Pelas Vidraças de Minha Janela Sequestrei Teu Vulto ______________________I/X______________________

(A Distância se Fez Saudade) em 7 capítulos

(Betto Gasparetto)

Capítulo 3. O Pêndulo e a Rosa

By Dall-E 3

I
As primeiras luzes do dia iluminavam teu rosto,
Revelando a beleza serena de tua expressão calma,
E eu, hipnotizado por aquele olhar envolvente,
Sentia meu coração abrir-se como uma flor na palma.
II
O reflexo de teus olhos na vidraça da janela,
Criava um espelho de emoções e sentimentos,
E eu, observando-te com atenção e carinho,
Sentia-me parte de um quadro de infinitos momentos.
III
Teus olhos, espelhos da tua alma, transmitiam paz,
Um refúgio seguro onde minha mente podia descansar,
E eu, imerso naquela serenidade contagiante,
Sentia-me renovado, pronto para o novo despertar.
IV
O brilho de teus olhos refletia a luz do amanhecer,
Como estrelas que brilham mesmo na claridade do dia,
E eu, maravilhado por essa visão tão luminosa,
Sentia-me inspirado a escrever nossa própria poesia.
V
Cada piscada tua era um convite para mais proximidade,
Um gesto sutil que falava de desejos e anseios,
E eu, respondendo com um olhar igualmente intenso,
Sentia a magia do momento nos unindo em meios.
VI
O frescor da manhã trazia consigo a promessa,
De dias repletos de encontros e histórias a contar,
E eu, segurando a imagem de teu olhar profundo,
Sentia a esperança de que juntos poderíamos sonhar.
VII
Teus olhos carregavam a sabedoria de anos vividos,
Experiências que moldaram tua essência delicada,
E eu, curioso e respeitoso, desejava conhecer,
Cada capítulo da vida que em teus olhos estava guardada.
VIII
A luz do sol incidia sobre a vidraça com suavidade,
Criando um cenário de luz e sombras dançantes,
E eu, observando-te com atenção e admiração,
Sentia-me parte de um quadro de momentos vibrantes.
IX
Teus olhos refletiam a calma de um lago sereno,
Onde as preocupações do mundo pareciam ausentes,
E eu, imerso nessa paz contagiante e pura,
Sentia-me livre das dores e dos conflitos urgentes.
X
Cada olhar teu era uma janela para tua alma,
Revelando a beleza de um espírito livre e forte,
E eu, atraído por essa essência tão verdadeira,
Sentia meu coração bater em compassos de suporte.
XI
O silêncio do amanhecer envolvia-nos em tranquilidade,
Um momento de pura conexão e entendimento,
E eu, perdido naquele olhar que tudo dizia,
Sentia-me completo, em pleno assentimento.
XII
Teus olhos eram como poços de sabedoria e ternura,
Onde eu desejava mergulhar e me perder,
E eu, cativado por essa profundidade serena,
Sentia-me disposto a tudo para contigo permanecer.

(Betto Gasparetto – x/xx)

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