Carta nr 007 – Silêncios Compartilhados

(Betto Gasparetto)

By Dall-E 3

Querida Musa de minha juventude,

No silêncio das nossas palavras, ecoa o som suave do nosso amor.

O amor nem sempre precisa ser dito em voz alta.

Muitas vezes, ele encontra sua forma mais pura e profunda no silêncio compartilhado.

Há algo mágico no momento em que duas pessoas podem estar juntas sem a necessidade de palavras, onde o simples fato de estarem presentes é o suficiente.

Esse silêncio, longe de ser vazio, está cheio de significados.

Cada batida do coração, cada respiração sincronizada, cria uma melodia suave que só os amantes podem ouvir.

É nesse silêncio que o amor se revela em sua essência mais genuína, porque não há necessidade de explicações ou justificativas; apenas a presença do outro é suficiente.

Muitas vezes, as palavras podem limitar o que sentimos, mas no silêncio, nosso amor ecoa livremente, como um rio que flui sem barreiras.

É um momento de cumplicidade, onde olhares são suficientes para comunicar o que o coração sente.

O silêncio entre nós é mais que ausência de som; é um espaço onde nossos sentimentos se encontram, onde nossas almas conversam em uma linguagem que só elas conhecem.

E assim, no suave eco do silêncio, encontramos a certeza de que o nosso amor vai além do que podemos expressar em palavras.

De minha alma saudosa,

(Betto Gasparetto – v/xx)

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