Arquivo para janeiro, 2025

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (40)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XL: Às despedidas que só antecipam o reencontro

By Dall-E 3

Minha adorada,

Cada despedida que vivemos carrega consigo a dor de um adeus, mas também a esperança de um reencontro. Sei que, por mais cruel que seja dizer adeus, ele é apenas uma pausa em nossa história, nunca o fim.

Quando nos despedimos pela última vez, vi em teus olhos uma promessa silenciosa de que nos veríamos novamente. Vivo por essa promessa, por essa certeza. E, quando o reencontro finalmente chegar, cada despedida será esquecida, como poeira que o vento leva para longe.

Teu, em cada adeus e reencontro,
Aquele que sempre volta para ti

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (39)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXXIX: Às promessas que o vento jamais leva

By Dall-E 3

Minha querida,

Prometo-te que cada palavra que escrevo, cada jura que faço, é tão sólida quanto a terra que pisamos. O vento pode levar estas cartas, as ondas podem tentar apagá-las, mas as promessas que te faço são imutáveis, eternas.

Prometo que, ao fim desta jornada, estarei contigo, pronto para começar novamente, como se o tempo e a distância nunca tivessem existido. Meu amor por ti não é feito de momentos passageiros, mas de uma constância que desafia tudo.

Com a certeza de que nossas promessas são eternas,
Aquele que vive para cumpri-las

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (38)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXXVIII: Ao instante que aguardo com toda a alma

By Dall-E 3

Minha adorada,

Há um instante que vivo esperando: o momento em que nossos olhos se encontrarão novamente. Já consigo imaginar como será. Meus passos hesitarão, minha voz se calará, e, por um breve segundo, o mundo inteiro desaparecerá, deixando apenas nós dois.

Esse instante será a cura para cada ferida que a distância abriu. Será a resposta para todas as minhas perguntas e a realização de cada promessa que fizemos. Até lá, viverei em função dele, com a certeza de que valerá cada dia de espera.

Teu, enquanto aguardo o instante perfeito,
Aquele que vive para te reencontrar

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (37)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXXVII: Às distâncias que só fortalecem nosso vínculo

By Dall-E 3

Minha querida,

A distância, por mais cruel que pareça, não é capaz de enfraquecer o que sentimos. Pelo contrário, ela reforça cada laço, cada promessa, cada sonho que compartilhamos. A cada dia longe de ti, percebo o quão profundo é o amor que nos une e o quanto estou disposto a suportar por nós.

Mesmo quando o horizonte parece infinito, sei que ele é apenas um caminho que me levará de volta a ti. És meu destino, e nenhuma distância será grande o bastante para me impedir de chegar até onde estás.

Com amor que desafia qualquer separação,
Aquele que sempre caminha em tua direção

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (36)

Posted in Sem categoria on 19 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXXVI: À eternidade que carrego no peito

By Dall-E 3

Minha amada,

Teu amor é a eternidade que carrego dentro de mim. Não importa o tempo, não importa a distância; cada pulsar do meu coração é uma reafirmação do que somos. És minha constância em um mundo repleto de incertezas, a certeza que sustenta cada passo que dou.

Penso no dia em que nos reencontraremos e imagino que será como o amanhecer após uma longa noite. Cada segundo longe de ti desaparecerá como uma sombra diante da luz.

Até que este dia chegue, guardarei teu amor como o bem mais precioso que possuo.

Eternamente teu,
Aquele que vive na eternidade do teu amor

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)