CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (29)
(Betto Gasparetto)
Carta XXIX: À ausência que nunca será permanente

By Dall-E 3
Minha adorada,
Por mais que a tua ausência seja um fardo, sei que ela é temporária. Nenhuma distância pode durar para sempre, nenhum oceano pode separar dois corações que verdadeiramente se amam.
Penso em ti como alguém pensa no amanhecer após uma noite longa: com esperança, com desejo, com a certeza de que virá. Até lá, viverei cada dia com a convicção de que nossa união é inevitável, que nada pode nos manter separados por muito tempo.
Teu, na ausência e na presença,
Aquele que te reencontrará
(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)
Deixe um comentário