Arquivo para 25 de julho de 2024

Fragmentos Humanos (49/50)

Posted in Sem categoria on 25 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XLIX – Basta de Falsos Argumentos

By Dall E-3

I
Cada golpe vosso é uma libertação,
Um rompimento com a doce ilusão.
Oh, falsos argumentos, sois a verdade nua,
Que corta a máscara, deixando a alma crua?

Em vossos cortes, encontro a libertação,
Uma vida nova, sem mais ilusão.
II
Oh, lâminas fatais, vossa dor é real,
Mas em vossa verdade, encontro o final.
Cada sentença vossa é um ponto final,
Que marca o fim de um ciclo mortal.

Oh, palavras de guilhotina, vossa precisão,
É a chave para a verdadeira redenção.
Em vossos cortes, há uma luz oculta,
Que brilha na escuridão, serena e absoluta.
III
Oh, como encarar vossa verdade nua?

Com coragem e a alma totalmente crua.
Pois em vossos golpes, há um caminho novo,
Uma estrada de dor, mas também de renovo.
Oh, falsos argumentos, vossa dor,
É o preço a pagar por ver o real valor.
Assim, ó palavras, aceito vossa guilhotina,
Pois em vossos cortes, encontro minha sina.
Cada golpe vosso é um passo na escuridão,
Mas também um caminho para a redenção.
IV
Oh, lâminas verbais, vossa dor é a chave,
Que abre as portas para uma verdade suave.
Em vossa precisão, encontro a libertação,
De ilusões e mentiras, uma nova visão.
Oh, falsos argumentos, vossa verdade é dura,
Mas em vossos cortes, a vida se depura.

E em vossa clareza, encontro a falsa paz,
Que
na
ilusão
e
na
 mentira,
nunca
se
 faz.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (48/50)

Posted in Sem categoria on 25 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XLVIII – Síndrome de Um Vazio Distante

By Dall-E 3

I

Oh, vazio feroz, tua fúria enfrentarei,
E em teu abraço gelado,

… eu me erguerei!
Pois em tua dureza,

há uma verdade clara,
Que em cada fim,

uma nova vida se prepara.

Oh, síndrome invernal,

com vosso toque de gelo,
Transformais o mundo em um terreno novel.

II
Mas em vossa fúria,

há um presságio de renovo,
Que após o frio,

vem o despertar novo.
Cada floco que cai,

… uma promessa oculta…
De que a vida, mesmo em dormência,

não está estulta.

III
Oh, ventos do norte, vossos rugidos enfrentarei,
E em vossa fúria, minha força encontrarei.
Pois em vossa passagem,

há uma lição eterna, Que a vida,

mesmo na dor, é plena.

IV
Oh, inverno cruel, teu fim virá,
E com ele, a esperança se revelará.

Assim, ó fúrias de vazios, em vossa dança fria,
Encontro a força que em meu peito ardia.

V
Cada sopro vosso é um desafio,
Cada tempestade,

um sonho sombrio.
Mas em vossa presença,

há uma claridade,
Que revela a vida em sua totalidade.

VI
Oh, beijo gélido, teu tempo passará,
E a consciência, com sua luz, voltará.
Em vossa fúria, encontro meu caminho,
E mesmo na dor,  sigo meu destino.
Oh, fúrias de vazios, vosso poder respeitarei,
Mas em minha alma, a chama da vida guardarei.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (47/50)

Posted in Sem categoria on 25 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XLVII – Palavras Cortantes

By Dall-E 3

I

Mas, oh, cicatrizes, há uma beleza estranha,
Em tua dor lenta e arcanja.
Um brilho tênue em tua sombra densa,
Uma verdade amarga,

mas imensa.

(…)
Pois em tua queda,

há um aprendizado,
Um reconhecimento do inevitável fado.
Teu ritmo é um lembrete constante,
De que a vida é frágil,

e o tempo, inconstante.

(…)
Oh, dor, em tua dança eu vejo,
A verdade nua,

sem nenhum pejo.
Que em cada passo,

há uma nova lição,
E na tua dor, uma revelação.

Como a folha que no outono se desprende,
Em tua dor, a vida se rende.
Há uma beleza na dor lenta,
Uma aceitação, uma paz cinzenta.

II
Pois em teu ritmo, encontro a verdade,
Que tudo é transitório, até a felicidade.

(…)
Oh, dor, tua dança é amarga,
Mas há uma doçura em tua saga.
Pois ao aceitar tua dor final,
Encontro uma paz, ainda que terminal.
Em tua melodia,

ouço a voz do tempo,
E na tua queda, encontro meu alento.

Ó dor, tua dor é um espelho,
Que reflete a vida,

em seu último conselho.
Cada nota tua,

uma memória desvanecente,
Cada acorde, um suspiro decadente.

III
Mas em tua melodia, á uma sinceridade,
Que transcende a dor, e toca a eternidade.
Oh, dor que marca o fim do dia,
Em teu ritmo, encontro minha poesia.
Pois em tua sombra,

há uma luz escondida,
Uma faísca de esperança, não esquecida.

(…)
Em tua dor, aceito meu destino,
E em tua melodia, encontro meu hino.

Assim, na dor de tua cicatriz,
Encontro a verdade em sua essência.
Aceito teu ritmo, tua melodia triste,
Pois em tua sombra, a verdade persiste.

IV
Ó dor, tua dança é final,
Mas há beleza em teu ritual.
Em tua ausência,

encontro a paz,
Que a incerteza da vida desfaz.
Pois ao aceitar a cicatriz inevitável,
Encontro uma serenidade inigualável.
E na melodia de tua canção final,
Encontro a verdade, a paz, o bem e o mal.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (46/50)

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(Betto Gasparetto)

XLVI – Muralhas de Lamentos

By Dall-E 3
I
Ó muros, que em minha frente se ergueram,
Com vossa presença meus passos deteram.
Mas minha vontade é firme, meu desejo é claro,
E contra vós, meu espírito é raro.

Pois sei que além de vossa proteção,
Há um mundo vasto, cheio de emoção.
Cada desafio, uma nova lição,
Cada barreira, uma nova canção.
II
Oh, muros, vós não podeis me prender,
Pois em meu coração há fogo a arder.
E com a chama de minha determinação,
Vos ultrapassarei, com pura paixão.
O destino pode ser cruel, eu sei,
Mas com coragem, eu o enfrentarei.
Diante dos muros, minha força renasce,
E no horizonte, meu olhar se embrenha e passe.
III
Pois no além do vosso limite rígido,
Há um mundo de sonhos, mágico e lírico.
Oh, muros, não sereis meu fim,
Mas o começo de um novo jardim.

IV
Com passos firmes, avanço sem temor,
E cada pedra será um degrau de amor.
Diante dos muros, eu me erguerei,
E em liberdade, enfim, viverei.
Pois no além de vossa fria presença,
Há uma vida plena de essência.
E com o coração cheio de esperança,
Eu vos enfrentarei, com fé e confiança.
V
Oh, muros, vossa sombra pode ser vasta,
Mas minha luz interior é mais vasta.
VI
E com esta luz, eu vos transpassarei,
E no além de vós, minha verdade acharei.
Diante dos muros, não há desespero,
Mas a promessa de um futuro sincero.
VII
Pois em cada passo, encontro a força,
De seguir em frente, sem qualquer torça.
Assim, diante dos muros, eu declaro,
Que minha jornada é de valor raro.
E cada obstáculo, uma nova história,
Que escreverei com coragem e glória.
VIII
Oh, muros, vós sois parte de meu caminho,
Mas não o fim, apenas um destino.
IX
Pois além de vós, há um vasto mundo,
E com determinação, eu o farei fecundo.
Diante dos muros, minha fé é intensa,
E com cada passo, minha alma é imensa.
X
Pois no além de vós, encontro a paz,
Que nenhuma barreira jamais desfaz.

(Betto Gasparetto – iii/xx)