Arquivo para 13 de fevereiro de 2025

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (05/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

5. Que Não Seja Este Momento o Último Voo do Amor

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Em ti, amada, minha alma se enleia,
Como ave que ao céu se entrega sem fim,
Tu és o amor que na eternidade se espraia,
E eu, em teus olhos, vejo o paraíso enfim.

Teus lábios, doces como o néctar do vento,
São o elixir que a minha vida embriaga.
E ao teu lado, meu ser, em puro alento,
Se torna eterno, pois o amor não se apaga.

Suplico, ó musa, que este amor, sem fim,
Seja imortal, como asas ao sol;
Pois sem ti, meu voo seria ruim e enfim,
O universo em torno de mim, um pó, um sol.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (04/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

4. O Vento Traz Teu Perfume de Âmbar e a Saudade Me Consome

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Teus passos, oh doce amada, são a brisa que leva,
Como pássaros, tu voas, sem temor e sem falha,
No céu do meu peito, a saudade se eleva,
Como pena que corta, mas em ti jamais se atrapalha.

Tu és a asa que atravessa o infinito,
Meus amores e saudades se tornam teus fios,
E em tuas mãos, a leveza do voo bonito,
Cada ato teu é um céu de mil milhos.

Oh, amada minha, como as aves que dançam,
Tu és o êxtase que no vento se lança,
E eu, perdido em teu voo de imensa lembrança,
Amo-te como a saudade que em asas avança.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (03/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

3. O Voo Rasante das Estações

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Qual ave que tece no ar sua jornada,
Assim tu flutuas em minha mente sonhadora,
Com asas de esperanças, de alma encantada,
Tu és o vento que passa, mas nunca se embora.

Teus olhos, feitos de penas e de tempo,
Refletem no céu um sonho de amores perdidos.
E cada palavra tua, em doces momentos,
É como vento a guiar os caminhos esquecidos.

Na fragilidade do corpo, o amor se expande,
Como aves que dançam na aurora sem fim,
E, alada, tu és o êxtase que se expande,
A memória de amores perdidos e agora assim.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (02/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

2. O Quanto É Esplendoroso Pousar em Tuas Asas Douradas

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Cada pena tua, suave, almeja o céu,
E teu sorriso, qual luz da estrela distante,
Tece em mim um destino, de amor e de véu,
Voando alto, mas eternamente amante.

Oh, minha dama, como o alcatraz que planeia,
Tua graça desliza nas brisas do tempo.
Teu rosto é um campo onde o amor semeia,
E o vento alado é o eco do meu intento.

No mar de saudades, meu coração se desfaz,
Assim como o pássaro que se perde no voo.
O céu que te pertence é onde faço paz,
E tu, minha musa, és a liberdade, meu ensaio e meu todo.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (01/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

1. As Asas da Saudade Se Perdem na Imensidão

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Oh, como em teus olhos, raios de estrelas,
Voa o amor, fugaz como ave do céu!
Por entre penas, teus olhares em centelhas,
Acariciam meu ser, com um doce véu.

Como o pombo que sobe, alçando seus vôos,
Tuas palavras, suaves, me levam além,
De amores perdidos, de saudades e tropos,
Feitos dos ventos que se tornam reféns.

E como a fragata, em voos de infinita beleza,
Teu ser dança na aurora, entre as brisas e a imensidão,
Onde meu coração, pesado e de alma acesa,
Desperta, mas em dor, por tua eterna lembrança em vão.

Ah, como minha alma, com asas fracas, chora,
Por perder de ti o toque, mas amar-te até o amanhecer agora.

(Betto Gasparetto – ii/xx)