Arquivo para julho, 2024

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

Fragmentos Humanos (39/50)

(Betto Gasparetto)

XXXIX – Quando o Olhar se Tornou Pedra

By Dall E-3

I

Quando o olhar se tornou pedra,
a alma se endureceu,
Entre o que se sente e o que se mostra,
a frieza prevaleceu.
São pupilas que não refletem mais a luz da compaixão,
Um distanciamento que se solidifica,
uma barreira em vão.
Nos abismos desses olhares de pedra, há o vazio do sentir,
A ausência de empatia,
o desapego que se impõe sem partir.

II
São os resquícios de uma conexão que se perdeu no caminho,
Onde antes havia calor,
agora há um gelo que não é mais benigno.
Mas entre os olhares de pedra,
há a memória de um tempo melhor,
De olhares que transmitiam amor,
de conexões que eram calor.
É a nostalgia de um passado de ternura,
de momentos compartilhados,
Mesmo que o olhar se torne pedra,
a esperança não é apagada.
Quando o olhar se tornou pedra,
o mundo perdeu seu brilho,
Reflexos que antes eram vivos,
agora frios como um trilho.

III
A alma se endureceu,
os sentimentos se petrificaram,
Em cada gesto de indiferença,
as emoções se dissiparam.
Nos abismos desse olhar de pedra,
há um eco de solidão,
Onde antes havia compreensão,
 agora há apenas a desilusão.
É o silêncio que grita,
a distância que se impõe sem perdão,
Um vazio que cresce,
uma conexão que se desfaz na escuridão.
Mas entre os escombros do olhar de pedra,
há memórias de um tempo,
De momentos de ternura,
de olhares que eram suaves como o vento.

IV
É a saudade do calor humano,
da empatia que se perdeu,
Mesmo quando o olhar se torna pedra,
o coração ainda bate seu adeus.
E assim, quando o olhar se transforma em pedra,
aprendemos a resignação,
A aceitar que nem todos os laços resistem à erosão.
Entre a frieza que endurece e a esperança que não se perde,
O olhar de pedra ensina que,
mesmo na dor,
há uma jornada que se segue.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (38/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXXVIII – Alianças Partidas Amizades ao Chão

By Dall E-3

I
Alianças que se partem,
amizades que se desfazem ao chão,
São laços que se quebram,
 laços que não suportam a pressão.
São promessas não cumpridas,
confianças que se desgastam,
Fragmentos de uma conexão que se quebram e se desfazem.
II
No peso dessas alianças partidas,
há o peso do desencanto,
A decepção de expectativas não alcançadas,
de um sonho em pranto.
São os destroços de uma amizade,
que um dia foi sustento,
Agora ao chão caída,
uma história que se encerra no momento.
III
Mas entre as alianças partidas e as amizades ao chão,
há a reconstrução,
A possibilidade de cicatrizar as feridas,
de encontrar uma nova direção.
É a sabedoria de aprender com os erros,
de cultivar o perdão,
Mesmo que as alianças se quebrem,
a amizade pode florescer em união.
IV
E assim, nas alianças partidas e nas amizades caídas ao chão,
Encontramos a esperança de um novo começo,
de uma conexão.
Entre os escombros do passado e os horizontes que se abrem,
Alianças que,
mesmo partidas,
são aprendizados que devemos observar melhor…

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (37/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXXVII – Amores Dilacerados

By Dall E-3

I

Amores que se dilaceram,
feridas abertas no peito,
São histórias entrelaçadas,
destinos que se desfazem em leito.
São lágrimas que caem,
como chuva em tempestade,
Fragmentos de um sentimento que desafia a verdade.
Nos cantos desses amores dilacerados,
há uma melodia triste,
O lamento de promessas quebradas,
de um amor que resiste.

II
São os estilhaços de uma paixão,
que uma vez foi ardente,
Agora dilacerada,
uma cicatriz na alma que se sente.
Mas entre os escombros,
há a força de seguir adiante,
A coragem de enfrentar o desconhecido,
apesar do desencanto.

III
É a marca de um amor verdadeiro,
que mesmo dilacerado,
Deixa um legado de aprendizados,
um caminho já trilhado.
E assim, nos amores dilacerados,
encontramos a redenção,
Em aceitar que nem sempre o final é uma perda,
é uma lição.
Entre as dores que persistem e os sonhos que se vão,
Amores que, mesmo dilacerados,
são histórias de superação.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (36/50)

Posted in Sem categoria on 20 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXXVI – Como Sentir o Amargor do Adeus

By Dall E-3

I

Como sentir o amargor do adeus,
quando o coração se despedaça?
É uma mistura de emoções,
um turbilhão de tristeza que não passa.
É o sabor da despedida,
o peso da partida inevitável,
Um nó na garganta,
um vazio que se torna palpável.
Nos olhos marejados pelo adeus,
há a dor de um final anunciado,
O adeus que corta como lâmina,
o fim de um amor enlaçado.
É a saudade antecipada,
os momentos que não voltarão,
Um adeus que ecoa no peito,
uma dor que não tem perdão.

II
Mas entre o amargor do adeus,
há a lembrança dos momentos vividos,
Das risadas compartilhadas,
dos abraços que foram bens queridos.
É a gratidão por ter amado,
por ter sentido o coração pulsar,
Mesmo que o amargor do adeus se faça presente,
o amor não vai cessar.
E assim, no amargor do adeus,
encontramos a aceitação,
De deixar partir o que já não cabe mais no coração.
Entre o triste fim e a esperança de um novo começo,
Como sentir o amargor do adeus é aprender a viver com o excesso.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (35/50)

Posted in Sem categoria on 19 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XXXV – Mensagens On The Rocks

By Dall E-3


I
Mensagens que são rochas,
palavras que pesam como pedras,
Escritas com o peso do silêncio,
dos desejos e das quimeras.
São linhas que se quebram,
que se perdem nas entrelinhas,
Entre o que é dito e o que é sentido,
há uma distância fina.
II
Nas mensagens on the rocks,
há um gosto amargo de despedida,
Um sabor de desencontros,
de uma conexão que se retira.
São palavras que machucam,
que deixam marcas na pele,
Fragmentos de uma comunicação falha,
um vínculo que se repele.
III
Mas entre as mensagens on the rocks,
há um desejo de entendimento,
Um esforço para se conectar,
para superar o tormento.
É a tentativa de comunicação,
de expressar o que está dentro,
Mesmo que as palavras sejam rochas, o coração busca o alento.

IV
E assim, nas mensagens on the rocks,
encontramos a complexidade,
De navegar pelas águas turbulentas da comunicação e da verdade.
Entre as palavras duras e os silêncios profundos,
há a busca por conexão,
Mensagens que, mesmo nas rochas,
são pontes para o coração.

(Betto Gasparetto – iii/xx)