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Pelas Vidraças de Minha Janela Sequestrei Teu Vulto ______________________I/X______________________

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(A Distância se Fez Saudade) em 7 capítulos

(Betto Gasparetto)

Capítulo 4. Caminhos Estreitos Revelados

By Dall-E 3

I
A luz do sol revelava cada detalhe de tua expressão,
Desde a curva suave de teus lábios até o brilho do olhar,
E eu, hipnotizado por essa visão tão encantadora,
Sentia-me prisioneiro de um sentimento sem par.
II
O reflexo de teus olhos na vidraça era hipnotizante,
Um espelho onde nossas almas se encontravam,
E eu, imerso nesse reflexo tão verdadeiro,
Sentia-me unido a ti de maneiras que não explicavam.
III
Teus olhos transmitiam a força de tua personalidade,
A suavidade de teu coração e a intensidade de tua vontade,
E eu, admirado por essa combinação perfeita,
Sentia-me inspirado a corresponder com minha verdade.
IV
Cada olhar teu era uma promessa silenciosa,
De que estávamos destinados a compartilhar nossos caminhos,
E eu, acreditando nessa conexão tão forte,
Sentia-me confiante para enfrentar os futuros espinhos.
V
A luz do amanhecer iluminava nossos rostos,
Revelando a beleza de um encontro genuíno e sincero,
E eu, grato por aquele primeiro olhar,
Sentia-me abençoado por esse momento tão austero.
VI
Teus olhos refletiam a beleza de um amor nascente,
Como flores que desabrocham na primavera,
E eu, emocionado por essa visão tão pura,
Sentia meu coração florescer com esperança inteira.
VI
O silêncio do quarto era preenchido por nossos olhares,
Uma comunicação sem palavras, mas cheia de significado,
E eu, compreendendo a profundidade desse momento,
Sentia-me conectado a ti de maneira inabalável e amado.
VII
Teus olhos, espelhos de tua alma transparente,
Transmitiam a sinceridade de teus sentimentos,
E eu, tocado por essa honestidade genuína,
Sentia-me pronto para enfrentar quaisquer tormentos.
VIII
A luz do sol envolvia-nos em uma aura de serenidade,
Criando um ambiente propício para o florescer do amor,
E eu, imerso nesse cenário tão harmonioso,
Sentia-me fortalecido por essa conexão e ardor.
IX
Teus olhos eram como guias em uma jornada desconhecida,
Iluminando o caminho para um futuro incerto,
E eu, confiante em teu olhar compassivo,
Sentia-me seguro para seguir adiante, aberto.
X
Cada piscada tua era um gesto de carinho e afeto,
Um sinal silencioso de que estávamos juntos,
E eu, correspondendo com a mesma intensidade,
Sentia-me parte de algo maior, em profundos assuntos.
XI
O reflexo de teus olhos na vidraça capturava a essência,
De um momento único e irrepetível,
E eu, desejando eternizar esse instante mágico,
Sentia-me grato por essa conexão infalível.
XII
Teus olhos brilhavam com a luz da esperança,
Como estrelas que guiam os navegantes na noite,
E eu, seguindo essa luz tão luminosa,
Sentia-me inspirado a enfrentar qualquer açoite.

(Betto Gasparetto – x/xx)

Pelas Vidraças de Minha Janela Sequestrei Teu Vulto ______________________I/X______________________

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(A Distância se Fez Saudade) em 7 capítulos

(Betto Gasparetto)

Capítulo 3. O Pêndulo e a Rosa

By Dall-E 3

I
As primeiras luzes do dia iluminavam teu rosto,
Revelando a beleza serena de tua expressão calma,
E eu, hipnotizado por aquele olhar envolvente,
Sentia meu coração abrir-se como uma flor na palma.
II
O reflexo de teus olhos na vidraça da janela,
Criava um espelho de emoções e sentimentos,
E eu, observando-te com atenção e carinho,
Sentia-me parte de um quadro de infinitos momentos.
III
Teus olhos, espelhos da tua alma, transmitiam paz,
Um refúgio seguro onde minha mente podia descansar,
E eu, imerso naquela serenidade contagiante,
Sentia-me renovado, pronto para o novo despertar.
IV
O brilho de teus olhos refletia a luz do amanhecer,
Como estrelas que brilham mesmo na claridade do dia,
E eu, maravilhado por essa visão tão luminosa,
Sentia-me inspirado a escrever nossa própria poesia.
V
Cada piscada tua era um convite para mais proximidade,
Um gesto sutil que falava de desejos e anseios,
E eu, respondendo com um olhar igualmente intenso,
Sentia a magia do momento nos unindo em meios.
VI
O frescor da manhã trazia consigo a promessa,
De dias repletos de encontros e histórias a contar,
E eu, segurando a imagem de teu olhar profundo,
Sentia a esperança de que juntos poderíamos sonhar.
VII
Teus olhos carregavam a sabedoria de anos vividos,
Experiências que moldaram tua essência delicada,
E eu, curioso e respeitoso, desejava conhecer,
Cada capítulo da vida que em teus olhos estava guardada.
VIII
A luz do sol incidia sobre a vidraça com suavidade,
Criando um cenário de luz e sombras dançantes,
E eu, observando-te com atenção e admiração,
Sentia-me parte de um quadro de momentos vibrantes.
IX
Teus olhos refletiam a calma de um lago sereno,
Onde as preocupações do mundo pareciam ausentes,
E eu, imerso nessa paz contagiante e pura,
Sentia-me livre das dores e dos conflitos urgentes.
X
Cada olhar teu era uma janela para tua alma,
Revelando a beleza de um espírito livre e forte,
E eu, atraído por essa essência tão verdadeira,
Sentia meu coração bater em compassos de suporte.
XI
O silêncio do amanhecer envolvia-nos em tranquilidade,
Um momento de pura conexão e entendimento,
E eu, perdido naquele olhar que tudo dizia,
Sentia-me completo, em pleno assentimento.
XII
Teus olhos eram como poços de sabedoria e ternura,
Onde eu desejava mergulhar e me perder,
E eu, cativado por essa profundidade serena,
Sentia-me disposto a tudo para contigo permanecer.

(Betto Gasparetto – x/xx)

Pelas Vidraças de Minha Janela Sequestrei Teu Vulto ______________________I/X______________________

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(A Distância se Fez Saudade) em 7 capítulos

(Betto Gasparetto)

Capítulo 2. O Silêncio Pulsa

By Dall-E 3

I
Teus olhos refletiam a luz com uma intensidade única,
Como se cada partícula de brilho contasse uma história,
E eu, perdido na profundidade desse olhar cativante,
Sentia-me transportado para uma dimensão de memória.
II
Cada batida do coração parecia ressoar no ambiente,
Como um tambor que marca o ritmo de nossa conexão,
E naquele primeiro olhar, uma promessa silenciosa,
De que estávamos destinados a uma eterna união.
III
O silêncio do quarto tornava-se cúmplice do momento,
Guardando a intimidade de nosso encontro inicial,
E enquanto nossos olhares se mantinham entrelaçados,
Sentia uma certeza de que algo grandioso estava por vir.
IV
Teus olhos, janelas para teu ser, transmitiam serenidade,
Um convite para mergulhar nas profundezas de tua alma,
E eu, ansioso e ao mesmo tempo hesitante, respondia,
Com a sinceridade de um coração que anseia e clama.
V
A luz do sol se intensificava gradualmente,
Revelando cada nuance de tua expressão calma,
E naquele primeiro olhar, tudo parecia se encaixar,
Como peças de um quebra-cabeça que ganha forma e alma.
VI
As cores do amanhecer pintavam o cenário ao redor,
Com tons de laranja, rosa e dourado no céu,
E enquanto te observava através da vidraça,
Sentia-me imerso em um quadro de amor e mel.
VII
Teus olhos brilhavam com uma luz própria e singular,
Refletindo a beleza de um espírito livre e forte,
E eu, cativado por essa visão tão pura e verdadeira,
Sentia-me atraído por ti com força inexorável e norte.
VIII
A quietude do amanhecer envolvia-nos em serenidade,
Um silêncio que falava mais do que mil palavras,
E naquele primeiro olhar, uma linguagem sem sons,
Onde nossos corações conversavam em suaves baladas.
IX
O tempo parecia desacelerar ao nosso redor,
Cada segundo se estendia em uma eternidade breve,
E eu, enfeitiçado por aquele olhar penetrante,
Sentia meu ser inteiro se render àquilo que não se escreve.
X
Teus olhos eram como faróis em uma noite escura,
Guiando-me com sua luz através de mares desconhecidos,
E eu, navegando nas águas da tua expressão profunda,
Encontrava-me perdido e, paradoxalmente, encontrado em teus sentidos.
XI
A suavidade de teu olhar trazia conforto e esperança,
Como a primeira luz após uma longa tempestade,
E eu, ancorado naquele instante de pura emoção,
Sentia a certeza de que nossas almas estavam conectadas.
XII
Cada detalhe de teu olhar era uma descoberta constante,
Uma viagem sem mapa pelos recantos de tua essência,
E eu, explorando com devoção cada nuance e brilho,
Sentia-me afortunado por testemunhar tua presença.

(Betto Gasparetto – x/xx)

Pelas Vidraças de Minha Janela Sequestrei Teu Vulto ______________________I/X______________________

Posted in Sem categoria on 5 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(A Distância se Fez Saudade) em 7 capítulos

(Betto Gasparetto)

Capítulo 1. O Primeiro Olhar

By Dall-E 3

I
Sob a luz tênue do alvorecer, teus olhos cruzaram os meus,
Num instante eterno onde o tempo cedeu.
Na penumbra do quarto, o silêncio falou,
E em cada reflexo, a promessa de um adeus.
II
O amanhecer despontava no horizonte distante,
As cortinas dançavam suavemente com a luz matinal,
E ali, naquele momento de calma e serenidade,
Teu olhar encontrou o meu, silencioso e imortal.
III
Os raios de sol atravessavam a vidraça antiga,
Desenhando padrões de luz e sombra no chão,
Enquanto nossos olhos se encontravam pela primeira vez,
Num encontro marcado pela inexorável mão da paixão.
IV
Teus olhos, profundos como lagos em noites tranquilas,
Refletiam histórias não contadas e sonhos adormecidos,
E no brilho deles, vi a promessa de um novo começo,
Um vislumbre de um futuro que ainda não havia sido escrito.
V
A luz fresca da manhã trouxe consigo aromas sutis,
Do café recém-passado e das flores do jardim,
E naquele instante, tudo parecia perfeito e completo,
Como se o universo conspirasse a nosso favor, enfim.
VI
O quarto estava silencioso, apenas o som do relógio,
Marcando cada segundo com precisão implacável,
E enquanto te observava, cada detalhe teu me fascinava,
Desde a curva do teu sorriso até a serenidade do teu semblante.
VII
As primeiras luzes do dia acariciavam teu rosto,
Revelando a delicadeza de teus traços e expressões,
E eu, perdido naquele olhar penetrante e sereno,
Sentia meu coração bater em compassos de emoções.
VIII
O momento parecia suspenso no espaço e no tempo,
Como se o universo tivesse parado para nos contemplar,
E enquanto nossos olhares se entrelaçavam silenciosamente,
Sentia uma conexão profunda, impossível de negar.
IX
Teus olhos, janelas para tua alma, desvelavam mistérios,
Segredos guardados com carinho e cuidado,
E eu, intrigado e fascinado, desejava desvendar,
Cada fragmento da história que neles estava retratado.
X
A luz da manhã envolvia-nos em um abraço suave,
Envolvendo-nos numa aura de paz e tranquilidade,
E naquele primeiro olhar, tudo parecia possível,
Como se estivéssemos destinados a essa realidade.
XI
O tempo avançava lentamente, quase imperceptível,
Enquanto nossos olhares permaneciam fixos e intensos,
E eu, imerso naquele momento de pura contemplação,
Sentia a essência do amor florescer sem dispêndio.
XII
As sombras da noite ainda resistiam a desaparecer,
Misturando-se com a luz que anunciava o novo dia,
E no contraste entre escuridão e clareza,
Encontrava-se a beleza da nossa primeira sintonia.

(Betto Gasparetto – x/xx)

10 poemas sobre “A Navalha Tem Dois Lados: O Amor e o Ódio” (10/10)

Posted in Sem categoria on 4 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Incisão X. Epílogo do Amor que Não Morre

By Dall-E 3

I
Nas cinzas deixadas por tua ausência,
Ainda arde o fogo de um amor profundo.
Pois mesmo ferido pela tua indolência,
Teu nome é a chama que ilumina meu mundo.
*
Ó amor, que é ao mesmo tempo tão vil,
E, contudo, tão belo em tua tortura.
É fel amargo e também doce perfil,
Que torna a dor parte da alma pura.
*
Por que, ó sentimento imortal e voraz,
Insiste em viver onde há só ruína?
Se o ódio, em seu peso cruel, já me faz
Querer esquecer-te na sombra que declina?
II
Mas oh, o amor não morre, não sucumbe.
Ele é a raiz que atravessa a pedra fria.
E mesmo que o tempo sua dor resuma,
Ele renasce em cada melancolia.
*
E tu, ó musa de minha insensatez,
É tanto a espada quanto o bálsamo dado.
Cada tua lembrança é uma vez
Um golpe letal e um abraço sagrado.
*
Nas noites em que o silêncio se agita,
Tua voz ressoa em meu peito ferido.
E embora o ódio em mim se levante e canta,
O amor persiste, ainda indefinido.
III
Teu olhar, que outrora me trouxe vida,
É agora a sombra que me aprisiona.
Mas mesmo assim, nesta dor tão partida,
É a memória que o destino entoa.
*
Que seja, pois, o amor minha cruz eterna,
E o ódio, meu fardo em tormento gelado.
Pois entre a paixão que em minha alma hiberna,
É tanto meu caos quanto meu legado.
*
E quando, enfim, o último suspiro vier,
E meu coração silenciar na derrota,
Ainda em meus lábios teu nome há de ser
A última palavra que o destino anota.
IV
Ó amor que não morre, ó chama infinda,
Mesmo entre ruínas, é meu altar.
Pois na dor, tua luz ainda se brinda,
E em meu ódio, teu eco vem pulsar.
*
Assim termina este pranto sombrio,
De amor e ódio em eterno duelo.
Pois viver-te é dançar no vazio,
E morrer-te é renascer no flagelo.

(Betto Gasparetto – ix/xcviii)