Arquivo para janeiro, 2025

NAS MÃOS DO MEU LIBERTADOR (05)

Posted in Sem categoria on 21 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

V – A Promessa da Redenção

By Dall-E 3

I

Senhor Jeová, em tua imensa sabedoria e infinita bondade, olhas com ternura para aqueles que, em suas aflições, se voltam para ti, buscando refúgio e amparo. Quando o mundo se ergue em fúria, quando os corações dos homens se tornam insensíveis e a justiça parece distante, é em ti que encontro a força para perseverar. Tu, ó Senhor Jeová, não és apenas o criador do céu e da terra, mas também o guardião das almas aflitas, daqueles que, mesmo na dor, confiam no poder da tua misericórdia.

II

Os homens se levantam contra mim, não por algo que eu tenha feito, mas por suas próprias falhas e inseguranças. Suas palavras são como lanças afiadas, suas ações como correntes que buscam prender o meu espírito, mas sei que tu, Senhor Jeová, és o libertador de todos os que buscam verdade. Em tua força, as mentiras se desintegram, e a justiça, que muitas vezes parece um sonho distante, torna-se uma realidade que se aproxima. Quando os inimigos se reúnem, como uma onda prestes a me engolir, tu és a rocha firme que não se move, a paz que não se abala.

III

Tu não me pedes que eu seja perfeito, mas que eu confie em ti, que eu me entregue à tua vontade e me entregue ao poder da tua redenção. Quando os ventos da adversidade ameaçam me desviar, é o teu amor que me mantém centrado. Não peço que me livres das dificuldades, pois sei que elas são uma parte do caminho, mas peço que me mostres, em meio à tempestade, o farol da tua sabedoria, para que eu possa encontrar o sentido e a força para seguir em frente.

IV

Quando as noites se tornam longas e os meus passos vacilam, é tua presença que me acalma. Mesmo quando os inimigos tentam me desanimar com seus sussurros de desesperança, tua voz, ó Senhor Jeová, é o único som que ouço. Tu és a minha fortaleza, a minha defesa, a minha confiança, e eu sei que, em tua justiça, a verdade será sempre revelada. Que os que se alimentam da mentira vejam, um dia, que a verdade não pode ser apagada, que a tua luz ilumina todas as trevas.

V

E quando o fim se aproximar, e eu olhar para trás, não será o peso das ofensas que carregarei, mas a certeza de que, em cada momento de luta, eu fui sustentado pela tua graça. Não importa quantos se levantem contra mim, pois sei que tu és o meu refúgio eterno. E ao final, quando a justiça se manifestar, quando a verdade triunfar, cantarei em louvor ao Senhor Jeová, pois tu és o Deus da redenção, que nunca falha, e que sempre nos guia para a paz.

(Betto Gasparetto – xi/xix)

NAS MÃOS DO MEU LIBERTADOR (04)

Posted in Sem categoria on 21 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

IV – A Força da Esperança

By Dall-E 3

I

Senhor Jeová, tu que habitas nas alturas e vês todas as coisas com a visão de quem criou o universo, volvo meu olhar em tua direção, buscando refúgio na tua imensa misericórdia. Quando os ventos da adversidade sopram violentamente contra minha alma, e as sombras do desespero tentam encobrir a luz que ainda persiste em meu coração, é em ti que encontro força para resistir. Tu és a minha rocha, o abrigo seguro que não falha, mesmo quando o mundo à minha volta parece desmoronar.

II

Ó Jeová, eu sei que não sou perfeito e que, muitas vezes, minhas mãos se sujam nas batalhas que enfrento, mas mesmo assim, não desisto de procurar tua luz. Quando os que me cercam se alimentam da crueldade e da mentira, tentando dobrar minha alma com palavras afiadas, lembro-me de ti. Tu, Senhor Jeová, vês mais do que o que é visível, escutas mais do que o que é falado, e teu poder é capaz de dissipar as trevas mais densas. Em tua presença, o mal se desfaz como a neblina ao toque da manhã.

III

Quando os inimigos se levantam como ondas furiosas e tentam abalar minha fé, eu sei que tu és o Deus que acalma o mar. Tu não estás distante em tua majestade, mas és próximo ao que clama por tua ajuda, ao que se lança em teus braços com o coração sincero. Eles podem rugir como cães, eles podem espalhar palavras venenosas, mas a verdade que brota do teu ser é mais forte do que qualquer ataque. O mal pode surgir de todas as direções, mas ele não prevalecerá contra o poder do Senhor Jeová.

IV

Eu não sou insensível às ofensas que recebo, mas entendo que o que me atacam não sou eu, mas a luz divina que habita em mim. Quando o mal se insinua e tenta distorcer a verdade, lembro-me de que tu, Senhor Jeová, és a força que me sustenta. Que minha fé seja inabalável diante daquelas que se levantam contra mim, pois, com tua mão poderosa, tu me livrarás das garras da inveja e do ódio. Não peço que eles sejam destruídos, mas que sua cegueira seja iluminada, e que suas palavras de falsidade se dissipem diante da tua verdade.

V

Mesmo quando eles insistem em voltar, como cães famintos que rondam à noite, tentando encontrar brechas na minha paz, sei que tu, ó Senhor Jeová, não me abandonarás. Pois, em tua misericórdia, tu me conduziras pelos caminhos da justiça, e no fim, a verdade será a minha vitória. Os injustos podem se levantar e acreditar que podem desmantelar a esperança, mas a minha confiança em ti é a chama que nunca se apaga. Tu és a minha defesa, a minha fortaleza, a minha salvação.

VI

E quando o dia da minha angústia chegar ao fim, e a noite se estender, minha alma descansará, pois sei que em tuas mãos, Senhor Jeová, estão os destinos dos justos. Eu louvarei teu nome, não por aquilo que me dás, mas pela força que me ofereces para seguir em frente. Porque, enquanto os inimigos se preocupam em destruir, tu me mostras como construir um refúgio de paz em meio à tormenta.

VII

Tu és a minha luz, Senhor Jeová, e por isso, mesmo nos momentos mais sombrios, eu tenho esperança. Quando todos ao meu redor se perderem na escuridão, meu coração se elevará em louvor, porque sei que tu nunca deixas de olhar por aqueles que, com fé sincera, se entregam à tua misericórdia. E assim, mesmo sem respostas imediatas, mesmo sem entender todos os teus caminhos, confio em tua promessa de que a vitória será sempre tua, e com ela, a minha também.

(Betto Gasparetto – xi/xix)

NAS MÃOS DO MEU LIBERTADOR (03)

Posted in Sem categoria on 21 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

III – A Luz que Não Se Apaga

By Dall-E 3

I

Em meio às tormentas da vida, quando o mundo se torna um campo de batalha onde a verdade é dilacerada, minha alma, sedenta de justiça, clama a ti, ó Senhor. Não são os meus próprios erros que me perturbam, mas as sombras que se estendem sobre a verdade, distorcendo-a até que se torne irreconhecível. Os que se levantam contra mim não buscam apenas a minha queda, mas a destruição de tudo o que é puro e belo, como se pudessem apagar a luz que brilha em nossos corações.

II

Ó Deus, tu que vês o íntimo de cada ser, não olhes para mim apenas com os olhos da culpa, pois sou humano e falho. Mas olhe para mim com a misericórdia que tu, em tua infinita sabedoria, derramas sobre todos os corações aflitos. Não peço que removas o peso da vida, mas que, em meio a ele, eu possa encontrar a força para não ceder, para não me render ao desespero. Pois, quando os que me cercam se alimentam da mentira, tentando convencer os outros de que a verdade é uma ilusão, é em ti que encontro a certeza do que é real.

III

Quando eles rosnarem e ameaçarem com suas palavras afiadas, como cães famintos que rodeiam a cidade, sei que tu, ó Senhor, não serás silenciado. Tu que és o único capaz de ver além das máscaras que usamos para ocultar nossas fraquezas, sabes que em meu coração não há espaço para o mal, mas para o desejo sincero de viver em paz. E se eles, em sua cegueira, insistem em difamar a bondade, em transformar a verdade em um campo de batalha, que, ao menos, saibam que, mesmo em sua fúria, são incapazes de apagar a luz que brilha dentro de mim. Essa luz, que vem de ti, é indestrutível.

IV

Eu não temo a fúria de seus ataques, nem as mentiras que tentam propagar. Pois a minha confiança não se baseia na força dos meus inimigos, mas na força da verdade que emana de ti. Eles podem tentar silenciar a minha voz, mas tu, ó Senhor, serás o meu eco. E quando eles se afastarem, cansados e sem forças, será o teu nome que se ouvirá nas ruas, como um canto de vitória que não precisa de armas para ser ouvido.

V

Que eles, em sua arrogância, possam um dia compreender que a verdadeira força não reside no poder de destruir, mas na capacidade de construir, de curar as feridas que o mal inflige, de espalhar luz onde há trevas. E, enquanto eles vagam em busca de reconhecimento, em busca de um poder que nunca será eterno, que a minha alma encontre, em tua misericórdia, a paz que transcende todo entendimento. Pois tu, ó Senhor, és a rocha onde minha fé repousa, e em ti, jamais sucumbirei.

VI

No fim de tudo, quando as vozes dos injustos se apagarem e o mundo finalmente se acalmar, o meu coração, em gratidão, cantará a tua glória. Porque em tua graça, mesmo nas horas mais sombrias, encontrei a luz que nunca se apaga. E que, ao olhar para o céu, eu possa ver o reflexo da tua bondade, a promessa de um novo amanhecer onde a paz será a verdadeira herança para todos os que buscam a verdade em seus corações.

(Betto Gasparetto – xi/xix)

NAS MÃOS DO MEU LIBERTADOR (02)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

II – O Refúgio da Esperança

By Dall-E 3

I

Quando a alma se vê esmagada pelo peso das ofensas e as sombras se alongam, ofuscando a visão da paz, é na quietude da oração que encontro abrigo. Não peço, ó Senhor Jeová, que afastes de mim as tempestades da vida, mas que me concedas forças para caminhar entre elas com dignidade. Pois sei que não sou imune ao mal, e que a fragilidade humana me torna vulnerável aos ataques daqueles que, em sua cegueira, desconhecem o valor da justiça.

II

No entanto, nas horas de maior tribulação, vejo em ti, ó Deus, a força que não me abandona, a mão que me segura quando os ventos ameaçam me derrubar. Eles vêm, não por razão, mas pela fúria de seus corações, que se alimentam do sofrimento do próximo, buscando elevar-se sobre os fracos. Com palavras afiadas, como lâminas ocultas, eles tentam ferir minha alma, sem compreender que sua força é como a de um castelo de areia, que se desintegra diante da maré da tua verdade.

III

Eles gritam, mas tu, ó Senhor Jeová, permaneces em silêncio, não por indiferença, mas pela paciência que é maior do que o rancor. Enquanto eles, em sua arrogância, pensam que podem submeter a verdade à mentira, tu, com um olhar, revelas a fragilidade de seus próprios castelos. Eles desejam que os ouvimos, mas em ti, ó Senhor, está o único som que ressoa como música nos nossos corações. Pois tu não te deixas enganar pelas palavras vazias, nem pelas promessas de uma falsa paz.

IV

E, mesmo quando me vejo sozinho em meio à multidão, quando os passos se tornam pesados e os olhos buscam o horizonte sem encontrar conforto, é em ti que encontro meu refúgio. Tu és a rocha inabalável em um mundo que se desfaz em ruínas. Não importa quantos sejam os inimigos que se levantem, ou quantos se reúnam para destruir, pois, como um escudo, tu me cercas com a força do teu amor. Ninguém pode tocar a alma do justo quando é defendido pela mão do Senhor.

V

Eu não desejo vingança, pois o meu coração, embora ferido, ainda anseia por salvação. Que eles, em sua busca incessante por poder, encontrem no vazio de suas ações a realidade amarga de que, ao ferir, são eles que se mutilam. O mal que destilam não atinge apenas aqueles que visam, mas os próprios corações que o emitem, deixando-lhes um vazio que nada pode preencher. E, ao se voltarem para o mundo, buscando saciar seus desejos insaciáveis, verão que nunca encontrarão o que procuram, pois a verdadeira paz não se compra com sangue, nem se conquista com mentiras.

VI

E ao final de todo o sofrimento, quando as vozes dos injustos se silenciarem e as feridas que me impuseram já não sangrarem, cantarei a tua grandeza, ó Senhor. Pois tu, que me protegeste, me ensinaste a beleza da verdadeira força: aquela que não se mede pela capacidade de ferir, mas pela sabedoria de perdoar. E na tua misericórdia, encontro a renovação, não apenas da minha alma, mas de toda a humanidade que ainda crê na bondade. Com gratidão, louvarei o teu nome, pois em tua graça encontrei o que todos buscam: a paz que nunca se apaga.

(Betto Gasparetto – xi/xix)

NAS MÃOS DO MEU LIBERTADOR (01)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

I – Palavras Cortantes

By Dall-E 3

I

Ó Senhor, que do alto do céu escutas o clamor das almas atribuladas, atenta para aqueles que, em sua cegueira, buscam apenas a destruição. Não é o peso de minhas faltas que me imola, mas o peso de um mundo que, com suas sombras, se lança sobre mim, como um exército imenso. Os que me cercam não buscam a verdade, mas a mentira que alimenta suas vaidades, e, ao encontrar o fraco, veem em sua fragilidade uma oportunidade para afiar suas lâminas.

II

Eu te imploro, ó Deus, não pela força de meus braços, mas pela força da tua justiça. Não que minha causa seja imaculada, pois sou pleno de falhas, mas em cada um de nós, ó Senhor, tu semeaste o desejo da paz, e é esta a minha defesa. Pois quando os ímpios se levantam com suas palavras cortantes e suas mentiras afiadas, o único abrigo que encontro é o teu olhar compassivo, que desvenda as sombras que me cercam.

III

Aqueles que se alimentam do sofrimento alheio não veem, ó Senhor, que ao semear o mal, ao erguerem suas garras contra a inocência, eles mesmos se consomem. Que teus olhos, puros e imutáveis, possam ver a verdade que se oculta no coração dos justos e esmagar com tua mão de fogo as ilusões dos ímpios. Tu que és o escudo, a fortaleza, a rocha onde a alma se apoia, no silêncio da noite, quando todos os gritos da humanidade se tornam ininteligíveis, é a tua voz que ainda ressoa, chamando os corações a se voltarem para a justiça.

IV

Que eu não deseje a ruína de meus inimigos, mas que eles, ao se confrontarem com a tua justiça, se vejam diante de um espelho que reflete não só suas maldades, mas a dignidade da tua verdade. Que cada palavra que proferem, cada gesto que fazem, caia sobre eles como peso de chumbo, que, ao fim, os conduza à reflexão. Pois a verdadeira derrota não é o fim físico, mas a percepção amarga de que se viveu em vão, sem conhecer a compaixão, sem compreender o amor que transcende o egoísmo.

V

Quando, ao fim, as tardes se tornarem noites e os gritos do mundo ecoarem em nossos ouvidos, que possamos levantar os olhos para ti, ó Senhor, e ver não a fúria do inimigo, mas o alívio que vem com a tua presença. Quando tudo parecer perdido e a tentação do desespero ameaçar submergir o espírito, que a tua misericórdia se faça presente, qual luz a guiar nossos passos vacilantes. Pois, em tua misericórdia, a vida renasce a cada amanhecer, e em tua verdade, a alma encontra seu repouso.

VI

Assim, mesmo em meio às provações, cantaremos a tua força, e louvaremos a tua misericórdia, não apenas por aquilo que fizeste por nós, mas por aquilo que ainda farás. Que o coração dos justos, fortalecidos pela tua graça, seja o testemunho de que, mesmo nas maiores adversidades, tua bondade nunca se ausenta, e que os injustos, em sua arrogância, não encontrarão refúgio, senão o peso de suas próprias ações.

VII

Ó Senhor, que a nossa fé seja como uma fortaleza intransponível, e que a nossa esperança se renove a cada dia. Pois sabemos que, em tua mão poderosa, está o destino de todas as nações, e que, ao fim, tua vontade se cumprirá, trazendo a justiça e a paz que todos ansiamos. Assim, de nossa parte, renderemos nossas almas à tua misericórdia, com a certeza de que, mesmo na adversidade, somos guiados pela luz que tu nos ofereces. E que essa luz, mesmo nas noites mais escuras, jamais se apague, mas resplandeça para todos, com a promessa de um novo amanhecer.

(Betto Gasparetto – xi/xix)