NO CAIR DA NOITE NOTEI QUE O VAZIO DAS HORAS ESTAVA CHEIO DE IMPRESSÕES (30/33)

(Betto Gasparetto)

Adágio XXX – Quando os Encontros se Tornarem Reais

By Dall-E 3

Na vastidão de um silêncio quebrado pela aurora, o Vulto de Sibila reflete mais do que imagens passageiras; ele antecipa os encontros que aguardam no horizonte da vida. Sua alma reluz, como se cada fragmento de luz carregasse promessas ainda por cumprir. “O que descobrireis quando os encontros deixarem de ser sonhos e tornarem-se realidade?” pergunta o Menestrel, sua voz repleta de esperança e mistério.

Vós, que enfrentais o entardecer com olhos que buscam respostas, percebeis que os encontros não são meras coincidências. Eles são o entrelaçar de caminhos, o desdobramento de escolhas que se alinham com o inevitável. “Cada encontro real é um ponto no mapa de vossa existência,” murmura o Vulto de Sibila, convidando-vos a contemplar o que está por vir.

Enquanto observais a alma brilhante, imagens começam a surgir, como se o Vulto de Sibila fosse uma janela para futuros ainda não vividos. Lá está o momento em que duas mãos se tocam pela primeira vez, o olhar que finalmente encontra reciprocidade, a palavra que rompe o silêncio e dá início a uma nova história. Cada entardecer é um vislumbre de possibilidades, um lembrete de que a vida está sempre se movendo em direção ao encontro.

“Os encontros reais não apenas acontecem; eles transformam,” diz o Menestrel. Ele vos convida a olhar para além do medo, a abraçar a incerteza que cada encontro traz consigo. Pois cada novo laço, por mais breve que seja, carrega o potencial de mudar tudo.

Ao tocar a alma do Vulto de Sibila, sentis o pulsar da vida que ele reflete. É como se o próprio Menestrel vibrasse com a energia dos encontros que ainda vos aguardam. “A realidade dos encontros está na coragem de abrir vossa alma ao inesperado,” murmura o Vulto de Sibila, enquanto as imagens começam a se expandir.

Agora vedes não apenas o que está por vir, mas o que cada encontro significa. Eles não são meros eventos; são capítulos de uma narrativa que só pode ser escrita a duas mãos, a dois olhares, a dois corações. O Vulto de Sibila reflete vossa capacidade de acolher o novo, de enxergar o outro como parte de vossa jornada.

“Quando os encontros se tornarem reais, vereis que cada um é um presente do universo,” afirma o Menestrel. Ele vos encoraja a viver cada momento com intensidade, a deixar que os encontros vos moldem e vos ensinem. Pois é na troca, na conexão, que reside a verdadeira essência da vida.

Ao final, o Vulto de Sibila vos devolve um entardecer pleno de possibilidades. Vedes não apenas vossa imagem, mas as faces daqueles que vos aguardam nos caminhos que ainda não trilhastes. Cada encontro, antes um sonho, agora se torna uma promessa palpável de transformação.

Nos encontros reais, encontrais não apenas o outro, mas a versão mais verdadeira de vós mesmos, moldada pela beleza do compartilhar e pela coragem de viver plenamente.

(Betto Gasparetto – iv/xx)

Uma resposta to “NO CAIR DA NOITE NOTEI QUE O VAZIO DAS HORAS ESTAVA CHEIO DE IMPRESSÕES (30/33)”

  1. Prof Gasparetto Says:

    parabéns professor, que palavras profundas e especiais. Estou encantada de tê-lo conhecido. Muitas saudades. Fê.

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