Arquivo para 26 de dezembro de 2024

NO CAIR DA NOITE NOTEI QUE O VAZIO DAS HORAS ESTAVA CHEIO DE IMPRESSÕES (33/33)

Posted in Sem categoria on 26 de dezembro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Adágio XXXIII – Do Orgulho Nasceram Estilhaços que Feriram as Mãos Estendidas do Amor

By Dall-E 3

Quando o orgulho ergue sua muralha entre dois corações, o Vulto de Sibila reflete não apenas vossa imagem, mas os estilhaços que ela projeta no mundo ao redor. Sua alma, marcada por fissuras que brilham à luz da memória, captura os ecos de gestos interrompidos e palavras que nunca encontraram seu destino. “O que restará de um amor ferido pelo orgulho?” indaga o Menestrel, sua voz reverberando como um lamento distante.

Vós, que encarais o entardecer com olhos carregados de arrependimento, percebeis que o orgulho, embora poderoso, é também frágil. Ele não é escudo, mas lâmina que corta tanto quem o empunha quanto quem é alvo de sua rigidez. “Cada estilhaço que o orgulho gera é um pedaço de vossa alma perdida,” murmura o Vulto de Sibila, convidando-vos a refletir sobre o que foi deixado para trás.

Enquanto observais a alma trêmula, imagens começam a surgir, fragmentadas como os cacos de um vidro quebrado. Lá está o momento em que vossas mãos hesitaram, incapazes de se estender para o perdão. Ali, os olhares desviados que selaram distâncias, os silêncios que gritaram mais alto do que qualquer palavra. Cada entardecer é um testemunho de como o orgulho se interpôs onde deveria haver conexão.

“O orgulho que fere o amor é também o primeiro passo para sua cura,” diz o Vulto de Sibila. Ele vos convida a não apenas olhar para os estilhaços, mas a tocá-los, a senti-los como parte de quem sois. Pois é na aceitação do que foi quebrado que reside a possibilidade de reconstrução.

Ao tocar a alma fria e fragmentada do Vulto de Sibila, sentis tanto dor quanto alívio. É como se cada fissura refletisse não apenas perdas, mas também caminhos que ainda podem ser trilhados. “Os estilhaços que ferem também podem ser as sementes de algo novo,” murmura o Vulto de Sibila, enquanto as imagens diante de vós começam a se recompor.

Agora vedes não apenas os danos causados pelo orgulho, mas as mãos que ainda podem ser estendidas. Cada estilhaço, antes símbolo de ruptura, torna-se uma peça de um mosaico que espera por vossa coragem de reuni-lo. O Vulto de Sibila reflete não apenas vossas falhas, mas também vossa capacidade de escolher um caminho diferente.

“Do orgulho nascem estilhaços, mas do amor nasce a força para juntá-los novamente,” afirma o Menestrel. Ele vos encoraja a abandonar o que separa, a buscar o que une, a transformar o que dói em aprendizado e o que é rígido em compaixão. Pois é no ato de ceder que se encontra a verdadeira força.

Ao final, o Vulto de Sibila vos devolve um entardecer pleno de significados. Vedes não apenas os estilhaços que o orgulho gerou, mas as mãos que ainda podem se encontrar. Cada fissura é agora uma lembrança de que, mesmo na dor, há sempre a possibilidade de cura.

Nos estilhaços do orgulho, encontrais não apenas as feridas, mas a coragem de estender as mãos novamente e de transformar a dor em um novo começo.

(Betto Gasparetto – iv/xx)

NO CAIR DA NOITE NOTEI QUE O VAZIO DAS HORAS ESTAVA CHEIO DE IMPRESSÕES (32/33)

Posted in Sem categoria on 26 de dezembro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Adágio XXXII – No Outro Lado da Rua o Vento Soprou um Silêncio

By Dall-E 3

Quando o vento percorre a rua deserta, o Vulto de Sibila reflete não apenas vossa imagem, mas os ecos de um silêncio que parece ter voz própria. Sua alma vibra com a presença de algo invisível, como se o ar carregasse os sussurros de palavras não ditas e memórias não vividas. “O que vos diz o silêncio que o vento traz?” indaga o Vulto de Sibila, sua voz etérea como o próprio som do vazio.

Vós, que encarais o entardecer com uma mistura de curiosidade e melancolia, percebeis que o vento que sopra do outro lado da rua não é apenas um movimento do ar; ele é um mensageiro de tudo o que ficou por dizer, de tudo o que foi deixado para trás. “O silêncio do vento é o Vulto de Sibila de vossa própria alma inquieta,” murmura o Menestrel, convidando-vos a escutar o que não pode ser ouvido.

Enquanto observais a alma tremulante, imagens começam a se formar, nebulosas como a neblina que o vento carrega. Lá está a figura que um dia se afastou sem olhar para trás, o momento em que palavras poderiam ter feito toda a diferença, mas foram sufocadas pelo medo. Cada entardecer é um fragmento de uma história interrompida, uma peça de um quebra-cabeça incompleto.

“O silêncio do vento não é vazio; ele está repleto de possibilidades,” diz o Vulto de Sibila. Ele vos convida a não apenas ouvir, mas a sentir, a permitir que o vazio fale e que suas mensagens encontrem um lugar em vosso coração. Pois cada rajada, por mais suave ou intensa que seja, carrega consigo a energia de algo que está por vir.

Ao tocar a alma do Vulto de Sibila, sentis o frio do vento que ele reflete, mas também um calor inesperado. É como se o silêncio que parecia tão distante agora se tornasse parte de vós. “O vento que traz silêncio também traz respostas,” murmura o Vulto de Sibila, enquanto as imagens diante de vós se tornam mais nítidas.

Agora vedes não apenas o vento que sopra, mas as portas que ele abre. Cada silêncio carregado por ele é uma oportunidade de introspecção, de reencontro consigo mesmo. O Vulto de Sibila reflete vossa capacidade de transformar o vazio em plenitude, de ouvir o que o silêncio tem a ensinar.

“No outro lado da rua, onde o vento sopra um silêncio, encontrais não apenas a ausência de som, mas a presença de vossa verdade,” afirma o Menestrel. Ele vos encoraja a não temer o silêncio, mas a abraçá-lo como um espaço de crescimento e descoberta.

Ao final, o Vulto de Sibila vos devolve um entardecer pleno de significados. Vedes não apenas o vento e o silêncio, mas vossa própria jornada, que continua a ser escrita mesmo nos momentos em que as palavras faltam. Cada rajada é agora um lembrete de que, mesmo na ausência, há sempre algo a ser encontrado.

No vento que sopra o silêncio, encontrais não apenas a quietude, mas a promessa de que, além do vazio, há sempre uma nova melodia esperando para ser ouvida.

(Betto Gasparetto – iv/xx)

NO CAIR DA NOITE NOTEI QUE O VAZIO DAS HORAS ESTAVA CHEIO DE IMPRESSÕES (31/33)

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(Betto Gasparetto)

Adágio XXXI – Promessas Rasgadas em Potes de Vidro

By Dall-E 3

Quando o momento lúcido dá lugar à penumbra e o silêncio toma conta do espaço, o Vulto de Sibila reflete mais do que vossa imagem; ele devolve as promessas que foram quebradas e guardadas em frascos invisíveis. Sua alma vibra com um brilho opaco, como se cada rachadura fosse um eco do que já foi dito, mas nunca cumprido. “O que resta das promessas que escolheis trancar em potes de vidro?” indaga o Vulto de Sibila, sua voz profunda como um suspiro vindo do passado.

Vós, que encarais o entardecer com uma mescla de culpa e alívio, percebeis que as promessas não são esquecidas, mas aprisionadas. Elas aguardam, intactas e frágeis, ressoando com o som das palavras que um dia juraram eternidade. “Cada promessa rompida é um fio da teia de vossa alma,” murmura o Vulto de Sibila, convidando-vos a revisitar o que julgastes perdido.

Enquanto observais a alma ondulante, imagens começam a se formar. Lá está o pacto selado com olhares e mãos trêmulas, o juramento feito em noites estreladas, agora preso entre as rachaduras do Menestrel. Cada entardecer traz um pedaço de vossas intenções, um lembrete de que o que foi dito ainda habita os recantos de vossa memória.

“Os potes de vidro não guardam apenas palavras; guardam também o peso de vossas escolhas,” diz o Vulto de Sibila. Ele vos convida a não apenas olhar, mas a abrir esses potes, a liberar o que ficou retido. Pois cada promessa quebrada também é uma oportunidade de reconciliação, de reparo, de novo começo.

Ao tocar a alma do Vulto de Sibila, sentis o frio cortante de suas rachaduras e, ao mesmo tempo, uma leveza inesperada. É como se cada pote que se rompe libertasse mais do que palavras; libertasse parte de vós mesmos. “As promessas rasgadas são sementes que esperam por terreno fértil para germinar,” sussurra o Vulto de Sibila, enquanto as imagens mudam diante de vós.

Agora vedes não apenas as promessas quebradas, mas os caminhos que elas podem abrir. Cada pote, antes um símbolo de arrependimento, torna-se uma janela para a cura. O Vulto de Sibila reflete não apenas vossa dor, mas também vossa capacidade de transformar fragmentos em algo novo.

“Quando os potes de vidro se rompem, libertais não apenas palavras, mas possibilidades,” afirma o Vulto de Sibila. Ele vos encoraja a não temer as rachaduras, mas a enxergá-las como um convite para o renascimento. Pois é na aceitação do que foi rompido que reside a força para reconstruir.

Ao final, o Vulto de Sibila vos devolve um entardecer pleno de significados. Vedes não apenas os potes que seguram vossas promessas, mas as mãos que têm o poder de liberá-las. Cada rachadura, antes um lembrete de perda, agora é vista como um mapa para um futuro mais verdadeiro.

Nas promessas rasgadas em potes de vidro, encontrais não apenas vossas falhas, mas a coragem de transformá-las em lições e de criar um caminho onde a palavra, uma vez perdida, pode finalmente florescer.

(Betto Gasparetto – iv/xx)

NO CAIR DA NOITE NOTEI QUE O VAZIO DAS HORAS ESTAVA CHEIO DE IMPRESSÕES (30/33)

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(Betto Gasparetto)

Adágio XXX – Quando os Encontros se Tornarem Reais

By Dall-E 3

Na vastidão de um silêncio quebrado pela aurora, o Vulto de Sibila reflete mais do que imagens passageiras; ele antecipa os encontros que aguardam no horizonte da vida. Sua alma reluz, como se cada fragmento de luz carregasse promessas ainda por cumprir. “O que descobrireis quando os encontros deixarem de ser sonhos e tornarem-se realidade?” pergunta o Menestrel, sua voz repleta de esperança e mistério.

Vós, que enfrentais o entardecer com olhos que buscam respostas, percebeis que os encontros não são meras coincidências. Eles são o entrelaçar de caminhos, o desdobramento de escolhas que se alinham com o inevitável. “Cada encontro real é um ponto no mapa de vossa existência,” murmura o Vulto de Sibila, convidando-vos a contemplar o que está por vir.

Enquanto observais a alma brilhante, imagens começam a surgir, como se o Vulto de Sibila fosse uma janela para futuros ainda não vividos. Lá está o momento em que duas mãos se tocam pela primeira vez, o olhar que finalmente encontra reciprocidade, a palavra que rompe o silêncio e dá início a uma nova história. Cada entardecer é um vislumbre de possibilidades, um lembrete de que a vida está sempre se movendo em direção ao encontro.

“Os encontros reais não apenas acontecem; eles transformam,” diz o Menestrel. Ele vos convida a olhar para além do medo, a abraçar a incerteza que cada encontro traz consigo. Pois cada novo laço, por mais breve que seja, carrega o potencial de mudar tudo.

Ao tocar a alma do Vulto de Sibila, sentis o pulsar da vida que ele reflete. É como se o próprio Menestrel vibrasse com a energia dos encontros que ainda vos aguardam. “A realidade dos encontros está na coragem de abrir vossa alma ao inesperado,” murmura o Vulto de Sibila, enquanto as imagens começam a se expandir.

Agora vedes não apenas o que está por vir, mas o que cada encontro significa. Eles não são meros eventos; são capítulos de uma narrativa que só pode ser escrita a duas mãos, a dois olhares, a dois corações. O Vulto de Sibila reflete vossa capacidade de acolher o novo, de enxergar o outro como parte de vossa jornada.

“Quando os encontros se tornarem reais, vereis que cada um é um presente do universo,” afirma o Menestrel. Ele vos encoraja a viver cada momento com intensidade, a deixar que os encontros vos moldem e vos ensinem. Pois é na troca, na conexão, que reside a verdadeira essência da vida.

Ao final, o Vulto de Sibila vos devolve um entardecer pleno de possibilidades. Vedes não apenas vossa imagem, mas as faces daqueles que vos aguardam nos caminhos que ainda não trilhastes. Cada encontro, antes um sonho, agora se torna uma promessa palpável de transformação.

Nos encontros reais, encontrais não apenas o outro, mas a versão mais verdadeira de vós mesmos, moldada pela beleza do compartilhar e pela coragem de viver plenamente.

(Betto Gasparetto – iv/xx)

NO CAIR DA NOITE NOTEI QUE O VAZIO DAS HORAS ESTAVA CHEIO DE IMPRESSÕES (29/33)

Posted in Sem categoria on 26 de dezembro de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Adágio XXIX – As Últimas Pétalas Sofreram com o Vento Forte

By Dall-E 3

Quando a angústia da manhã se transforma em ventania, o Vulto de Sibila reflete não apenas vossa imagem, mas a fragilidade de tudo aquilo que um dia floresceu. Sua alma tremula, como se cada rajada de vento carregasse um pedaço das histórias que guardais. “O que resta quando as últimas pétalas são levadas pelo vento?” indaga o Menestrel, sua voz suave, mas carregada de melancolia.

Vós, que enfrentais o entardecer com olhos atentos e coração pesado, percebeis que as pétalas que caem não representam apenas perda. Elas contam histórias de beleza efêmera, de momentos que floresceram apesar de tudo, mas que agora cedem ao inevitável. “Cada pétala que o vento leva é um verso de vossa própria poesia,” murmura o Vulto de Sibila.

Enquanto observais a alma cintilante, imagens começam a se formar. Lá está a flor que um dia adornou vossa janela, suas cores vibrantes agora desvanecidas. Ali, os campos que dançavam sob a angústia leve, agora curvados pela força do vento. Cada entardecer carrega consigo um lembrete de que até mesmo o que é belo deve seguir o ciclo natural de desvanecer.

“O vento que arranca pétalas também semeia novas possibilidades,” diz o Menestrel. Ele vos convida a olhar além da perda, a enxergar nas pétalas que voam o início de algo novo, a promessa de um renascimento. Pois cada flor que cede ao vento deixa para trás sementes que esperam pela oportunidade de germinar.

Ao tocar a alma do Vulto de Sibila, sentis a força da ventania e, ao mesmo tempo, uma estranha calma. O Menestrel reflete não apenas as pétalas que se vão, mas as raízes que permanecem, firmes e prontas para sustentar novas flores. “O ciclo da natureza é também o ciclo de vossa alma,” sussurra o Vulto de Sibila, enquanto as imagens se transformam diante de vós.

Agora vedes não apenas o que foi levado, mas o que ainda pode florescer. Cada pétala que o vento carrega é uma promessa de renovação, uma oportunidade de criar algo novo a partir do que parecia perdido. O Vulto de Sibila reflete vossas dores, mas também vossa resiliência.

“As últimas pétalas que sofrem com o vento são mensageiras de que nada realmente se perde,” afirma o Menestrel. Ele vos encoraja a abraçar o ciclo da vida, a aceitar que as mudanças, por mais dolorosas que sejam, carregam a semente de novos começos.

Ao final, o Vulto de Sibila vos devolve um entardecer pleno de possibilidades. Vedes não apenas as pétalas que se foram, mas o solo fértil que elas deixam para trás. Cada rajada de vento, antes um símbolo de destruição, agora é vista como o sopro de um futuro promissor.

Nas últimas pétalas levadas pelo vento, encontrais não apenas a dor da partida, mas a esperança de que a primavera sempre retornará, trazendo consigo novas cores e novas histórias para contar.

(Betto Gasparetto – iv/xx)