Arquivo para 19 de janeiro de 2025

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (42)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XLII: Às marés que me levam sempre a ti

By Dall-E 3

Minha querida,

As marés são caprichosas, sempre mudando, sempre imprevisíveis. Mas, por mais que me afastem, sinto que há uma força invisível que me puxa de volta a ti, como se o próprio oceano entendesse que meu destino é ao teu lado.

Não importa quantas vezes a vida me leve para longe, sei que meu coração encontrará o caminho de volta. É como se cada onda fosse um lembrete de que o amor é uma corrente que nada pode quebrar.

Prometo que seguirei essa maré, até que ela me leve diretamente para os teus braços.

Teu, sempre guiado pela força do nosso amor,
Aquele que encontra o caminho em cada onda

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (41)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XLI: À chama que nunca se apaga

By Dall-E 3

Minha amada,

O tempo pode ser cruel, as distâncias implacáveis, mas a chama do nosso amor permanece viva, iluminando mesmo os dias mais sombrios. Não há vento que possa apagá-la, nem tempestade que possa sufocá-la. Ela arde em meu peito, constante, eterna, alimentada pela lembrança de tudo o que somos.

Penso em como será quando estivermos juntos novamente, e essa chama, que agora me aquece sozinho, tornar-se-á o fogo que iluminará nosso futuro. Nada poderá nos deter, pois o que temos é mais forte do que qualquer obstáculo que a vida coloque em nosso caminho.

Com amor que nunca se extingue,
Aquele que vive na luz do nosso fogo eterno

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (40)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XL: Às despedidas que só antecipam o reencontro

By Dall-E 3

Minha adorada,

Cada despedida que vivemos carrega consigo a dor de um adeus, mas também a esperança de um reencontro. Sei que, por mais cruel que seja dizer adeus, ele é apenas uma pausa em nossa história, nunca o fim.

Quando nos despedimos pela última vez, vi em teus olhos uma promessa silenciosa de que nos veríamos novamente. Vivo por essa promessa, por essa certeza. E, quando o reencontro finalmente chegar, cada despedida será esquecida, como poeira que o vento leva para longe.

Teu, em cada adeus e reencontro,
Aquele que sempre volta para ti

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (39)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXXIX: Às promessas que o vento jamais leva

By Dall-E 3

Minha querida,

Prometo-te que cada palavra que escrevo, cada jura que faço, é tão sólida quanto a terra que pisamos. O vento pode levar estas cartas, as ondas podem tentar apagá-las, mas as promessas que te faço são imutáveis, eternas.

Prometo que, ao fim desta jornada, estarei contigo, pronto para começar novamente, como se o tempo e a distância nunca tivessem existido. Meu amor por ti não é feito de momentos passageiros, mas de uma constância que desafia tudo.

Com a certeza de que nossas promessas são eternas,
Aquele que vive para cumpri-las

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (38)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXXVIII: Ao instante que aguardo com toda a alma

By Dall-E 3

Minha adorada,

Há um instante que vivo esperando: o momento em que nossos olhos se encontrarão novamente. Já consigo imaginar como será. Meus passos hesitarão, minha voz se calará, e, por um breve segundo, o mundo inteiro desaparecerá, deixando apenas nós dois.

Esse instante será a cura para cada ferida que a distância abriu. Será a resposta para todas as minhas perguntas e a realização de cada promessa que fizemos. Até lá, viverei em função dele, com a certeza de que valerá cada dia de espera.

Teu, enquanto aguardo o instante perfeito,
Aquele que vive para te reencontrar

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)