Arquivo para 14 de fevereiro de 2025

As Pontes Quais Passamos Marcaram Nossos Passos – Elegias (05/13)

Posted in Sem categoria on 14 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia V. Os Reflexos Dos Nossos Olhares Na Solidão

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Há um eco profundo nas pontes que passamos,
Onde os sorrisos se apagaram, um por um.
O que sobrou de nós, senão o reflexo do ontem,
E o vazio de uma promessa não cumprida, perdida no tempo?
As pontes que atravessamos, agora são apenas imagens,
Nas águas turvas do que um dia foi claro.
Ah, como o silêncio ressoa nas margens da vida,
Onde antes se ouviam os passos de quem amava.

E cada passo dado em busca de um futuro brilhante,
Agora se perde na poeira do que se desfez.
As pontes que passamos, agora se tornam antigas,
Cobertas pela névoa do tempo, guardando nossas dores.
O que restou de nós é a saudade do que poderia ser,
E a tristeza de saber que não fomos mais do que uma lembrança.

Oh, as pontes que passamos, marcadas pela distância,
Onde o amor que um dia brilhou, hoje é só sombra e vazio.
E em cada passo dado, o peso de uma perda sem fim,
Onde os ecos do passado ressoam, mas não voltam mais.

(Betto Gasparetto – v/x)

As Pontes Quais Passamos, Marcaram Nossos Passos – Elegias (04/13)

Posted in Sem categoria on 14 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia IV. Os Passos Da Ausência

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

A ausência pesa mais que qualquer fardo carregado,
Pois em sua leveza, ela é o peso da alma.
As pontes que passamos, com o vento a nos guiar,
Hoje são apenas sombras, a nos vigiar.
As esperanças que deixamos ao longo do caminho,
Se esvaíram como folhas ao vento, sem destino.
O que sobrou, senão a dor daquilo que não floresceu?
E o que perdemos, foi mais que simples ilusão.

Ah, como o tempo retira de nós o que mais amamos!
Ele que destrói até os pilares da nossa fé.
As pontes que passamos, agora desfeitas em ruínas,
Nos deixam vagando, sem rumo, nas esquinas da vida.
O vazio das tardes que compartilhamos,
Agora são só ecos de promessas não cumpridas.
E o que restou de nós é o sopro do que poderia ser,
Mas que o tempo, em sua tirania, levou com seu querer.

A saudade, com sua presença implacável,
É a única que fica, quando tudo se vai.
As pontes que passamos, agora são só lembranças,
Mas, ah! Como o coração ainda se perde em seus vestígios.

(Betto Gasparetto – v/x)

As Pontes Quais Passamos, Marcaram Nossos Passos – Elegias (03/13)

Posted in Sem categoria on 14 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia III. No Fim, Somente o Desamparo

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Onde estão os risos que um dia ocupavam o ar?
Agora são só ecos perdidos nas cavernas do tempo.
As pontes que atravessamos, então, se desvaneceram,
Deixando-nos a caminhar na estrada do lamento.
O que restou de nós? O que sobrou de uma alma tão inteira?
Agora são pedaços dispersos de um sonho sem fronteira.
Oh, as pontes que quebramos, e as que caíram ao chão,
Nos deixam com o vazio das palavras não ditas em vão.

Na memória, o calor do teu toque ainda queima,
Mas é uma chama que só arde no esquecimento.
As pontes que passamos, agora são os cacos do nosso ser,
E a saudade, como um rio, não sabe cessar.
Ah, como gostaríamos de voltar atrás,
Mas o destino, em sua crueldade, nos arrasta ao fim.
Os passos que um dia marcharam lado a lado,
Agora são só ecos no corredor da solidão.

E as pontes que passamos, agora são escombros de dor,
Guardam as promessas que a vida, por fim, queria.
Nos resta apenas o peso da saudade,
E a amarga sensação de que a vida foi fria.

(Betto Gasparetto – v/x)

As Pontes Quais Passamos Marcaram Nossos Passos – Elegias (02/13)

Posted in Sem categoria on 14 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia II. O Eco Das Nossas Vozes

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Oh, as passagens que tomamos com passos de fé,
Cada uma gravada na terra com marcas de dor.
O que restou de nós, se não o vazio do que se foi?
Ah, como o tempo esgota os dias que um dia eram de glória.
E as pontes que atravessamos, em seu majestoso ser,
Agora são sombras de tudo o que esperávamos ser.
Elas caíram, frágeis sob o peso do destino,
Deixando-nos em um abismo sem fim, sem abrigo.

Eu me lembro, oh! Como esqueceria, do teu rosto?
Nosso destino parecia certo, mas logo desmoronou,
As promessas que trocamos, são agora palavras sem sentido,
E o que restou de nós é apenas o silêncio profundo.
As pontes que passamos, por onde nossa esperança andou,
Hoje são os vestígios de um amor que não se firmou.
Oh, como as águas se levaram os nossos sonhos,
E o rio da vida corre sem destino algum.

Ficamos na beira da margem, a olhar para o que se perdeu,
E tudo o que foi prometido, o tempo apagou.
O eco de nossos passos nas pontes que atravessamos
Agora são sombras, nos espaços vazios do ser.
A dor, como uma correnteza, arrasta-nos sem piedade,
E a saudade é um mar sem fim, sem felicidade.

(Betto Gasparetto – v/x)

As Pontes Quais Passamos, Marcaram Nossos Passos – Elegias (01/13)

Posted in Sem categoria on 14 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia I. Os Primeiros Passos

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

As pontes que passamos, frágeis, se romperam,
Com os ecos de passos dispersos na brisa,
Elas nos ligaram, mas logo nos separaram,
Deixando no ar o amargo do que já se fizera.
O que foi, já não é, e o que virá se esvai,
Em sombras de antigas promessas, tão vãs.
Ah, como o vento sopra, a nos lembrar,
Que todo encontro, ao final, tem seu par.

E as águas sob as pontes, em seu curso,
Levaram os risos e os suspiros de antes,
Hoje são só lamentos no caminho escuro,
Despojados de esperanças, secos e distantes.
O que restou? Apenas o silêncio a nos vigiar,
Como os olhos que, em saudade, ousam se fechar.
As pontes que passamos, agora destroçadas,
Guardam em seus grãos as memórias apagadas.

Perdemos, então, a ilusão de estar unidos,
E, com ela, a promessa de um destino compartilhado.
Na incerteza de uma terra sem rumo,
Caminhamos em terras já devastadas,
Onde as pontes que nos ligaram um dia,
Agora são escombros de um amor perdido.
E, ao cair da noite, em um suspiro tardio,
Ficamos a recordar o que já não existe mais.

(Betto Gasparetto – v/x)