A decepção de expectativas não alcançadas,
de um sonho em pranto.
São os destroços de uma amizade,
que um dia foi sustento,
Agora ao chão caída,
uma história que se encerra no momento.
III
Mas entre as alianças partidas e as amizades ao chão,
há a reconstrução,
A possibilidade de cicatrizar as feridas,
de encontrar uma nova direção.
É a sabedoria de aprender com os erros,
de cultivar o perdão,
Mesmo que as alianças se quebrem,
a amizade pode florescer em união.
IV
E assim, nas alianças partidas e nas amizades caídas ao chão,
Encontramos a esperança de um novo começo,
de uma conexão.
Entre os escombros do passado e os horizontes que se abrem,
Alianças que,
mesmo partidas,
são aprendizados que devemos observar melhor…

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (37/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXXVII – Amores Dilacerados

By Dall E-3

I

Amores que se dilaceram,
feridas abertas no peito,
São histórias entrelaçadas,
destinos que se desfazem em leito.
São lágrimas que caem,
como chuva em tempestade,
Fragmentos de um sentimento que desafia a verdade.
Nos cantos desses amores dilacerados,
há uma melodia triste,
O lamento de promessas quebradas,
de um amor que resiste.

II
São os estilhaços de uma paixão,
que uma vez foi ardente,
Agora dilacerada,
uma cicatriz na alma que se sente.
Mas entre os escombros,
há a força de seguir adiante,
A coragem de enfrentar o desconhecido,
apesar do desencanto.

III
É a marca de um amor verdadeiro,
que mesmo dilacerado,
Deixa um legado de aprendizados,
um caminho já trilhado.
E assim, nos amores dilacerados,
encontramos a redenção,
Em aceitar que nem sempre o final é uma perda,
é uma lição.
Entre as dores que persistem e os sonhos que se vão,
Amores que, mesmo dilacerados,
são histórias de superação.

(Betto Gasparetto – iii/xx)