Arquivo para setembro, 2024

Carta nr 002 – As Distâncias

Posted in Sem categoria on 20 de setembro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

By Dall-E 3

Saudações Querida Musa,

As distâncias podem até causar rupturas se não tivermos em mente o que queremos como projeto de vida ou mesmo de colher os frutos de uma amizade sincera. Por isso temos que acreditar que somos únicos e verdadeiros em nossas palavras e ações. Seja bem-vinda a minha História.

A distância, muitas vezes, parece ser uma barreira intransponível para os relacionamentos, sejam eles de amizade ou amor. Porém, a verdadeira essência de uma conexão está no que acreditamos, no que plantamos e colhemos ao longo do tempo.

Se os alicerces forem firmes e as intenções forem claras, mesmo o espaço que separa dois corações não será capaz de enfraquecer a ligação que existe.

Quando temos um propósito em comum, um projeto de vida que abarca o outro, passamos a enxergar a distância não como um obstáculo, mas como um teste de nossa paciência, dedicação e fé. É nas palavras que trocamos e nas ações que tomamos, mesmo de longe, que mostramos o quão autênticos somos.

Não importa a distância física, o que nos une é a certeza de que somos únicos, de que nossas histórias se entrelaçam por algo maior, e é por isso que abrimos espaço em nossas vidas para o outro.

Ao convidar alguém a fazer parte de nossa história, estamos, na verdade, dizendo: “Eu acredito em você, eu acredito em nós”. Assim, a distância deixa de ser um abismo e se transforma em um caminho que, passo a passo, nos aproxima de algo ainda mais forte.

E quando finalmente estamos juntos, percebemos que todo o tempo e toda a espera valeram a pena, porque construímos algo verdadeiro, inabalável.

Com profunda consideração e eterno respeito,

(Betto Gasparetto – v/xx)

Carta nr 001 – A Felicidade se Conquista

Posted in Sem categoria on 20 de setembro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

By Dall-E 3

Saudações Minha Musa,

Muito se tem feito para se conquistar a felicidade, são nas pequenas coisas e pequenos gestos que estabelecemos o amor genuíno.

Refletir sobre a felicidade é algo constante em nossas vidas. Muitas vezes, acreditamos que ela reside em grandes conquistas ou em momentos de extrema euforia, mas, na verdade, ela se esconde nas sutilezas do cotidiano.

O amor genuíno não precisa de grandes declarações ou gestos grandiosos; ele floresce no simples ato de cuidar, de ouvir, de compartilhar silêncios e sorrisos.

O amor se constrói nas palavras de incentivo, nos olhares cúmplices, nos abraços que transmitem conforto.

Quando compreendemos que a felicidade é a soma dessas pequenas atitudes, começamos a valorizar cada detalhe.

A vida nos oferece a oportunidade de sermos felizes todos os dias, nas entrelinhas da rotina, nas conversas despretensiosas, no toque suave de mãos que se entrelaçam sem a necessidade de palavras.

É ali, na simplicidade dos gestos, que encontramos a essência do amor verdadeiro, que não precisa de palco, mas de reciprocidade e afeto.

Quando o coração reconhece isso, o amor floresce naturalmente, sem pressa, sem cobranças, apenas sendo, e sendo suficiente.

O amor genuíno, afinal, é a soma dos pequenos momentos que compartilham duas almas que se compreendem, sem precisar de mais nada além da presença uma da outra.

Daquele que te respeita e te considera muito,

(Betto Gasparetto – v/xx)